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13:35

5° Conto da Serie "Desejos de Mulher" - Quebrando regras do prazer

Quebrando regras do prazer


Uma mulher intrigante e linda, vendedora nata, que tem sempre um sorriso no rosto, mas que na verdade esconde desejos inimagináveis. Ninha é uma mulher jovem, acaba de completar 23 anos cheia de graça e beleza. Ela é loira, alta e muito sensual, apesar de tentar camuflar tudo isso em suas roupas discretas e sua maquiagem quase imperceptível. Ela é assim por conta de um relacionamento que acabou com o pouco de auto estima que existia nela. Juliano era seu namorado desde sempre, desde a escola, estavam sempre juntos. O problema é que a vida passou e para Ninha estava na hora de começar uma nova fase em sua vida, como casar, ter filhos e constituir uma família. Só que Juliano não compartilhava dos mesmo desejos que ela, mas era covarde e não dizia que não, alimentava todos esses sonhos nela. Até o dia em que ela o encontrou atracado aos beijos e amassos com uma mulher dentro do carro em frente a casa dele. Ela saiu de lá completamente sem chão, culpando-se acreditando que ela pudesse ter falhado em alguma coisa no relacionamento deles. Sua sorte foi que pela primeira vez na vida Juliano foi homem o suficiente para dizer a ela que aquilo foi inevitável por que ele não queria mais continuar seu relacionamento de infância com ela e que agora estava afim de curtir a vida sozinho, e que estar com ela certamente dificultaria tudo.
Deste momento em diante as perspectivas de vida de Ninha mudaram, e ela passou a desacreditar no amor, afinal se o homem que viveu com ela os últimos anos jurando amor eterno tinha mentido como confiar em um novo desconhecido. Mas lógico que como toda a mulher ela sonhava com seu príncipe encantado, mas diferente agora, pois ela queria viver o que viu ali, dentro daquele carro. O que ele nunca tinha feito com ela.
Certo dia ela estava ajeitando as coisas na loja em que trabalha e entrou um homem lindo, com uma calça jeans e uma camisa branca. Carregava uma pasta, parecia ser doutor. Ninha sentiu-se atraída por ele e sentiu sua respiração acelerar.
- Posso ajuda-lo? - Foi ela toda solícita oferecer-se para atende-lo.
- Na verdade sim, estou procurando um presente especial para minha esposa. - Ninha levou um balde de agua fria.
- Sim, claro. E pelo que você procura?
- Gostaria de algo sexy, é o estilo dela. Algo que valorize sua beleza, um vestido, quem sabe.
Ela separou vários vestidos e ele acabou optando por um branco lindíssimo de um ombro só. Quando ele foi pagar ela percebeu que ele ficou olhando-a e encabulada ela baixou os olhos.
- Aqui esta, muito obrigada pela preferência.
- Eu agradeço e deixo aqui meu cartão para você, caso precise. - Deu uma piscadela para Ninha e saiu.
"Ele é psicólogo"
Quando chegou em casa naquele dia pegou o cartão do cliente que atendeu em sua bolsa para analisa-lo melhor. Ninha tinha ficado intrigada com o que o Dr Gabriel tinha dito. Será que estava tão na cara assim que ela precisava de ajuda? Ela na verdade nunca achou-se doente, mas entendia que desde que se separou do Juliano ela isolou-se do mundo masculino. A descrença dela nos homens tornava-se dia a dia maior e quando ela olhava com outros olhos para um homem ele era casado. Dormiu aquela noite pensando no Dr Gabriel e em como ele poderia ajuda-la.
Acordou aquela manhã sentindo-se diferente, como se algo tivesse despertado-a do estado de coma pós termino de namoro que ela encontrava-se.  Pegou o cartão e agendou uma consulta. Para sua surpresa ele deveria ser famoso, pois só conseguiu horário de encaixe para quinze dias depois.
Foram dias longos, mil coisas passaram pela cabeça dela, inclusive de desistir da consulta. - "Devo estar louca. O que vou falar para esse Dr? Que eu queria que meu namorado não tivesse me traído?" - Ela tinha várias perguntas em sua mente e por elas várias vezes pegou o telefone pensando em desistir, mas algo dentro dela dizia-a que não, que lá ela conseguiria se ajudar.
O dia tão esperado chegou, ela nem conseguiu trabalhar direito, sua consulta tinha sido marcada para o final do dia. Chegou no consultório respirou fundo antes de entrar. A secretária avisou que o Dr já a atenderia e realmente não demorou nada para que a porta do consultório se abrisse e de lá saísse o lindo Dr Gabriel. Ele parecia ainda mais perfeitamente lindo hoje do que no dia de sua compra na loja, pensava Ninha.
A sala do Dr era bonita, sutilmente decorada. Ele apontou uma poltrona para que ela sentasse.
- Então Ninha, o que posso eu agora fazer por você? 
Ela ficou envergonhada, baixou a cabeça e deu um sorriso sem graça.
- Relaxa Ninha, é isso não é? Então, relaxa e vamos conversar.
Então Ninha começou a relatar, como uma tagarela toda a sua vida, dando ênfase a sua relação amorosa que terminou recentemente.
- Certo Ninha, então vamos aos fatos. Você não ficou triste apenas por ter sido traída, mas também por não ter sido tratada como a mulher que você pegou seu ex namorado estava sendo tratada.
- Como assim? - Ninha levantou-se mostrando indignação.
- Calma menina, isso não é pecado. Muitas mulheres tem desejos ocultos, e de tão ocultos seus parceiros nunca conseguem a satisfazer. Vamos tentar imaginar uma situação.
Ela sentou-se no divã e o Dr colocou uma música instrumental.

Ninha imaginou-se em uma praia, totalmente isolada do mundo e pouco movimentada. Estava ela tomando banho de sol quando percebeu que um homem vinha correndo em sua direção. Ela sentou-se na areia para observar melhor o homem vindo e indo. Ele passou como se não tivesse notado a presença dela, o que a deixou irritada. Deitou-se então de costas e dormiu.
Acordou com pingos de agua caindo em seu corpo, pensou que fosse chuva só que ao abrir os olhos percebeu um lindo entardecer. Virou-se então para entender o que estava acontecendo e parado em sua frente completamente molhado estava o homem que estava correndo na praia. Sua surpresa foi grnade, mas resolveu saber o que ele queria.

- Atrevido você. Molhando-me sem saber se quero ficar molhada.
- Na verdade quem esta na praia normalmente se molha, estou certo?
Ela apenas sorriu e ele piscou.
- Vamos tomar um banho de mar? - Perguntou o atrevido homem sem nome.
- Nem sei seu nome. 
- Nem eu o seu! - Retrucou ele.
- Atrevido mesmo você ein. Chamo-me Ninha.
- Prazer Ninha, meu nome é Ricardo. - "Ricardão" pensou Ninha cheia de segundas intenções.
- Certo, um banho de mar no final de tarde me parece agradável.
Caminharam os dois se olhando até o mar. Adentraram e Ninha sentiu seu corpo arrepiar, mesmo a agua do mar estando morna. O olhar entre eles estava se intensificando e Ninha para provoca-lo resolveu mergulhar, empinando bem seu trazeiro ao fazer isso, provocando-o é claro.
Quando ela submergiu encontrou-o frete a ela, esperando-a.
- Você me chama de atrevido e eu te chamo de provocante.
- Ora que bom, adoro mesmo provocar. - Ela respondeu.
Ele então começou a aproximar-se dela, como se as ondas estivessem os unindo. Ela teve medo e se afastou em outro mergulho, agora em direção a areia da praia. Ela pensava que lá estaria segura, doce ilusão.





Assim que saiu da agua Ninha foi agarrada em um abraço de urso por trás.
- Esta fugindo de mim? Provoca-me a gora quer me deixar na mão?
- Se você vai usar suas mãos eu não sei e não estou fugindo de ninguém.
- Que bom que não estas fugindo então, e usarei minhas mãos também, com certeza.
 Ele começou a beija-la na nuca sem preocupar-se se ela permitiria ou não. Ninha até pensou em protestar, mas certamente que a sensação do beijo em sua nunca a impediu. As mãos do João então partiram de sua cintura para sua barriga e logo estavam em seu seio fazendo Ninha dar uma leve gemida.
- Gosta disso? - Perguntou ele. Ela não respondeu nada. 
Virou-a de frente para observa-la melhor e beija-la na boca. Ai sim Ninha se perdeu, pois foi beijada como sempre quis, com urgência, com desejo, com volúpia. Ela agarrou ele pela nuca aproximando os corpos o máximo que conseguiu. Ele foi encaminhando-os para onde estavam as coisas dela, pois lá tinha uma canga estirada na areia, local perfeito para o que ele tinha em mente.
Pouco a pouco foi deitando-a na canga e acariciando seus cabelos, quando ela estava deitada frente para ele ele a observou por um tempo.
- Tão linda e perigosa ao mesmo tempo. Parece ser uma mulher misteriosa e isso é um risco, mas vou pagar para ver.
Ele partiu para beijar todo o seu corpo, passando por cada parte dele vagarosamente. João sabia o que estava fazendo e sabia como deixar Ninha enlouquecida de tesão, que era realmente tudo que ela queria.
Quando João passou mais tempo em seus seios Ninha gemia de prazer e quase entrou em combustão quando as mãos dele começaram o trabalho na parte de baixo do seu corpo. Ela arranhava o corpo dele sem dó, e ele ao que parece gostava por que quanto mais ela o arranhava mais ele a provocava com sua língua e mãos habilidosas. Ela perdeu qualquer vergonha e pegou com vontade em seu membro que estava latejando, literalmente pois ela conseguia sentir a pulsação dele lá. Logo ela tava completamente nua e a lua se fez presente dando a privacidade necessária aos dois. Não que isso fosse ser um empecilho, naquela altura do campeonato ele nãos e preocupavam com mais nada, apenas com o mundinho particular deles.
- Agora vamos a melhor parte, eu dentro de você.
- Ansiosa aqui! - Ela deu carta branca a ele.
Ele a penetrou vagarosamente ampliando a dor do primeiro contato e intensificando o prazer. Ela puxou os cabelos dele e ele mordeu de leve sua boca. Então os dois começaram a embalar-se num ritmo frenético de prazer. Ela por baixo e ele por cima, os dois encaixados com maestria, tanto que ele levantou o quadril dela para ter mais facilidade em adentra-la. Ela estava enlouquecida de tesão, completamente entregue ao ritmo dele, permitindo-se apenas extasiar de prazer. Quando ela percebeu que estava chegando perto do seu orgasmo com um impulso sentou-se no colo dele e passou a cavalga-lo.
- Que delícia! - Ele adorou a iniciativa dela e permitiu-se agora deixa-la conduzir o ritmo das investidas.
Logo ela viu-se perdida em seu orgasmo e beijou-o com vontade, percebendo ele que ela estava chegando ao seu clímax então aumentou a pressão contra ela e gozarão juntos, fazendo-o cair de costas na areia, tendo ela o acompanhando.
Ficaram abraçados nus observando o luar por algum tempo, sem nada dizer apenas acariciando o corpo um do outro.

- Certo Ninha, acho que por hoje já chega, não é verdade?
Ninha foi trazida a realidade bruscamente e uma lágrima saiu de seus olhos.
- Oh desculpe querida, não queria causa-la nenhum tipo de dor. - o Dr parecia mesmo agora constrangido.
- Não Dr, tudo bem. O senhor proporcionou-me hoje certamente momentos de muita felicidade, só não queria acordar de meus sonhos.
- Mas então Ninha, agora que você acordou procure trazer seus sonhos para a realidade. Adapte sua vida ao que você deseja e quem sabe a felicidade baterá a sua porta.
Ninha pensou no que o Dr disse e percebeu que ele tinha razão, que agora tudo detpendia dela.
- Tá certo Dr, agradeço sua ajuda.
- O prazer em ajuda-la foi meu, e volte se precisar, estarei sempre aqui no mesmo lugar.
Ninha saiu do consultório sentindo-se outra mulher e disposta a apagar o passado e viver seus sonhos de amor sem pensar em regras ou algo do tipo, mas sim buscando sempre sua satisfação pessoal, seu prazer.



Espero que tenham gostado... comentem e voltem sempre...

Beijinhosss
Roberta Farig

15:26

4° Conto da Serie " Desejos de Mulher" - Buscando o Prazer

Buscando o prazer.


A busca é algo que faz parte do ser humano, é o que os move, o que os motiva. Com Gaby não seria diferente. Ela é uma caixa de supermercado que vive sonhando entre um cliente e outro que passa por seu caixa com um amor verdadeiro, mas diferente de muitos ela não tem buscado muito isso.
Gaby foi mãe solteira muito cedo, aos 19 anos e desde então nunca mais relacionou-se com ninguem. Hoje seu filho tem dez anos e tem sido seu companheiro nas noites frias da vida. Desde que engravidou Gaby desacreditou que o amor existisse, pois foi abandonada por seu "parceiro" assim que o contou a novidade. Seus pais não viraram as costa para ela e o bebe que estava por vir, mas certamente que esse não era o sonho da vida deles para sua menina, o que a fez entristecer.
Ao mesmo tempo que Gaby viu-se desamparada, sozinha e desesperada sentia dentro de si uma força de lutar, uma força de viver que só poderia vir dele, seu filho, fruto de seu amor, sim pois ela amou sozinha.
O tempo passou e a vida dela foi apenas arrumar um emprego, ouvir todos os dias de sua mãe o quanto foi irresponsável e imatura e criar com muito amor seu filho.
Ela não acredita, mas é uma bela mulher, hoje com 29 anos passou a ter em seu corpo curvas que antes não existiam, mas que mesmo assim ela teima em esconder. Tem olhos castanhos e grandes, que destacam-se de uma maneira positiva em seu rosto levemente maquiado. Isso faz com que os homens olhem para ela de maneira diferente, faz com que leve cantadas, mas ela não acredita nelas e os ignora.
Certo dia um homem, lindão diga-se de passagem, ficou hipnotizado por ela demorando a passar suas compras pelo seu caixa. Ele tentava puxar assunto, saber mais dela e ela esquivava-se dele. O homem deixou seu cartão e pediu, não implorou, para que ela ligasse para ele para que pudessem se conhecer melhor, mas o cartão foi parar na lixeira sem nem se quer ser lido.
O problema é que no seu intimo Gaby era uma mulher fogosa, cheia de desejo, cheia de fantasias. Ela pega-se várias vezes acordando suada na madrugada depois de um sonho quente e louco com o homem dos seus sonhos. Que homem é esse? Pois ela nem sabe, só sabe que ele desperta nela os desejos mais loucos sexualmente falando.
Quando ela menos esperou o destino trouxe a ela quem sabe a resposta de seus indagações. Enquanto ela fazia seu intervalo e estava sentada do lado de fora do mercado ouvindo música percebeu que duas mulheres conversavam animadamente. Elas falavam de um certo psicólogo que estava fazendo sucesso na cidade. Ele era especialista em sexologia feminina, um profundo conhecedor dos mistérios sexuais das mulheres. Gaby ficou intrigada e esse assunto passou a perturba-la por dias até que ela decidiu saber que psicólogo tão especial era esse.
Ela conseguiu consulta só para a semana seguinte e imaginem a ansiedade que ela ficou em relação a essa consulta que além de não ser barata era um tiro no escuro, pois nem ela saberia como seria essa consulta ou o que conseguirei descobrir nela.
No dia da consulta Gaby chegou mais cedo que o horário marcado até para ter o oportunidade de observar o doutor antes de ser sua paciente. Ela surpreendeu-se com a elegância e o charme do psicólogo que adentrou o consultório. Dotado de um lindo sorriso ele cumprimentou a todos, olhou Gaby nos olhos e foi para sua sala. Logo a primeira paciente entrou para ser atendida, a próxima seria a Gaby. Ela sentiu um certo medo a princípio, pensou até em dar meia volta a continuar com sua vidinha sem graça e cheia de medos, mas decidiu que seria mais forte que isso e veria no que vai dar.
Logo o Dr Gabriel pediu para que a sua secretaria mandasse a Gaby entrar.
- Então Senhorita Gabrielly, entre e fique a vontade.
- Por favor, é Gaby.
- Certo Gaby. Relaxe e vamos conversar.
Ela estranhou a principio a maneira maliciosa com a qual o DR olhou para ela, mas certamente que isso mexeu com algo dentro dela e o DR Gabriel sabia que esse era o caminho.
- Agora vamos lá, me fale sobre você Gaby. Na sua ficha consta que é solteira, mas tem um filho já crecidinho, certo?
- Certo. - Gaby responde curta e grossa.
- Pois bem, então poderia eu dizer que és feliz com a vida que leva e que só veio me procurar por pura curiosidade, certo?
Ela nada respondeu e o DR deu um sorriso de satisfação.
- Gaby quero ajuda-la a libertar-se desta insegurança na qual você vive. Permita-me desvendar seus medos e ajuda-la a encontrar as respostas para as suas dúvidas.
Uma lágrima correu pela rosto de Gaby e o DR aproveitou-se disso para faze-la deitar em seu divã e vagar por suas lembranças e imaginações.

Era um dia quente de verão, final de expediente no mercado e hora de voltar para casa. Gaby estava exausta, mas também não estava a fim de ir para casa, queria algo novo, algo diferente. Foi quando percebeu um carro preto parado no estacionamento do mercado. Seus vidros eram fechados na película, o que dificultava e muito a visibilidade de quem estava dentro do veículo. Resolveu que era melhor afastar-se dele e então foi surpreendida por uma luz alta piscada em sua direção. Ela levou um susto e resolveu que seria melhor evitar a direção que levava ao carro. O problema é que quem estava dentro do carro não pensava igual a ela e resolveu segui-la.
Ela andava o mais rápido que podia, mas logo viu-se encurralada em uma rua sem saída. Encostada em um muro rezou a todos os santos para que a livrassem de todo o mau.
A porta do carro se abriu e então alguém desceu. Como os faróis do carro estavam ligados na sua direção Gaby não conseguia definir se era um homem ou uma mulher que estava vindo em sua direção. Mas ao passo que a pessoa se aproximava ficava mais claro que se tratava de um homem.
Ele era alto, negro e tinha os olhos tão pretos e lindos quanto o tom de sua pele. Hipnotizada Gaby acompanhou cada passo daquele homem em sua direção, mas sem sentir medo algum e sim excitando-se a cada metro rompido por ele em sua direção. Sentia-se febril e isso a deixou chocada, pois como poderia ela estar assim tão calorosa por um homem que ela nem saberia se a faria mau ou bem. Não conseguia raciocinar direito e só percebeu que tinha parado de respirar quando sentiu o corpo dele encostando-se no seu. Olhou fundo em seus olhos e suspirou, acreditando que já tinha visto aqueles olhos em algum outro lugar.
- Não me faça mau, por favor. - Suplicou ela, mas em sua mente as suas intenções eram a de que ele poderia fazer o que quisesse com ela, desde que a desse muito prazer!
- Farei o que você quiser mulher, desde que o prazer que eu te der seja o mesmo que eu receber.
Ela piscou algumas vezes diante do sorriso alvo e perfeito do delicioso homem parado em sua frente, na verdade grudado ao seu corpo. Antes dela raciocinar direito ele deu um beijo de tirar o fôlego em Gaby curvando o corpo da bela mulher em seus braços. Ela por fim permitiu-se sentir-se desejada.Ele carregou-a nos braços até seu carro, sentou-a no bando ao lado do motorista, deu a volta no carro permitindo a ela uma visão perfeita de todo aquele corpo perfeito, sentou-se ao seu lado e saiu em alta velocidade carregando-a para Deus sabe onde.
Parou de repente em uma rua que também não tinha saída, mas acionou um botão e um portão se abriu, parecia coisa de cinema. A excitação do momentos fazia Gaby tremer diante do desconhecido, e ele apenas sorriu percebendo a reação da mulher ao seu lado.
Entraram em uma garagem escura, mas que logo foi iluminada por luzes discretas nos cantos dela. Era tudo branco e ao fundo tinha uma escada que parecia levar ao andar de cima e era pra lá que eles seguiram assim que saíram do carro. A subida dos degraus das escadas eram certamente acompanhados a cada batida do coração de Gaby. Encontraram uma porta que parecia ser pesada de madeira e que ele na verdade facilmente a abriu para que os dois pudessem adentrar. Ela encontrou uma casa completamente diferente de tudo que já tinha visto. Além de ser tudo luxuosamente decorado era tudo muito claro, com um significado de paz indescritível. Gaby sentiu-se assim, em paz, pelo menos até perceber os olhares negros e quentes de seu sequestrador em sua direção. Engoliu seco, sentindo-se sedenta de tesão, o que a deixou perturbada por ser tão inusitado. Mas também o que ali não estava sendo inusitado?
Ele foi aproximando-se dela, passo a passo fazendo o corpo dela arder em chamas.
- Gostaria de tomar um banho? Posso providencia-lo se você quiser. - Ele todo solícito queria deixa-la a vontade.
- Seria uma boa ideia, por favor. - Ela queria um tempo para pensar e no banheiro quem sabe conseguiria fugir.
Enquanto andavam pela casa ela percebia o quão linda realmente era e o quão aconchegante também. Entraram no quarto e para sua surpresa ele não tinha a sobriedade do restante da casa, era completamente diferente. Suas paredes ostentavam quadros que revelavam corpos de mulheres nus ou semi nuas com perfeição. Eram lindos e assustadores, pois então ela passou a perceber que talvez tivesse realmente se metido numa grande encrenca. A cama com lençóis roxos e muitas almofadas eram convidativas, mas também a deixaram receosa.
- Bom, o negocio é o seguinte, o que você quer de mim afinal? - temerosa ela perguntou sem rodeios.
Ele observou cada compasso do coração da Gaby, analisou sua postura de defesa, a desarmou com um novo sorriso e aproximou-se com rapidez. Pegou-a novamente nos braços beijando-a com ardor e carregando-a para o banheiro espaçoso e branco que os aguardavam. Colocou-a no chão apoiada no console da pia e ligou o chuveiro. Para sua surpresa mais uma vez não tinha uma banheira, só um espaçoso espaço onde tinha um grande chuveiro. Ele então virou-se para ela e sem nenhum pudor a despiu. Após se ver nua ele a colocou no chuveiro que ele já tinha verificado a temperatura. A agua estava deliciosamente morna, numa temperatura muito agradável. Então começou o momento "baba baby" de Gaby. Seu cavalheiro misterioso começou a tirar peça por peça de seu vestuários revelando um corpo ainda mais perfeito do que ela esperava. Ele não era muito musculoso, mas era todo definido, do jeito que ela gostava e seu objeto de desejo era absurdamente excitante. Após terminar a seção de tortura com a Gaby ele entrou no banho junto com ela, pegou o sabonete e passou a ensaboar as mãos.
- Vou cuidar de você, então relaxe.
Ele tocou seus braços alisando-os e subindo até seu pescoço. Depois foi para a sua nuca e voltou para seu colo chegando a acariciar seus seios e fazendo Gaby gemer ao contato. Deu um sorriso disfarçado. Logo acariciou seu ventre e abaixou-se para prosseguir em sua peregrinação por lavar o corpo de Gaby. Lavou suas coxas, sua panturrilha, a fez colocar um pé de cada vez apoiado em sua perna para que pudesse acaricia-los. Depois olhou para cima a fim de encontrar o olhar de Gaby que estava extasiada de tanto tesão.
- Agora é a sua vez de cuidar de mim.
Ele levantou-se e entregou a ela  o sabonete para que ela começasse sua jornada por seu corpo. Ela segurava o sabonete sem saber muito o que fazer. Foi então que ele colocou os braços em volta da própria cabeça, dando assim livre acesso a ela para passear por seu corpo. Ela não se fez de rogada e começou a explorar o corpo dele. Cada músculo muito bem definido de seu braço, peitoral, abdome e claro, o seu membro completamente ereto foi convidativo a ela que não pensou duas vezes em segura-lo. Percebeu um gemido de prazer de seu homem e deu continuidade a sua massagem. Logo estava ajoelhada frente a ele e não conteve-se abocanhando-o com vontade.
- Que delícia! - Ele exclamou em alto e bom som.
Gaby satisfeita continuou com seu vem e vai excitando o seu homem. Quando a brincadeira estava ficando boa e ela percebeu que ele esta entrega a boca dele ele resolveu tomar conta da situação.
- Minha vez!
Então ele levantou uma das pernas dela e posicionou-se de uma maneira em que sua boca encaixasse perfeitamente. Gaby gemeu de prazer ao sentir a língua invadindo-a e deliciando-a. Gaby estava a beira de um orgasmo quando ele desistiu de sua língua e passou a usar suas mãos habilidosas. Ela nem conseguiu gritar com o toque pois entregou-se a um orgasmo intenso. 
Suas pernas estavam fracas, sua respiração irregular e ele estava vitorioso sustentando o corpo dela em seus braço. Começou então novamente a toca-la estimulando-a a uma nova seção de prazer e ela logicamente não se fez de rogada permitindo-se viver tudo aquilo. Quando ele percebeu que ela estava pronta novamente virou-a de costas para ele, encostando seus seios no azulejo frio da parede do banheiro, a sensação fez o corpo dela arrepiar-se e ele aproveitando-se disso penetrou-a com vontade.
Suas investidas eram fortes e Gaby estava mais uma vez a beira do orgasmo. Ele sabia como fazer e encaixava-se perfeitamente nela facilitando assim a dança de vai e vem que os dois corpos faziam em total sintonia.
- Tinha certeza desde o momento que te vi naquele caixa do mercado que nossos corpos se encaixariam perfeitamente. - Declarou ele diminuindo um pouco das suas investidas dentro dela.
- Mas quem é você? - Ela então lembrou-se de perguntar.
- Sou o homem que só quer te dar o que você tanto busca. - Ele fez uma pausa cheirando o pescoço dela. - Prazer.
E era tudo o que Gaby queria de verdade, alguém que desse a ela prazer, sem nenhum compromisso, sem falsas promessas, apenas pelo fato de desejar e ser desejada, nada mais que isso.
Gaby empinou sua bunda dando a ele a dica de que ela queria mais, muito mais.
Assim os dois continuaram uma, duas, várias vezes durante aquela noite suas buscas pessoais pelo prazer.

- Você esta bem Gaby? Quer um copo de água? - DR Gabriel perguntava aflito ao ver Gaby tão calorosa.
Ela custou a abrir os olhos, não querendo acordar do delicioso sonho que estava tendo, mas a realidade a chamou e foi inevitável. Mas para o alívio de Gaby ela não sentia-se mais tão frustrada ou amarga, ao contrário estava viva. Acesa para novas experiência, novas buscas e que quem sabem resultassem no que ela tanto procura, a busca insaciável pelo prazer.




Beijinhosss
Roberta Farig







12:22

3° Conto da Serie : "Desejos de Mulher" - Dança do prazer

Dança do Prazer


Dançar sempre foi a fascinação de Vânia que desde pequena fazia balé em uma academia de sua cidade. Ela cresceu dentro desta arte, vivendo cada momento e graças ao seu talento colhendo os frutos de sua linda performance e dedicação.
Mas o tempo passou e a vida então começou a cobrar responsabilidades novas e mostrar que chegava o momento em que ela precisava ser a mudança. Balé não poderia mais ser encarado como uma profissão e a faculdade era um caminho necessário, Artes era sua escolha.
Logo sua escolha ocupava praticamente todo o seu dia, por seu curso ser vespertino e ela teve que abandonar de vez a dança. Na faculdade ela passou a ter novos amigos, novas oportunidades e uma nova vida. O problema é que o amor pela dança não morreu e a vontade de voltar a dedicar-se a sua paixão apenas se intensificava cada vez mais. Foi quando numa noite de quinta feira Vânia foi convidada a ir a uma despedida de solteira de uma colega de faculdade e lá viu uma nova possibilidade. Para a sua surpresa a despedida não era composta apenas por stripers masculinos, mas também femininos, já que tínhamos colegas que eram adeptas ao carinho e amor de outras mulheres.
Ver aquelas mulheres dançando em torno de um pilar, mostrando seus corpos e sensualidade mexeu com a libido de Vânia que viu ali sua esperança em voltar a dançar. O problema seriam seus pais, eles jamais aceitaria que ela fosse uma striper. Um dilema passou a ser conflito dentro dela, dançar ou não dançar. Sondando-os eles deixaram claro que o tempo dela em se dedicar a dança tinha passado, que agora ela deveria dedicar-se a estudar e quem sabe um dia ensinar novas meninas e meninos a arte da dança. Mas isso era pouco para ela que desejava voltar a dançar e agora a usar seu talento para realizar-se e realmente se bancar. Ela resolveu se arriscar e deu certo, em partes.
O tempo passou e Vânia sentia-se cada vez mais sozinha, pois sua nova profissão a fazia manter sua vida em segredo total e absoluto. Não saía com amigos e não compartilhava seus problemas, medos e aflições com ninguém. Na faculdade se limitava a viver ali, o horario de aula, que para ela era muito prazeroso também, pois estudar a Arte estava sendo formidável. Já no meio noturno era conhecida como "mulher gato", pois esse era seu codinome. Ela era sensual e fazia os homens desembolsarem um bom dinheiro só para ver suas performances. Essa era sua vida, basicamente viver nas sombras de sua paixão por dançar.
Era mais uma noite de sexta feira, a casa estava lotada, tinha um noivo fazendo sua despedida de solteiro. Por um lado ela estava feliz, pois certamente seria uma noite de muitos agrados. Em contra partida, ao final do seu show ela voltaria para casa sozinha e sua vidinha solitária voltaria a acontecer. Mas essa noite algo mudou.
Ela entrou no palco e sentiu uma vibração diferente vinda da plateia e logo percebeu que tinha alguém especial sentado na plateia e isso fez seu coração bater descompassado. Um homem loiro, alto e dono de um sorriso arrebatador estava na beira do palco esperando a aproximação dela. Ela não perdeu tempo, com todo seu rebolado, charme e sensualidade se aproximou dele fazendo questão de mostra-lo que tinha o percebido. Ele não se fez de rogado e logo que ela se aproximou agarrou sua nuca e lascou um beijo na boca dela. Foi algo completamente inusitado e novo, pois em 3 anos de dança noturna ela nunca tinha sido beijada durante um show. Vania perdeu o controle e tomada por um desejo imensurável puxou seu "homem" para o palco. Ele entrou na dança e permitiu que ela dançasse apenas para ele. Ela requebrou em sua frente, acariciou o próprio corpo provocando-o e se sentindo desejada como a muito não se sentia. Mas como alegria de pobre dura pouco a música acabou e então o belo homem veio em sua direção antes que ela saísse do palco e disse.
- Valeu mulher, você é bem gostosinha. - Disse isso, deu um tapa na bunda de Vania, colocou uma nota de cem reais em sua calcinha e virou abandonando ela ali, completamente ofendida.
"Mas também o que eu esperava?" Pensava ela completamente enojada de si própria enquanto tomava um banho já em seu apartamento. Ela então passou a viver uma fase nova em sua vida, a fase do "eu não quero mais viver". Não tinha mais vontade de estudar, ia por obrigação e suas performances estavam decaindo de qualidade, o que estava colocando sua cabeça a prêmio no clube das Stripers.
Certo dia voltando da faculdade completamente alheia ao mundo em sua volta ela pegou o primeiro ônibus que passou em sua frente. Ela mora em um bairro mais afastado do centro da cidade. Longe de tudo mais foi onde ela conseguiu comprar seu primeiro apartamento. Quando ela nem percebeu um homem sentou ao seu lado e então ela passou a sentir-se observada. Teve medo a princípio, mas logo relaxou pois com um sorriso lindo ele a desarmou completamente.
- Olá. Não sei o por que deste ar de tristeza em um rosto tão bonito, mas esse é meu cartão. Vá me procurar para conversarmos, quem sabe eu possa te ajudar. - Ela pegou o cartão, ele sorriu e desceu no ponto seguinte.
Vania não sabia o que fazer, se cederia a tentação de saber o que aquele desconhecido tinha de tão importante para conversar com ela ou se continuaria sua vidinha sem sal. Resolveu que pior que estava não poderia ficar e decidida agendou um horário para a semana seguinte.
Já mais que ansiosa, aquela semana para Vania passou se arrastando, sendo que um sopro de esperança passou a banhar seu coração. No dia e hora marcado ela estava sentada na sala de espera do consultório do misterioso Dr Gabriel. Logo que a porta se abriu ela teve vontade de sair correndo sem olhar para tras tamanho o medo que ela estava sentindo. Mas foi vencida pelo lindo sorriso do Dr assim que abriu a porta e chamou por seu nome.
- Sente-se Vania e relaxe, nós só vamos conversar um pouco. - disse o Dr e ela continuou calada.
Ele ficou observando-a por alguns instantes e isso deixou-a ainda mais incomodada, ela resolveu falar.
- Ainda não sei o que vim fazer aqui. - ela estava nervosa. - Na verdade devo estar louca, só pode.
- Não Vania, você não esta louca e se não sabes o por que de ter me feito essa visita então vamos descobrir juntos.
Ele terminou de falar e muitas lágrimas passaram a brotar dos olhos de Vania e muito sábio o Dr manteve-se calado, permitindo a ela esse momento de extravasar. Quando ela se calou olhou-o nos olhos com vergonha, mas o profissionalismo dele a fiz sentir-se bem.
- Vania não é feio ter problemas até por que isso é apenas a vida, o real problema é você fugir da vida. - fez uma pausa para ela respirar. - Agora vamos lá, me conte um pouco sobre sua vida.
Assim ela fez e pouco a pouco, entre sorrisos e lágrias ela contou sua vida até aquele momento e depois eles passaram a conversar sobre o que ela gostaria de viver no futuro.
- Vania, vamos tentar uma coisa. Você se manterá de olhos fechados e vai vagar em seus pensamentos, buscando o ideal de vida para você. Se isso tornar-se muito distante ainda busque algo que você desejaria conquistar hoje. E assim ela fez, concentrou-se no que para ela nesse momento poderia ser sua salvação, o verdadeiro motivo de ser feliz.

Era mais uma noite de trabalho na boate, e mais uma vez Vania sentia-se desmotivada a fazer seu tradicional show. Olhou-se no espelho e percebeu um brilho diferente em seu olhar e algo dentro dela disse " sorria, hoje sua noite vai ser especial". Ela então resolveu fazer o seu espetáculo que ela mais gosta, chamado estrela. Vestiu um colam dourado todo rendado e transparente, uma sandália também dourada toda de tiras que iam até o joelho. Prendeu seu cabelo com um rabo de cavalo bem no alto, o que valorizava muito seu rosto e seus seios e então sentiu-se especial. Antes de subir ao palco pediu para que o DJ tocasse uma música sensual e romântica, passou a desenvolver seu número conforme a música tocava. Logo que a sua performance começou sentiu-se observada, mas de um jeito diferentes, um calor a aquecia e vinha de uma mesa em frente ao palco. Ela continuou dançando, pois esperava a promessa de uma noite especial. No meio do número, e pela primeira vez completamente distraída do público que a observava e a ovacionava, sentiu uma mão tocar a sua e um arrepio percorreu seu corpo na velocidade de uma corrente elétrica tirando toda a sua concentração. Quando ela percebeu estava nos braços do homem que a segurou enquanto ela caia após perder o equilíbrio. Ela olhou em seus olhos e entendeu que eram deles que vinha o calor que ela tinha sentido no palco. Ele nada disse a ela, apenas a tirou daquele lugar trazendo em seu olhar a promessa de que ela nunca mais voltaria a aquele lugar. Vania não sentiu medo, sentiu-se emocionada, pois no fundo era disso que ela precisava, de alguém que a salvasse do buraco que foi feito em decorrência da escolha que ela fez no passado. Eles logo estavam em um quarto, ao que parecia um motel. Ele tirou ela de seus braços, colocando-a em pé ao lado da cama e se afastou para observa-la mais uma vez. Nesse momento Vania sentiu-se insegura. " Será que eu estava contando vitória antes do tempo?" Ela se perguntava. Ele percebeu, ao que parece ele lia seus pensamentos e foi se ajoelhar a seus pés. Olhou para ela de baixo para cima e esse olhar era de suplica, de medo, de dor.
- Vania, seja minha? - pegou-a de surpresa - seja apenas minha e para sempre.
Tomada pela emoção ela ajoelhou-se também e o olhou nos olhos, olhos esses marejados.
- Por que eu?
 - Tem que ser você. - ele respondeu rápido - não existe um porque nem um para que, só tem que ser você.
Dito isso ele fez com que ela se levantasse e sentou-a numa poltrona no canto do quarto. Afastou-se indo de encontro ao controle remoto e colocou um fundo musical digno de um filme de romance. Voltou a aproximar-se retirou sua própria blusa revelando um peitoral escultural e ajoelhou-se novamente aos seus pés. Com delicadeza retirou uma das sandálias e beijou seu pé, algo muito intimo e completamente desconhecido a Vania, mas que a fez suspirar. Feliz com a resposta da bela mulher ele fez o mesmo com o outro pé, extraindo risadinhas da bela dama. Então foi subindo lentamente pelas pernas dela, massageando-a, tocando-a e desvendando-a pouco a pouco de uma maneira tão sensual que Vania sentia-se a beira de um orgasmo. 
- Você nunca foi tocada assim, não é verdade? - ele questionava e ela nada falava, ele tinha a resposta dela sem palavras. - Que pena, mas nada esta perdido. Sinta.
Então ele adentrou com seus dedos sem nenhum pudor sua intimidade e passou a provoca-la da maneira mais deliciosa possível. Ela no primeiro momento sentiu-se invadida, mas a deliciosa sensação fez com que ela deixasse qualquer principio de lado e se entregasse a aquela deliciosa investida. Vitorioso ele deu uma leve gargalhada e aproximou seu rosto do dela, mas sem tirar seus dedos de onde estavam.
- Não tenha medo de sr feliz, por que é apenas isso que eu quero fazer com você.
Ela não entendeu o real sentido do que ele falou. Se seria só aquele momento, aquela noite e acabou ou se ele a faria feliz para sempre. Mas resolveu que não era o momento de questionar e deixou-se levar por suas palavras.
- Só me faça feliz, então.
- Seu pedido é uma ordem minha linda. 
com as duas mãos ele agarrou sua cintura e a levantou deixando-a frente a frente, corpo a corpo com ele. Suas mãos mais uma vez mostraram-se hábeis e com agilidade retiraram ou rasgaram ela nem sabe, toda a sua roupa desvendado a beleza real de todo aquele corpo.
- Muito mais linda do que eu imaginava, deliciosa eu diria. 
O ego de Vania foi ao céu, afinal ela sentia-se linda, claro e sabia que era, mas ouvir isso da boca daquele que a comia com os olhos estava sendo a glória.
- Devore-me! - ela disse sem nem acreditar no que tinha dito.
- Mais uma vez... que seja feita a sua vontade.
Sem cerimonias ele colocou-a contra a parede que estava próxima a ele e suas mãos agarraram sua nuca aproximando o máximo possível, ou impossível, suas bocas, quase transformando-as em uma só. Beijo era pouco, era algo mais intimo, mais deliciosamente dolorido que os faziam gemer de prazer. Vania se via a beira de um orgasmo a todo momento e ele pareceu perceber pois liberou uma das mãos para que voltassem a tortura-la. Não demorou muito e ente gemidos e beijos Vania teve seu orgasmo mais gostoso. Sentiu-se fraca e foi mais uma vez aparada pelo homem que a acabara de leva-la ao ponto máximo do prazer.
- Descansa um pouco, mas fique sabendo que ainda não acabou e esta longe do fim. - disse ele enquanto acariciava seus cabelos após tê-la deitado na cama. Essa nova promessa a fez reacender e num impulso totalmente inesperado para ambos ela jogou-se em cima dele.




- Então, agora é minha vez de me divertir. - e ela sem esperar resposta dirigiu-se a calça dele que ainda esta no lugar mas completamente apertada por sua ereção considerável. Retirou-a sem muita dificuldade, claro que auxiliada por ele e caiu, literalmente, de boca em seu membro grosso e ereto. Começou então a suga-lo e massageá-lo com a sua boca completamente feliz por ouvir sonoros "que delícia" ou "assim mesmo" entre gemidos de prazer. Quando ele percebeu que estava também chegando ao precipício de seu orgasmo afastou a boca dela de seu membro e o substituiu pela sua boca na dela. Então agarrou-a em seu colo e encaixou os corpos magicamente. Num ritmo frenético eles dançaram juntos, uma dança erótica e sensual que os fazia delirar de prazer. Logo Vania se viu a beira de outro orgasmo e resmungou contrariada. "Shiu" ele disse agora devorando um de seus seios com a boca e estimulando o outro com a mão, mas agora permitindo a ela dar o ritmo de seu próprio orgasmo. Ela não se fez de rogada e no ritmo certo ela gozou, mais uma vez. Sem perder tempo ele colocou-a de quatro na cama, com a bunda literalmente enterrada nele e ali manteve um ritmo de estocadas loucamente delicioso, fazendo Vania sentir-se mais uma vez exitada ao ponto de mais uma orgasmo, mas desta vez eles teria-os juntos.
Gozaram, ele mesmo parecia não parar mais de gozar, como se tivesse tendo vários orgasmos juntos e Vania permitiu-se seguir o mesmo e gozou, nem ela sabe mais quantas vezes ou se foi tão intenso que pareciam muitas.
Entregaram-se ao cansaço e dentaram um ao lado do outro até adormecerem sem nem ao menos ela saber seu nome.

- Vania, esta de volta? - era Dr Gabriel chamando Vania a realidade.
Ela custava a abrir os olhos, pois não queria sair daquele maravilhoso sonho.
- Pelo que pude perceber progredimos muito em apenas uma seção, não é verdade?
Ela despertou por não entender o que ele tinha dito.
- Como assim Dr?
- Fácil querida. A chave para os seus medos é apenas amar e ser amada pelo que você realmente é, e não pelo que aparenta ser. Você vive uma fantasia constante, mascarada por seu medo de não ser aceita e com isso afasta pessoas de você, por isso sente-se tão só.
Vania já mais consciente passou a entender a linha de raciocínio do Dr Gabriel e o olhou nos olhos, reconhecendo neles o olhar quente que a seduziu minutos atrás.
- O senhor pode estar certo, mas acho que ainda precisarei de mais seções de terapias!
Ciente da direta que acabará de levar, Dr Gabriel apenas consentiu com a cabeça e despediu-se, deixando a ela o livre arbítrio de voltar a procura-lo ou não, mas sabendo que ela seria uma nova e misteriosa paciente em sua vida e certamente ou quem sabe, o ajudaria em seu conflito amoroso pessoal.



Beijinhos
Roberta Farig




13:39

2° Conto da Serie "Desejos de Mulher" - Vencida pelo prazer

Vencida pelo prazer.


Depois de alguns livros e matérias o masoquismo no sexo e todo esse novo mundo passou a ser visto com outros olhos, mas ainda sim é bem polemico. Para a Katy o masoquismo no sexo é sinônimo de prazer. Uma mulher independente que sempre viveu sua vida lutando por seus objetivos sozinha, sem jamais ter precisado de um homem ao seu lado a ajudando a ser feliz. Como ela mesma diz, "homem só sob o meu comando, seja na cama ou na lama".
Ela é uma arquiteta famosa que é acostumada a lidar com homens durante todo o seu dia, sendo eles subordinados a ela. Sempre impondo respeito em seu local de trabalho nunca permitiu que um de seus empregados ultrapassassem qualquer limite de respeito para com ela.
O problema é que agora a coisa mudou e seu controle total esta ameaçado por seus desejos escuros.
Uma nova obra foi destinada a supervisão de Katy e ela entusiasmadíssima aceitou o desafio. É uma casa no campo, cerca de duas horas afastada da cidade de Caçapava, interior de São Paulo, que é onde ela mora. A casa é de um médico muito conhecido pela família dela e fica na cidade de Paraibuna. Foi herança de família e agora como este medico já alcançou uma certa idade, procurou a Katy para que ela pudesse deixar a casa confortável para hospedá-lo.
Ela achou por bem não levar sua equipe de obras até a cidade, ciente de que tornaria-se caro hospeda-los. Claro que isso a deixava incomodada, pois conhecia muito bem o trabalho de sua equipe e confiava muito nele. Mas como esse projeto já estava sendo um desafio a ela por vários motivos achou por bem desafiar-se ainda mais.
Katy anda em uma fase muito confusa de sua vida, onde o conflito entre sua idade e estilo de vida andam a perturbando. Ela acaba de completar 35 anos, e destes dedicou mais de doze anos na pratica de uma opção sexual muito peculiar, o sadomasoquismo sexual. Assim que Katy entrou para a faculdade de Arquitetura e Urbanismo descobriu junto com os números e projetos, o amor. Ela se apaixonou no primeiro dia de aula por um misterioso colega de sala que a seduziu com o primeiro olhar. Victor era o tipo de homem que captava uma mulher apenas com o olhar hipnotizando-a e levando-as para o seu mundo peculiar.
Victor era um adepto ao BDSM e seguia a risca o que seus extintos totalmente voltados para a realização do prazer com dor o estimulavam. As mulheres eram tratadas por ele como servas do prazer e ele usava e abusava delas por um tempo, o suficiente para extinguir do coração delas o sentido do amor no sexo e obriga-las e tornarem-se seguidoras de sua saga masoquista. Ele não era uma pessoa ruim, apenas era um homem que não acreditava no amor e só se tornava sua submissa aquela que quisesse.
Pois bem, Katy resolveu que valia a pena tentar, até por que ela acreditava que conseguiria faze-lo mudar de ideia. Ledo engano. Foram alguns meses sendo submissa dele, mas o suficiente para que ela fosse mais uma adepta ao BDSM completamente desacreditada do amor. Na verdade Katy criou uma certa resistência a homens, onde ela passou a encara-los como seus submissos em todos os momentos de sua vida, sem deixar-se comandar por nenhum deles.
A única diferença de Katy para Victor é que ela não mantinha um relacionamento sexual longo com nenhum dos homens que se submeteram a ela. "O seguro morreu de velho" - dizia ela temerosa de que um envolvimento pudesse trazer a ela o sofrimento do passando quando tinha se apaixonado por Victor e ele mostrou da pior maneira de que amor não existe. Na verdade ela acredita no amor, só tem medo dele.
O problema é que agora ela tem sentido-se muito só, poucas amigas a restaram, sua família foi se reduzindo e ela percebeu que não é adepta a solidão. No fundo ela achava que isso era apenas uma crise e que logo passaria, mas seu intimo teimava em mostrar que não, que sua vida estava prestes a mudar.
Essa nova obra certamente iria fazer bem a ela, novos ares, novas pessoas e quem sabe novos submissos, isso sim a deixava exitada.
A nova cidade parecia bem pacata, uma tipica cidade de interior onde todos se conheciam e sabiam da vida de cada um dos moradores. Isso não era bem o que Katy queria para sua vida, ter pessoas bisbilhotando sobre sua intimidade, mas não deu importância. Seriam apenas quinze dias e então ela voltaria a sua vida louca e dominadora.
Ela contactou um amigo de faculdade que era morador da cidade para que ele a auxiliasse a conseguir mão de obra qualificada para seu trabalho na cidade. Ele a ajudou dando a ele o nome de um empreiteiro muito conhecido por seu excelente trabalho na cidade.
- João eu preciso que tudo fique pronto em no máximo quinze dias, você acha que consegue? - Katy estava com o empreiteiro apresentando a ele a planta do projeto de reforma e revitalização da casa.
- Sem problemas Sra Katy, tenho três homens disponíveis no momento e que ficaram a sua inteira disposição.
João indicou para a obra seu filho Fabio e mais dois funcionários, Tyler e José. Altiva ela deu todas as recomendações a eles na frente do empreiteiro dizendo que obediência era um ponto crucial para que eles fechassem negocio e todos concordaram que seria corretos em seu trabalho. Antes de se despedir para que no dia seguinte começassem as obras ela resolveu olha-los com outros olhos e percebeu que entre eles existia um homem que mexia com seus instintos, o José. Um homem que exalava sexo por seus poros. Alto, moreno queimado do sol, mas com o cabelos claros, seus olhos eram esverdeados, o que dava um ar de mistério e sua boca era a mais carnuda que ela já tinha visto. Uma beleza exótica e completamente rara, o que a instigou mais ainda. Respirou fundo para não exercer ali mesmo seus poderes de dominação afinal não era essa a intensão dela principalmente em se tratando de uma cidade de interior onde todos ficavam sabendo de tudo. Ela sonhou a noite toda com José e não foi o que ela esperava, pois ela era a dominada por ele. A ideia fez com que ela repensasse em sua maneira de encarar o sexo e quem sabe o amor.
Durante toda aquela semana as obras andaram como o esperado e todos estavam ficando satisfeitos com o resultado. Fabio sempre era quem mantinha contato com Katy sempre muito solicito e até atirado demais, mas não conseguiu atrair a atenção dela que estava toda voltada para o José. Para surpresa de Katy ele poucas vezes olhava para ela, apenas uma das vezes em que ela ficou hipnotizada olhando-o foi que eles trocaram olhares, mas ele a rejeitou. Ao final da obra Katy descobriu que o homem não era tão perfeito, não para ela por ser recém casado e sua esposa estar grávida quase a ponto de parir.
Assim que o trabalho terminou, e ficou tudo perfeitamente lindo, ela não contou tempo e retornou a sua casa e para sua vidinha de sempre. Nada mais parecia como antes, pois o amor parecia ter brotado novamente no coração da Katy. Ela não entendia o por que, afinal tinha sido apenas mais um homem, o problema é claro, é que pela primeira vez em muito tempo ela foi rejeitada. Isso trouxe a ela lembranças do passado e traumas escondidos em seus mais íntimos sentimentos.
Foi então que ela resolveu buscar alguém que a ajudasse e foi então que ela buscou na internet e encontrou o site muito básico e sucinto do Dr Gabriel, um especialista em sexologia. Ela ficou meia desconfiada, pois talvez não saberia como confidenciar a ele seus segredos mais íntimos, mesmo assim resolveu tentar.
Foram necessárias mais de duas seções de terapias para que ela pudesse se abrir e pouco a pouco contar sua triste e sensual história de vida envolvendo sexo, masoquismo e amor. Ela o achou sensual e mil coisa passaram a tornar-se parte de sua imaginação durante a segunda seção.
- Agora Katy tente relaxar, vamos buscar dentro de você a alternativa para que você possa resgatar dores do passado e transforma-las em força para o que esta por vir. E quem sabe conseguiremos que seus traumas sejam esquecidos.
Katy então se entregou e seus sonhos mais íntimos, onde ela deixa de ser a masoquista para ser a submissa.



Ela estava sendo levada para algum lugar desconhecido pelo homem que tinha roubado seu coração. Ele era lindo, alto e forte, alem extremamente intimidador, o que deixava ela excitada e amedrontada. Ele era a copia fiel fisionomicamente do Dr Gabriel, mas parecia mais bruto, menos carinhoso.
- Onde você vai me levar?
- Não tenha medo mocinha, eu apenas quero te mostrar como é bom ser controlada, ao invés de ser controladora.
Nada mais ela teve coragem de dizer, apenas se rendeu a ansiedade do que estava por vir.
Chegaram em uma fazenda que parecia abandonada. A casa é gigante, mas para sua surpresa eles se dirigiram para o paiol nos fundos. Um lugar muito rustico, muito simples, mas todo iluminado por velas, ao que parece um lugar pronto esperando pela noite que estava começando.
- Entre e sente-se ali. - Ele apontou para a cadeira no canto do paiol.
Ela se sentou, mas sentiu-se intimidada por isso, afinal não estava acostumada a seguir ordens. O lugar tinha sido realmente preparado com um tule que descia do teto dando a impressão de uma cortina transparente em volta de uma cama improvisada.
Ele foi pouco a pouco despindo-se na frente dela, não deixando em momento algum de trocar olhares com ela. Aquilo era mais que excitante, era enlouquecedor. Ela sentia vontade de tocar nele, de poder usufruir daquele momento de perto, mas foi torturada a distância.
- Esta sedenta mocinha? Bom, essa é a minha ideia, deixar você no seu limite. Não é isso que gostas de fazer com seus submissos? Pois bem, agora é a minha vez.
Katy foi pega sem esperar por seu ponto fraco. Ela deu uma gargalhada pensando. - imagina se eu serei submissa de homem algum - . Ele a olhou sério, demonstrando que não estava brincando.
- Não achas que estas exagerando? Afinal não é uma tarefa fácil fazer-me de submissa.
- Ai que você se engana. - Ele disse dando uma sonora gargalhada sinistra.
Qualquer um sentiria medo nesse momento, mas ela ficou com ainda mais tesão.
- Pagando para ver. - Provocou Katy.
- Pois então ficarei rico e você paupérrima.
Ele foi caminhando lentamente até ela apenas de cueca box preta, mas antes pegou algo dentro de uma caixa que estava em cima de uma prateleira. Eram algemas.
- Estique seus braços. - Disse ele em tom de ordem, mas Katy negou-se a aceitar. - Eu mandei você esticar seu braço Katy. 
O tom ameaçador era exitante e ela não conseguiu conter-se. Levantou-se olhando em seus olhos e o desafiou.
- Ninguém manda em mim.
Pois ela não terminou de falar e ele envolveu-a em seus braços, fazendo uma manobra virando-a de costas para ele com as mãos para trás e em um clic ela estava presa por algemas.
- Moça teimosa eu gosto muito, é um desafio a mais para mim. - Disse ao pé de seu ouvido e mordeu de leve a ponta de sua orelha.
Arrepios percorreram o seu corpo e ela então percebeu que estava perdida ao mandos e desmandos desse homem tão másculo e sedutor.
Pouco a pouco, como tortura, ele foi tirando sua roupa. começou pelo sapato, depois tirou uma alça do vestido, e outra deixando-a apenas de lingerie. Logo ele começou a massagear o corpo dela começando pelos ombros, costas, bunda coxas até chegar aos pés. Então ele voltou sua caminhada por entre suas pernas e acariciou-a onde ela mais ansiava.
- Ahhhh - Ela gemeu e ele deu um leve tapa na sua bunda.
- Quieta. - Disse ele mais uma vez desafiador. - Prometo dar-te prazer mais deves ficar calada e abster-se a falar apenas quando eu mandar, entendeu?
Ela negava-se a aceitar isso, completamente dividida entre a ira e o tesão.
- Eu perguntei se você entendeu?
- E se eu disser que não? - Ela não conseguia se conter.
- Ai terei que te mostrar que quem manda realmente aqui sou eu. 
Não aceitando ela virou-se para encara-lo e foi surpreendida por um beijo quente e desejoso, que a fez perder o folego.
- Sente-se!
Ela não se atreveu mais a falar, conteve-se a deliciar-se com tudo que estava por vir e depois pensar no que fazer para vingar-se. Foi despida completamente, mas não teve vergonha, até por que é dona de um corpo escultural e ele literalmente babou ao observa-la.
Ele invadiu-a com seus dedos habilidosos e ela abriu as pernas sem medo algum facilitando seu acesso a ela. Ele sorriu vitorioso e pela primeira vez ela estava amando ser vencida. Seus quadris passaram a dançar conforme o ritmo de seus dedos e uma emoção nova passou a pairar entre eles. Eles encaravam-se e logo não conseguiam mais resistir a apenas isso. 
Eles se agarraram como se não mais conseguissem manter-se afastados e beijaram-se com um desejo intenso e quando perceberam já estavam conectados um ao outro num ritmo frenético. Ela sentada em seu colo enquanto ele estava sentado no chão do paiol sob cama de palha improvisada que estava no chão.
- Você é um perigo, e eu adoro correr riscos. - Declarou ele enquanto tomava folego.
- Eu sei fazer valer a pena, Vitor. - Declarou ela vitoriosa e desta vez ele não se atreveu a contestar.
Eles tiveram um orgasmo perfeito no estilo "papai e mamãe" mas digno de um filme erótico, tamanho o desejo transmitido por eles durante toda a relação sexual.

- Acabou nosso tempo por hoje Katy, mas acho que desta vez foi bem proveitoso, não acha?
Ela foi retirada de seus mais íntimos pensamentos pelo Dr Gabriel. Estasiada ela passou a perceber que sua maneira de viver a vida sexualmente não estava totalmente errada, mas que ela deveria a partir de agora permitir-se mais.
- Sim Dr Gabriel, foi a melhor terapia que já tive e certamente não precisarei mais dos seus serviços.
Ele a olhou assustado, mas logo percebeu por ela estar suada e completamente sem folego que seus conselhos e jogos tinham dado certo para mais uma paciente. Pena que com sua mulher ele realmente não conseguia um melhor resultado. Mas sua pesquisa sobre os segredos ocultos das mulheres continuava, e ele não desistiria assim tão fácil de conseguir descobrir um meio de satisfazer sua insaciável mulher.


Beijinhossss
Roberta Farig



21:10

1° Conto da Serie: "Desejos de mulher" - Contos eróticos - "Leitura do prazer."

"Leitura do prazer"


Hela sempre buscou a paz que a literatura a trazia, lendo e relendo determinados livros mediante a resposta da leitura em sua vida. Sempre muito movida a emoção, tem nos livros épicos seu predileção, mas jamais abandonando o romantismo de um bom Romeu e Julieta básico.

Tem apenas 23 anos e já vive um relacionamento de cinco anos com o agora seu noivo Luka. Um homem muito jovem, que é ambicioso e ainda muito imaturo, dificultando muitas vezes a vida de sua amada. Hela sonha alto, sonha em viajar, conhecer o mundo, conhecer pessoas e vivenciar diferentes momentos, quem sabe tendo a possibilidades de reviver algo que leu nos livros. Ela sonha alto, mas sempre com os pés no chão, o que é bom, mas a limita muito.

Sua vida sexual sempre foi muito boa, pelo menos é no que ela acreditava já que o Luka foi seu único homem na cama. Sim, e apenas na cama mesmo já que ela nunca saiu dela para fazer amor com ele. Ela mora sozinha a dois anos, desde que se formou na faculdade de Biblioteconomia e tem a liberdade de sua kit net para fazer o que bem entender. Luka a visita nas quartas feiras e nos finais de semana e é nesse período que eles entregam-se um ao outro para fazer o tradicional papai e mamãe.

Até então a vida dela sexualmente falando era normal e muito boa, ela tinha um orgasmo por mês, mais ou menos, e nem sempre seu noivo se preocupava com isso, satisfazendo-se apenas. Só que ela então foi presenteada por uma amiga com uma série de livros muito diferente de tudo que ela já tinha lido, a Série CrossFire. No inicio ela ficou muito intimidada com o que ela encontrou numa rápida pesquisa sobre o primeiro livro "Toda Sua" na internet. - " Gideon é o homem perfeito, rico, bonito e muito bem sucedido, alem de ser um amante perfeito. Cheio de defeitos e problemas emocionais causados no passado que não impediram que a também problemática Eva se encantasse por ele e passassem então, juntos a viver uma intensa e erótica história de amor." - Intrigada e muito curiosa ela deu inicio a leitura do livro na terça feira, assim que o ganhou. Irritou-se pois teve que parar sua leitura na quarta por causa da visita de seu noivo, e o evitou ao máximo intrigando-o. Na quinta deu continuidade a leitura e na sexta concluiu em tempo recorde, trocando o sono pela história dos três livros. Excitação a definia ao ler a ultima linha, claro que regada a indignação por ter que esperar a continuação desta serie tão quente, que na verdade aqueceu a vida de Hela.

Após tudo isso, todas essas informações a cabeça de Hela começou a vagar por caminhos até então desconhecidos, fazendo com que ela analisasse sua vida amorosa e percebesse que deixa muito a desejar. Desesperada Hela decide procurar uma ajuda profissional, e no catalogo médico de seu plano de saúde ela encontra um terapeuta que é especializado em sexologia. Em principio fica incomodada pelo fato de ele ser um homem e exita em consultar-se com ele, mas depois de muito pensar e perceber o tamanho da confusão que tem em sua cabeça ela decide ceder a seu preconceito e agenda uma consulta.

No dia da consulta ela estava muito nervosa, sentia-se como uma mulher adultera que iria praticar tudo que sua mente desejava que seu corpo fizesse. Piorou muito quando ela adentrou o consultório e se deparou com o Dr Gabriel. Um homem maravilhosamente lindo, moreno e com um sorriso de encantar qualquer princesa em sua torre encantada. Percebendo o estado de conflito em que a Hela se encontrava o Dr convidou-a a sentar-se e relaxar, colocando uma música instrumental. Pouco a pouco, ouvindo a música e sendo observada pelo Dr, Hela foi relaxando, mas ao mesmo tempo foi aquecendo. Respondeu algumas perguntas de praxe do terapeuta e então foi surpreendida.

- Srta Hela, o que posso fazer por você? - Pergunta muito sugestiva, pensou Hela.

- Na verdade Dr eu nem sei ao certo por que vim parar aqui, ou sei. Não, eu já nem sei mais. - Confusa com sua mente a vagar e observar o terapeuta Hela se viu perdida.

- Vamos por parte Hela. Você sabe minha especialidade e então imagino que o motivo de sua visita ao meu consultório seja sexo.

Essa palavra causou calafrios em seu corpo, fazendo com que ela tremesse de verdade.

- Sim - Foi o que ela conseguiu responder.

- Certo. E como anda sua vida sexual Hela? - Direto e objetivo, pensou Hela e ainda por cima permitindo uma intimidade.

- Boa. - Ela respondia mais com seu corpo do que com sua boca.

- O que é ter uma relação boa para você Hela?

O que responder agora? - Hela pensou. Afinal de contas o "boa" até poucos dias atras era o suficiente, mas agora depois de Gideon nada que Luka fazia era suficiente. Seu corpo ansiava por mai, muito mais.

Vendo que Hela viajou em sua imaginação e não respondeu sua pergunta o terapeuta atrevido foi mais longe em sua investigação.

- Conte-me Hela o que te faz vagar assim, imaginando algo que faça seu corpo reagir tão visivelmente.

Ela surpreendeu-se com a observação do Dr, mas em momento algum sentiu-se incomodada. Na verdade sentiu que poderia se soltar e trazer seus sonhos para a realidade de seus lábios, quem sabe assim tornando-o um pouco mais real. Então ela passou a relatar o que vinha guardando dentro de um lado bem escondido de seu corpo, um desejo capaz de muda-la totalmente.

"Eu estou em minha biblioteca arrumando os livros da ultima prateleira do corredor T, já é final do dia e estou contando os minutos para ir embora. Passo então a perceber que estou sendo observada e resolvo brincar com meu admirador. Pouco a pouco passo a evidenciar meu corpo com movimentos calculados em cima da escada de três degraus que me leva a prateleira mais alta. Abaixo e levanto inventando uma nova ordem para os livros, sendo que na verdade busco apenas fazer com que minha bunda se evidencia em meu vestido justo de Oxford preto. Eu estava arazando só não contava que meu sapato scarpan fosse me trair nesse momento e assim que ele prendeu no degrau eu perdi o equilíbrio e cai.
Acreditei que fosse me esborrachar no chão, mas percebi que tinha sido salva. Ele estava perto, bem mais perto do que eu imaginava e agarrou-me em seus braços. Senti-me acolhida e encarando aqueles olhos negros me observando não contei tempo, em agradecimento beijei aquela boca sem nem esperar uma autorização. Beijei com vontade, como quem precisasse daquele beijo para viver, com uma ânsia de querer mais de tudo que tinha vivido.
- Tão sedenta. - Ele exclamou sem folego - Deixou-me com gostinho de quero mais.
- Não fique apenas com o gostinho, coma toda a fruta. - Insinuei e fui compreendida.
Ele me carregou até os fundos da biblioteca para termos um pouco mais de privacidade, afinal tinham ainda com alguns leitores dentro. La entre uma pilha de livro e outra ele dominou mais uma vez minha boca e eu permiti que suas mãos passeassem por meu corpo indicando-o onde eu as queria. Não parecia ser preciso indicar algo a ele já que aos poucos ele dominou também meu corpo apertando e sugando diferentes pontos dele, fazendo-me sucumbir ao desejo de ser devorada.
Minha bunda estava sendo deliciosamente amassada por ele que dizia-me a todo o momento frases simples e exitantes como " você é uma delícia" , "quero provar de você todinha" ou ainda "culta e gostosa, combinação perfeita para um sexo surreal". Eu gargalhava, baixinho claro, mas não conseguia conter meu riso o que o deixava ainda mais atiçado ao prazer. Então o ziper de meu vestido foi aberto e ele caiu por minhas pernas deixando-me apenas de calcinha, já que não usava sutiã neste dia. Surpreso com essa visão ele não pensou e devorou meus seios sugando forte e estimulando-os. Delirei com uma leve mordida no meu mamilo e meu quadril respondeu rápido mexendo excitado. Agarrei então sua bunda e aproximei nossos corpos para que eu pudesse senti-lo e como foi impressionante essa aproximação. Ele parecia grande, enorme na verdade e nem assim eu tive medo, pelo contrário, muito melada passei a sussurrar em seu ouvido "quero você dentro de mim", "grande e duro, quero agora" e ainda "me come de uma vez". Meu pedido, uma ordem. 
Delicadamente ele retirou minha calcinha, me deixando intrigada. parou em minha frente deixando uma pequena distancia entre nós que incomodou-me um pouco.
- Nem em meus melhores sonhos imaginei ter tão bela princesa.
Achei linda a sua colocação, mas não desejava ser a princesa e sim a puritana que quer pecar.
- Pois eu não desejo um príncipe. - Declarei o deixando intrigado. - Desejo um predador. 
Ele sorriu, retirou seu sapato, depois a camisa desabotoando-a um a um os botões, torturando-me. Não perdi tempo e minha mãe foi direto para minha abertura sedenta por ele. Aquele striptise estava me levando a loucura e minhas mãos acompanhavam o ritmo de meu desejo. Quando ele estava só de cuecas eu estava já a ponto de gozar, mas fui impedida por ele, que substituiu minha mão pela sua, usando a outra para massagear meus seios e sua boca para selar meu orgasmo. Não demorou um minuto e eu gozei, sentindo minhas pernas moles pelo prazer. Vendo que eu fraquejava ele pegou-me em seu colo e sem cerimonias adentrou seu membro grosso e duro dentro de mim, fazendo-me gemer de prazer e dor. Apesar de estar muito molhada do orgasmo que tive ele era muito grande e precisei de algumas estocadas intensas dele para que me adaptasse. Foi também o tempo que precisei para reacender e permitir que me preparasse para o novo orgasmo que meu corpo ansiava.


Metendo com força, mordendo meu pescoço e sussurrando "gostosa", "apertadinha" e " que tesão" e vi que estava chegando perto outra vez. Agarrei seus cabelos e mordi de leve sua orelha. "Vou gozar" eu o avisei e ele muito tesudo aumentou o ritmo da estocada e logo, juntos, gozamos.
Fiquei sem forças, nem para colocar meus pés no chão e impressionada pois ainda o sentia duro dentro de mim. Ele ofegava e sentia o sorriso dos seus lábios em meu colo. Pena que tivemos que desfazer esse amontoado quente que tornamo-nos pós sexo em decorrência de que não estávamos sozinhos. Uma porta para um quartinho de limpeza estava próxima a nós e eu fiz sinal para que fossemos para lá. Ele com uma habilidade incrível pegou nossas roupas mantendo-se ainda dentro de mim e fazendo-me gritar baixinho de medo de cair e levou-me para o quartinho escuro.
Lá dentro ele me colocou em cima da poltrona velha que estava encostada em um canto e beijou minha boca mais uma vez. Logo ele estava vestido em minha frente.
- Preciso ir. - Ele declarou e para minha surpresa não sofri.
- Tudo bem. 
- Voltamos a nos ver?
- Quem sabe. - Respondi com um sorriso pra lá de vitorioso.
Ele se foi, eu fiquei lá perdida entre meus pensamentos pós foda e imaginando quem seria minha próxima vitima, já que ele era apenas mais um dos "sexos na biblioteca" que já tinha vivido."

A respiração de Hela estava alterada e  muito exitada, molhada na verdade como nunca ficou. Foi então que ela observou o seu terapeuta atras de sua prancheta fazendo anotações sobre tudo que ela havia relatado. Não sentiu-se envergonhada, ao contrario a cena que ela estava vendo agora a deixou ainda mais excitada.
Afastou um poucos as pernas e passou as mãos entre elas se fez notar-se. Dr Gabriel olhou por cima do óculos e percebeu que Hela estava trazendo seus frutos de sua imaginação para a sua realidade, o que o deixou bastante feliz.

- Muito bem Hela. Você não só soube relatar sua fantasia sexual em seu local de trabalho como também esta conseguindo desejar isso, notoriamente, agora para a sua vida, tornando seu sonho realidade.

Ela estava quieta apenas o observando, mas não mais se tocando.

- Essa é a real intensão de minhas terapias Hela. fazer com que minha paciente entenda que seu prazer dependi sim, e muito dela. Que você, Hela, pode mudar sua atual vida sexual apimentando-a sem medo algum. - Ele parou para observa-la. - Não sei se sua primeira opção seria o sexo casual em seu local de trabalho, mas que tal começar com uma bela noite de sexo com seu noivo?

Ainda cala Hela só observava e captava tudo o que o terapeuta dizia.

- Crie seu mundo tornando-o real. Ornamente com velas, uma boa bebida, talvez algo para comer também e capriche na música, isso tornara as coisas mais fácies e você certamente se soltara muito mais. Acho que vale a pena tentar e se você perceber que ainda não consegue se libertar volte e retomaremos a terapia.

Hela despediu-se de seu terapeuta agradecida. Sentia que algo mudou dentro dela e certamente iria botar seu noivo no teste. O problema é que agora não seria ela a testada e sim ele, sendo que se ele reprovar no quesito "deixa-la molhada" certamente seu relacionamento iria por água a baixo.



Beijinhos
Roberta Fari
18:03

Série: "Desejos de mulher" - Contos eróticos


Durante uma conversa descontraída com algumas amigas, todas virtuais, me deparei com a ideia de criar uma série erótica. Um série destinada as mulheres e seus desejos mais secretos.
As histórias vão ser voltadas a conversa de nove mulheres durante sua terapia com um psicologo famoso que auxilia-as a desenvolverem seu lado sensual as estimulando através de sua imaginação.
Dizem que a mente humana guarda segredos totalmente ocultos, mas nessa terapia todas vão soltar sua imaginação, sem medo de ser feliz!



"Desejos de mulher"


O Dr Gabriel é o novo terapeuta feminino do momento, causando frenesi entre as mulheres e desconfiança aos homens. Ele busca no intimo delas as respostas para seus bloqueios sexuais, fazendo assim com que a imaginação flua durante a terapia. Jamais usou disso para conquista-las ou possuí-las, mas é inevitável que o personagem principal das histórias criadas nas mentes de suas pacientes seja ele.
Ele é lindo de viver, moreno alto, bonito e sensual até quem sabe a solução para os problemas de muitas de suas pacientes. O problema é que ele é muito bem casado com Bia a 5 anos e vive um constante jogo de sedução com ela. Ela é totalmente movida a sexo o que o deixa em situações constrangedoras as vezes, pois ele deve colocar em prática muito do que ensina em suas terapias já que sua mulher é insaciável. Ela o deseja muitas vezes e quando não pode ser saciada usa de artifícios para saciar-se sozinha, mas sem deixar de excitar seu marido, onde quer que ele esteja.

Vamos as suas principais pacientes:

-Aninha. Uma surfista muito linda e sexy mas que tem problemas em se adaptar ao seu mundo. Ela vive rodeada de homens, e esses a veem como um deles, um surfista apenas, e não uma mulher. Teve poucos momentos de prazer sexualmente falando, e em todos eles sempre sentiu que faltava algo mais. Em uma conversa com seu terapeuta, o Dr Gabriel ela percebeu que sua imaginação pode faze-la surfar a onda mais perfeita e prazerosa de sua vida.

-Vania. Uma striper ainda desconhecida, mas com grande potencial. Sempre usou a dança para se sustentar e agradar a todos de sua família. Depois que completou 22 anos percebeu que não mais poderia continuar vivendo de dança, ou pelo menos não da que era aceita por seus pais. Voltou a estudar, cursando a faculdade de Artes e passou a usar das suas noites para continuar ganhando dinheiro com seu passatempo favorito, dançar. O problema é que o proibido não trouxe a ela tudo que ela esperava e através do Dr Gabriel ela pode se imaginar vivendo suas danças eróticas em troca de amo e sexo.

-Hela. Uma bibliotecária respeitada de uma universidade que sempre dedicou sua vida a literatura,tornando-se conhecedora de diferentes títulos e segmentos da arte de ler. A partir do momento que descobriu a literatura erótica começou a se questionar quanto a eficacia do sexo em sua vida. Ela é noiva a muito tempo e tem uma vida sexual conhecida por papai e mamãe que até pouco tempo a agradava muito, mas que depois passou a incomoda-la. Se achando a traidora buscou na terapia com o Dr Gabriel uma forma de extravasar seus desejos criados por sua imaginação pra lá de fértil.

-Luna. Uma aluna normal do terceiro ano do colegial. Morena, magra e alta sempre chamou a atenção por onde passava, mas nunca permitiu que chegassem perto dela. Completamente apaixonada por seu professor de Geografia vinte anos mais velho que ela e por isso passou a ter problemas escolares. Suas notas tem caído muito e então seus pais a encaminharam para a terapia. Mas para o Dr Gabriel desejar um professor é algo natural, já que ele é um homem e ela já com dezessete anos também é uma mulher. Mas, ciente de todas as impossibilidades de esse encontro amoroso acontecer e visando não prejudicar sexualmente sua paciente o terapeuta busca no intimo dela seus desejos já despertos mais sensuais usando isso para satisfaze-la.

-Ninha. Uma mulher comum, vendedora que vive sua rotina diária sem muito tempo para cuidar de si. Acaba de sair de um relacionamento bastante conturbado com traições e agressões. Busca em sua terapia uma saída para o bloqueio emocional que ela tem, já que desde o termino do namoro não consegue se envolver com homem nenhum. Ela confidencia ao Dr que existe alguém, um homem que ela observa todos os dias na volta do seu trabalho e que ele tem sido o dono de muito de seus desejos, mas que não tem coragem ainda de coloca-los em prática. Cabe agora ao terapeuta dar a ela a confiança de que ela precisa para ser feliz.

-Dine. Blogueira viciada em internet faz da sua vida um blog. Na verdade ela é dona de dois blogs. Um sobre literatura de uma maneira geral e outro sobre a sua vida particular, seus anseios e desejo, mas esse é no anonimato. Não sabe se relacionar com pessoas e busca nas terapias do Dr Gabriel uma ajuda para conseguir quebrar essa barreira virtual entre ela e o mundo. Até por que ela tem alguém que a faz ir as nuvens virtualmente com palavras quentes e declarações intimas, e é por ele que ela tem buscado essa ajuda, para ser dele como ambos tem desejado a algum tempo.
-Gaby. É uma caixa de um supermercado pequeno e pouco movimentado. Trabalha lá durante todo o dia tendo apenas o final de semana para se distrair. No trabalho busca ser responsável e correta não dando brechas a investidas de qualquer cliente. Agora ela adora a night e curte muito um bom pagode e aproveita sua diva de todas as maneiras possíveis  Só que quando ela percebe que a coisa esta esquentando com algum gato ela joga um balde de água fria e detona com toda a sedução do momento. Dr Gabriel terá a função de mostrar para sua paciente que ela pode ser feliz e pode complementar essa felicidade com uma bela noite de amo ou sexo, como ela preferir, basta ela se permitir.

-Ellen. Uma mulher de trinta e poucos anos casada a mais de quinze anos. Tem uma vida boa, boa casa, bom carro, um bom marido que a banca,tudo que qualquer mulher gostaria de ter. O problema é que ela é uma mulher com instintos masculinos, uma mulher que não consegue se contentar apenas com uma boa noite de amor com seu marido. Ela busca em outros homens o perigo e o desconhecido do sexo fazendo mil loucuras para satisfazer-se. Só que ela tem percebido que o perigo pode custar a ela muito caro e o Dr Gabriel com suas terapias ira mostra-la que ela esta certa, e que nem sempre o que é proibido é mais gostoso.

-Katy. Movida a sexo, mas não sexo convencional, ela é uma masoquista assumida. Uma mulher completamente independente em tudo que sempre se manteve e nunca precisou de homem para nada, nem para satisfazer-se sexualmente. Na verdade ela intimida os homens, pois os trata como em sua maioria deles tratam muitas mulheres, comem e jogam fora. Só que a vida cobra muito, e agora depois de anos praticando o sexo apenas como diversão ela tem se sentido só e acredita que com as terapias sexuais poderam quebrar esse paradigma de que sexo é apenas prazer momentâneo e então descobrir o sexo com amor.



Então vamos ver como será o dilema do Dr Gabriel com suas pacientes e se ele conseguirá, também com a ajuda delas, encontrar uma solução para as loucuras sexuais de sua insaciável esposa.

_________________________________________________________________________________


Bom queridos leitores e leitoras, vale informar que qualquer semelhança é mera coincidência e que essa série é realmente algo que minha imaginação desenvolveu depois de um papo super divertido com amigas muito legais.Espero que curtam e deixem sua opinião, pois ela é muito importante para essa blogueira/escritora aqui!



Beijinhos
Roberta Fari

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