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09:14

Internet e prazer, uma combinação inusitada. - Conto erótico - Final

Continuando... espero que gostem...



E assim a brincadeira começou...
Fizeram com que ele se levantasse para que elas pudessem ter mais acesso as suas vestimentas. Assim que tiraram a jaqueta, uma de cada lado dele, começaram a beija-lo. Primeiro começaram pelo rosto, depois desceram para o pescoço e subiram novamente encontrando-se em sua boca. Um beijo triplo. Três línguas unidas pelo prazer mutuo. Leon estava estasiado, tudo era muito novo e ele estava no paraíso. Então enquanto uma continuou a despi-lo, retirando pouco a pouco suas calças, a outra continuou a beija-lo e a trocar carícias. Rose tinha um beijo quente, um beijo ardente. Parecia pimenta com chocolate e ele estava deliciado. Já Vany tinha mãos de fadas, pois quando ele se deu conta estava com as calças no calcanhar e as mãos dela estavam acariciando-o por cima da cueca boxe. 
- Estou no paraíso! - Exclamou ele em alto e bom som.
Elas deram outra gargalhada, e de perto foi ainda mais gostosa de ouvir. 
Rose então desceu para acompanhar a amiga em sua jornada rumo ao céu e inferno de Leon. Elas o ajudaram a tirar totalmente a calça e também os sapatos, ficando apenas com a blusa de lã e a cueca box.
- Delicinha você, mas esta calor demais para toda essa roupa. - Vany então, com suas mãos leves, foi subindo e arrastando a blusa dele até retira-la por completo, causando arrepios por onde suas mãos passavam. Ele estava completamente envolvido. Rose então passou a dar leves mordidinhas em seu membro por cima da cueca, trazendo um gemido aos seus lábios.
- Nossa, você tem um cacete poderoso. - Rose provocou.
- Ele é ainda mais poderoso do que você possa imaginar.
- Ah, eu quero ser a primeira a provar. - Vany estava eufórica.
- Calma amiga. - Rose fez beicinho - Primeiro eu quero você.
Leon não acreditou no que ouviu. Elas o fizeram sentar na poltrona e no chão, em seus pés, começaram uma orgia particular. Beijos, toques e então despiram-se. Com meu membro latejando ele não resistiu e passou a acaricia-lo, para tentar conter um pouco o que estava sentindo.




Vany foi a primeira a receber prazer. Rose a deitou no chão e passou a beijar todo o corpo da amiga nua. Passou por seus seios e mordiscou, desceu lambendo sua barriga, virilha, até chegar no meio de suas pernas. Lá Vany começou a fazer o que gosta, chupar e Rose se deliciou com o que estava vivendo, apertando e puxando os seios para estimular ainda mais o prazer. 
Em um ritmo gostoso Rose passou a mexer seu corpo e em pouco tempo, com um gemido rouco, ela gozou.
Leon que estava estático e lambendo os lábios de tanto desejo acho que agora seria a sua vez, mas as meninas era parceiras, e retribuíram o prazer que sentiam uma com a outra.
Foi então a vez de Rose delicia-se de Vany. Ao contrário da amiga, Rose fez Vany ficar em pé, tirando suspiro do espectador que as assistia. Completamento nuas ela começaram a beijar-se com vontade, com urgência e as mãos a passearem no corpo uma da outra.
- Mãos na cabeça gostosa. - Rose ordenou e Vany obedeceu.
Rose fez a amiga apoiar uma das pernas na poltrona de Leon, levando-o ao delírio com a visão completa da buceta da morena gostosa. Ela abocanhou os seis da amiga e chupou-os com volúpia. Nem parecia que acabará de ter um orgasmo. Desceu lambendo a barriga tirando de Vany sorrisos e gemidos. E quando cegou onde queria a fez suspirar. Não só a ela Leon também suspendeu sua respiração e depois soltou pesadamente. 
Rose adentrou sem cerimonias a amiga sugando e chupando-a.
- Ai que delícia. - A voz melosa de Vany ecoou no silencio do prazer, fazendo Leon voltar a respirar. 
Ele estava sufocando de vontade de estar ali, entre elas, penetrando-as e sendo chupado também.
Pouco a pouco Vany estava se entregando ao ritmo frenético das chupadas de Rose e em segundo ela gemeu, alto e gozou. Sentindo as pernas fracas ela caiu por cima de Leon que assustou-se, mas a recebeu de braços abertos.
Rose lambeu os lábios e observou a cena da amiga toda aberta, deitada no colo de Leon.
Sem pensar muito ela foi de encontro a eles, pegou a mão dele e o fez tocar os seios de Vany. Ela gemeu e ele apalpou com vontade aquele pequenos seios firmes. Enquanto que Rose voltava a provocar Vany para tira-la do torpor do extasy pós orgasmo. 
Leon estava adorando ter aquela mulher nua em seu colo, ele podendo acaricia-la e ver a troca de carinhos que voltava acontecer entre elas. Mas desta vez ele queria estar entre elas e aos poucos foi dominando a situação.
Com as mãos começou a percorrer o corpo de Vany e a beijar seu pescoço.
- Desce mais. - Vany pedia empurrando as mãos dele para sua abertura.




Rose então deu espaço para Leon tocar a amiga e ela passou a se tocar, trocando olhares com Leon, provocando-o. Logo Leon e Vany estavam fazendo seus corpos balançar em um ritmo perfeito de prazer. Vany já entregue a um orgasmo eminente, Rose indo pelo mesmo embalo e ele com sua ejaculação a ponto de bala. Quando as meninas estavam se entregando a um novo orgasmo Leon levantou Vany de seu colo e a fez ficar de quatro. Não contou tempo, esqueceu-se até de se proteger e penetrou-a com facilidade por conta da umidade que facilitou o acesso. Rose vendo a cena não resistiu e gozou novamente. Leon ainda mais enlouquecido por ter seu pau dentro da morena começou a meter com força, sem dó. Ela gemia e pedia mais e mais. Ele estava enlouquecido e sentia que iria gozar a qualquer momento. Rose percebendo a situação foi parar em baixo de Vany e passou a chupar seus seios, levando a amiga ao delírio enquanto gozava junto com Leon.
- Caralho vocês são demais. - Leon declarou ao voltar para a poltrona.
Vany e Rose caíram no chão também entregues a fraqueza pós sexo.
Só que Rose já tinha tido o ultimo orgasmo pouco antes deles e estava novamente enlouquecida de desejo. Desta vez preferiu deixar a amiga descansar um pouco e foi para cima de Leon.
- Agora eu quero você.
Leon não acreditava na máquina que Rose era. estava exausto, mas não se fez de rogado e grudou-a pelos braços fazendo sentar em seu colo com as pernas aberta. 
- Adoro cavalgar. - Declarou ela.
- Então vem ser minha amazona, gostosa.
E eles começaram a trocar beijos, amaços, e antes de Leon pensar muito, Rose o abocanhou. Ela sabia muito bem como faze, e subia e desci com maestria por seu membro já duro e latente.
- Que pau grande e gostoso. - Ela declarava.
Vany estava novamente envolvida e enquanto Rose chupava Leon ela o beijava e mordia. O problema é que Rose queria sentir Leon dentro dela e logo voltou para o colo do macho, encaixando os corpos com perfeição.
- Puta que pariu, se pau é perfeito para a minha buceta.
- Então aproveita gostosa.
E assim ela fez, aproveitou-se. Cavalgou muito no macho, e desta vez, como Leon tinha tido a pouco o orgasmo, ele resistia um pouco mais.
- Pula gostosa, pula com vontade no meu pau. - Ele a provocava enquanto ela ia ao delírio apertando os próprios seios.
- Eu também quero pular. - Disse Vany se masturbando sentada no braço do sofá enquanto Leon chupava seus seios.
- Tem para todas!
- Não mesmo, desta vez quero ver você gozar em mim. - Disse Rose brava mordendo então a boca do macho.
Leon entendeu o pedido e levantou Rose colocando-a contra uma das paredes geladas da sala.
- Desgraçado - Rose exclamou divertida. - Agora me fode.
Ele não se fez de rogado e passou a meter o pau na buceta dela com vontade, fazedo com que as costas delas batessem contra a parede.
- Você é bom demais! - Rose declarava.
Vany passou a acariciar as bolas de Leon fazendo-o gemer e intensificar as estocadas dentro da amiga.
- Vou gozar! - Rose declarou. 
E como uma ordem Leon foi pelo mesmo caminho, gozando dentro dela até a ultima gota, judiando daquela buceta molhada.
Os três cairão no chão, um do lado do outro, sem mais forças. Vany enquanto mexia nas bolas de Leon se masturbava e teve mais um orgasmo.
Assim ficaram os três por algum tempo. Rose e Vani satisfeitas com a brincadeira e Leon estasiado com tudo que viveu.
- Precisamos repetir isso meninas. - Leon disse apoiando-se nos cotovelos.
- Foi muito bom mesmo, disse Vany, mas temos um problema. Existe mais alguém.
Leon sentiu um balde de agua fria achando que outro homem pudesse ser dono daquelas delícias.
- Sério? - Disse el descontente.
- Pois é, tem um pessoa que não é muito adepta a sexo com outro homem.
- Por certo ele é ciumento. - Disse Leon irritado.
- Não é ele, é ela. 
- Ela?
- Sim. - Vany disse divertida - A Dora é a nossa dona, se assim podemos chamar.
- Ela esta viajando e ficamos entendidas. Ai quando encontrei você na net o tesão falou mais alto e resolvemos arriscar. - Disse Rose. 
- Mas ela não gosta de homens?
- Não. - Disse Rose
- Mas nós gostamos. Só que ela nos limita. Não é ruim, sentimo-nos protegidas e somos saciadas de todas as maneiras, mas sentimos falta de uma penetração de verdade. 
- Até porque fazia tanto tempo que eu não dava para um homem que estava com saudade - Vany estava fazendo beicinho.
Rose, que entendeu, tratou de mudar de assunto e olhou para ele já sedenta, enquanto Vany já foi diretamente para cima dele.
- Mas vamos aproveitar enquanto ela não chega. - Rose deu a deixa.
- Concordo, e eu já estou pronta para cavalgar.
- Mas e depois? Acabou? - Leon parecia uma criança que perdeu seu brinquedo.
- Ah não se preocupa com isso. Depois a gente dá um jeito. - Disse Vany já rebolando em cima do colo dele.
Não acreditando em tudo aquilo Leon jogou-se no chão, pedindo aos céus forças para dar conta de tanto fogo, pois as duas iriam destruir com ele, mas ele não as deixará na mão, e agora sua vontade era de satisfaze-las ao máximo, para ter a chance de repetir tarde como aquela muitas vezes.



E ai, gostaram??? Deixem aqui sua opinião, pois ela é muito importante para mim.
Voltem sempre e aproveitem a vida com responsabilidade, mas não muita! rsrsrsrs


Beijinhos
Roberta Farig - Escritora
20:49

Internet e prazer, uma combinação inusitada. - Conto erótico - Parte 1

Bem vindos!!! Saudades de vocês!!!
Estive ausente, mas estou sempre por aqui... Basta minha imaginação fluir pelos caminhos da perdição que eu volto rsrsrsrs 

Esse é mais um daqueles textos que nascem assim, do nada... De uma conversa entre amigos, de um desejo secreto... Nasce e vem com tudo... Destruindo que o lê. Este conto é composto de duas partes... Ele fala de um tema bastante polêmico, até criminoso, mas que neste conto vai ter apenas o toque erótico que uma relação muito comum, mas pouco real.Apreciem sem moderação... e deixem suas opiniões. Elas são muito importantes para esta que vos escreve... Sejam sempre muito bem vindos e boa leitura! ;)


Imagem retirada da internet: www.diariodocentrodomundo.com.br


Internet e prazer, uma combinação inusitada.


A internet é um perigo, lugar onde muitos se encontram e outros tantos se perdem...
Na vida virtual tudo é permitido, basta um computador, um meio de comunicação virtual, para que o passaporte para o mundo de pode tudo seja carimbado.
Para algumas pessoas o mundo virtual é algo paralelo, onde estes aproveitam para interagirem, conhecerem e desbravarem horizontes longínquos. Já para outros é o mundo real, o que é vivenciado no dia a dia, mesmo atrás de um tela de computador.
E Leon se enquadra nesse grupo de "outros".
Ele, no auge dos seus trinta anos, é um solteiro nato, sem pretensão alguma de compromisso sério, faz da internet seu reduto sexual. Um nerd virtual, Leon é programador e criador de sites, portanto sua vida gira 24 horas em torno de seu poderoso computador. Ele é um homem bonito, nada demais, até por não ser adepto de exercícios, mas tem boa alimentação, pois cozinhar é seu passatempo favorito, e anda de bicicleta, em seus únicos momentos fora do mundo virtual. Filho único e de mãe falecida, não tem lá muito contato com a família, em especial  com o pai, por quem tem um sentimento de rancor. Resumindo, seu pai ficou viúvo e nem bem o corpo de sua mãe esfriou no caixão, ele já estava com outra. E Leon presenciou isso, na sala de sua casa, em plena dor da perda nos seus dez anos de vida. Desde então se fechou para o mundo, e batalhou muito para sair o mais rápido possível do convívio de seu pai. Como adentrou ao mundo da informática, com quatorze anos já estava criando páginas na internet e dando assistência virtual a clientes com problemas em seus computadores.  Com dezesseis teve sua carteira assinada por uma destas empresas que aceitam que o funcionário trabalhe em casa e com vinte anos se formou em TI, tendo assim possibilidades de se manter sozinho e realizando o sonho de manter distancia de seu depravado pai. Nerd, não é verdade?
Mas voltando ao que interessa, ao mundo promiscuo de Leon, ele por ser só não teve namorada e muito menos se casou algum dia. Ele busca no mundo virtual satisfazer seus desejos. Quer dizer que ele nunca teve relação sexual com alguém? Sim e não. Com dezesseis anos ele estava apaixonado por uma menina da escola. Ela era bonita e bem cobiçada. Nunca deu bola para ele, e Leon também nunca se fez notar muito. A não ser nos trabalhos de sala de aula, em que todos queriam ser seu parceiros, por conta de suas notas altas. UM dia, em uma aula de educação física Leon foi ao banheiro e ao entrar no recinto deu de cara com a tal fulaninha levando o maior malho de um dos garotos badboy da escola. Eles notaram a presença dele, mas fingiram não dar bola. Ele ficou constrangido, mas ao mesmo tempo exitado, mesmo por que ela ficava trocando olhares com ele, provocando-o. Aquele dia Leon sentiu uma necessidade intensa de sentir prazer com uma mulher, e não apenas com suas mãos. 
Dias depois aconteceu a festa de formatura do terceirão, e Leon resolveu que deveria ir a essa festa. Tudo muito divertido, todos muito loucos, e ele na boa curtindo uma cerveja e olhando as pessoas fazerem besteiras. Quando a fulaninha resolve se aproximar dele e se insinuar. No inicio ele estranhou, afinal ela nunca deu bola para ele, mas depois não conseguia mais resistir e foi, pouco a pouco seguindo-a para onde ela ia, feito gato e rato. Logo os dois estavam sozinhos, dentro de uma sala qualquer do colégio. Ela continuou provocando-o, balançava a barra do vestido fazendo a calcinha hora ou outra aparecer. Já não mais segurando sua necessidade, Leon foi para cima dela, imprensando-a na parede e devorando sua boca. Ela permitiu, levantou os braços e deixou que ele a tocasse e beijasse. Ele estava no céu, pois acreditava que aquele dia iria perder sua virgindade. Ledo engano. Quando a coisa começou a esquentar e ele já estava pronto para ir as vias de fato, o mesmo badboy do outro dia entra no recinto e junta da fulaninha eles humilham Leon. Falam coisas do tipo - Você é otário! - ou ainda - Achou mesmo que eu ia dar para você, virgenzinho? - e para finalizar o escorraçaram, fazendo-o passar uma enorme vergonha.
Já na rua, totalmente revoltado e com a raiva dominando seu ser,  ele se deparou com uma prostituta. Ela era uma mulher jovem, bonita. Aparentava ter pouco mais de vinte anos. Ele muito encorajado por sua raiava a abordou perguntando qual era seu preço. Ela o deu e ele pagou para tê-la. E foi assim, em um quarto barato de um hotel da cidade que Leon perdeu sua virgindade. Ao menos foi em grande estilo, com direito a barba, cabelo e bigode. Assim que terminou ele se levantou e partiu sem olhar para trás, e deste dia em diante jurou que nunca mais nutriria sentimento algum por mulher alguma que não fosse o da satisfação de seu prazer. E assim ele fez, e faz, usando o sexto como um momento de relaxamento. Seja com prostitutas, ou da maneira que ele mais curte, virtualmente.
Chegamos então no grande ponto, o prazer maior do Leon: - O sexo virtual.
Louco isso? Sim, para muitos pode ser, mas para ele é satisfatório, é exitante, é estimulante. 
Ele, sendo um sabe tudo virtual, criou um perfil falso, um fake, onde ele se relaciona virtualmente com mulheres de todo o canto do mundo. Não chega a ser tão fake assim, já que a imagem que ele usa é a dele mesmo, só criou um nome e demais dados para usar nesses casos. Ele abusa das mentiras e enganações para conquistar a mulherada e tê-las, virtualmente, da maneira que mais gosta: Nuas e exitadas por ele.
Ele ama vê-las se masturbando e se exita ao ponto de gozar vendo-as despir-se e muitas vezes brincarem com seus acessórios eróticos. Poucas foram as vezes que ele permitiu que esses encontros virtuais se tornassem real. Mas, quando ele acha que vale a pena, que a foda vai ser ainda mais gostosa fisicamente do que virtual, ele marca encontros secretos em lugares estratégicos, escolhidos a dedo por ele, para os tais encontros as escuras. 
Só que muitas vezes o inusitado nos surpreende, e então deparamos com uma realidade tentadora. Foi exatamente isso que aconteceu com Leon.
Era uma noite fria de inverno, uma sexta feira. Leon já estava no seu segundo copo de whisky cawboy, totalmente entediado, até que em sua tele aparece alguém o chamando para conversar. Era uma tal de Rose. Dizia ter vinte e dois anos, ser baixinha, loira e bem afortunada de carne distribuída pelo corpo. Pela localidade, parecia morar próximo a ele. Isso o incomodava um pouco, afinal ele divulgava a sua imagem, mas seu perfil era totalmente falso. Ficou olhando aquele - Oi! Vamos conversar? - por alguns minutos, se questionando se deveria ou não dar continuidade a conversa. Até que resolveu arriscar, afinal ela parecia ser bem fogosa, diante das fotos que postou na tal rede social.
- Oi tesão... quer conversar?
- Conversar? Sim... e quem sabe algo a mais. - Respondeu ele na lata, sem rodeios.
Leon ajeitou-se na cadeira, totalmente envolvido pelas possibilidades.
- O que faz uma delícia dessas em casa em plena sexta feira a noite?
- E agora? Entediada rsrsrsrs
- Então me procurou para acabar com seu tédio, certo?
- Se você esta falando, eu vou acreditar. 
Leon estava sendo desafiando, e isso o incomodava muito, pois ele era quem desafiava, ele quem dominava a situação.
- Esta me desafiando? - Perguntou.
- Estou querendo ver do que você é capaz. - Ela era direta.
- Sou capaz de te levar ao céu e ao inferno, mas a escolha é sua.
Ela demorou um pouco para responder, Leon até achou que ela fosse deixa-lo na mão, isso que ele nem a viu pela webcam, mas não...
- Quero ir aos dois extremos, topa? Ou melhor o que você topa?
- Ah mocinha, eu topo tudo que me dá prazer.
- Egoísta você?
- Sim e não, pois se me dá prazer é porque estou levando a pessoa ao meu mundo particular do prazer.
- kkkkkkkkkkk convencido ein!
- Você acha? - Ele respondeu sarcástico.
- Gosta de brincar?
- Brincar? Só se for de pega pega rsrsrsrs
- Hummm também adoro brincar de pega pega, mas o gostoso é quando brincamos em mais pessoas né.
Sinal vermelho! Foi o que brilhou na mente de Leon neste momento.
- Não curto brincadeiras em grupo, pois não sou muito sociável.
- Calma gato arisco rsrsrs não precisa ter medo.
Ela estava abusando da educação dele.
- Medo? Não é medo, é questão de privar por algumas coisas.
- Você gosta de exclusividade, é isso?
- E privacidade.
Mais uma vez ela sumiu, ficou alguns minutos sem se comunicar e por fim ele estava até aliviado, pois teve receio de levar aquele jogo de sedução adiante.
Foi quando uma chamada de vídeo apareceu em seu computador, era ela. Ele ficou pensando se aceitava ou não aquela invasão. Em outros momentos ansiava por isso, por ver quem estava por detrás da tela, mas hoje tinha receio do que poderia encontrar. Resolveu aceitar, mas manteve-se oculto.
Para a sua surpresa ela estava só, e ela exatamente igual as fotos e suas descrições, gostosa. Estava de vestido branco, mais parecia uma camisola.
- Olá! - Ele a saudou.
- Oi que bom que me aceitou, achei que estava com medo de mim.
- Medo de você? Não gata.
- Pois é, sou uma gata né, uma felina bem arisca. - Digitou ele lambendo os lábios. - Mas e ai, vamos brincar?
- Vamos sim. - Ele já estava empolgado novamente.
- Oh delícia! Mas tem um probleminha...
- Qual? - Perguntou ele.
Foi então que ela chamou alguém para aparecer na tela também. Para a surpresa dele era outra mulher. Uma morena, quase ruiva de lábios carnudos e cabelos curtos.
- Ora ora, temos visita? - Peguntou ele divertido.
- Pois é, essa é minha amiga Vany.
- Oi deliciosa. - Ele a saudou e ela respondeu com um aceno e um beijo jogado.
- Nós duas estávamos aqui entediadas, já cansadas de brincar sozinhas, e resolvemos procurar alguém pra brincar com a gente, você topa?
- Claro que topo. 
- Mas temos um problema. Como vamos brincar sem ver você.
Leon ainda não tinha ligado sua webcam, e antes de liga-la deu uma olhada no espelho e decidiu que estava pronto para brincar.
- Olha ele ai... Oi delicinha.
Agora o áudio já estava ligado, e não era mais necessário que ela digitasse. Leon, mesmo assim, manteve o tradicional meio de digitação ao invés de sua voz.
- E então meninas, como vai ser essa brincadeira.
- Afoito você ein (risos) mas vamos te mostrar.
E então começou o jogo de sedução. Rose com seus vestido branco e Vany com seu vestido dourado.
Primeiro elas começaram a se tocar, olhando hora para ele e hora uma para a outra. Suas mãos dançavam, subiam e desciam em um ritmo envolvente, demonstrando o que cada uma tinha de bom para dar. Até que elas resolveram mudar um pouco, e passaram a tocar o corpo uma da outra, assim como a trocarem beijos e mordidas deliciosamente quentes. Leon estava em ponto de bala, até ele estava estranhando tudo aquilo, pois era bem mais resistente. Só que aquele jogo de prazer delas estava o levando ao limite de seu auto controle.
- Assim não vale, queria eu estar entre vocês, suas gostosas... - Escreveu ele.
Elas demorar um pouco para notar, pois estavam totalmente entretidas na brincadeira.
- É verdade, se você estivesse aqui seria muito mais gostoso né. - Disse a Rose com uma voz rouca e sedutora.
- Vem pra cá vem gato... Vem domar essas duas feras aqui. - Convidou Vany com uma voz doce.
Ele ficou atônico com o convite e tentado a aceitar. Elas continuaram com seu jogo de prazer, indo cada vem mais fundo em seus toques e carícias. Logo elas já estavam se tocando por dentro da blusa, mas sem mostrar-se para ele. Bem típico de mulheres que estavam provocando-o.
Ao mesmo tempo que isso o deixava louco de tesão o deixava receoso, pois estava tudo fácil demais. Como ele poderia confiar que era tranquilo estar com elas? Que não daria problema depois... Afinal ele nem sabia quem elas eram. Já tinha saído com outras, mas não assim de primeira e nem na casa delas, sempre em lugares próprios para encontros de casais.
- Esta com medo é? Vai nos deixar brincar sozinhas? - Vany o intimou.
- Poxa assim não tem graça. Não precisa ter medo não, a gente não morde, a não ser que você deixe (gargalhadas).
Elas estavam totalmente entregues, estavam ardendo de prazer e o convidando para desfrutar do prazer delas. Leon estava cada segundo mais tentado a ir e pagar para ver, mas ainda tinha o pé atrás. Foi quando elas pararam tudo.
- O que aconteceu? - Perguntou ele.
- Perdeu a graça! - Rose parecia uma garota mimada.
- Se fosse para brincarmos sozinhas não teríamos te chamado e nem ficaríamos fazendo esse showzinho particular. - Vany parecia brava.
- Achei que você quisesse brincar, que fosse mesmo me levar do céu ao inferno. Puro papinho virtual.
- Calma ai meninas... Eu não disse que não iria.
- Mas ainda não veio. - Vany foi direta. - Ou caga ou sai da moita querido.
Ele estava acuado e isso o deixava nervoso. Afinal o que poderia acontecer? O endereço delas parecia ser bem perto, em uma rua bem conceituada, de casa afortunadas. Elas na verdade pareciam filhinhas de papai, riquinhas mimadas que queriam se divertir. Leon percebeu que não teria nada a perder, apenas a ganhar.
- Esta certo meninas, onde e como encontro vocês.
- Obaaa - As duas gritaram juntas.
Depois de passarem o endereço, despediram-se e combinaram de que ele chegaria lá em meia hora.
Leon estava agitado, nervoso, pois não sabia ao certo o que esperar daquele encontro. Pensou mais de uma vez em desistir, mas o tesão estava latente e ele não poderia mais resistir. Afinal ele nunca tinha feito com duas ao mesmo tempo, e essa era uma fantasia de sempre, que o deixava intrigado.
Pontual, ele tocou o interfone da casa, ela era realmente uma mini mansão. A voz rouca de Rose ecoou. 
- Já esta aberto, pode entrar.
E assim ele vez. Entrou e foi caminhando, paços largos, até a entrada da casa. A porta estava entre aberta, mas mesmo assim ele deu duas batidinhas na porta.
- Entre. - Agora era a voz da Vany. - Estamos esperando você.
Ele entrou, apreciou o lindo hall de entrada e logo sua atenção se voltou para a sua esquerda, ao que parecia ser uma sala de star. estava toda iluminada por velas e as duas, Rose e Vany estava lá. Rose sentada no braço do sofá, já não mais vestida de nada a não ser lingeries e a Vany em pé ao seu lado, também de lingerie. Ambas era de cor branca. Pureza e tesão são a combinação perfeita para uma mente pervertida.
- Seja bem vindo Leon. - Ouvir seu nome naquela voz rouca era o convite perfeito a perdição. - Vem aqui, fique a vontade.
Vany foi ao seu encontro e pegou sua mão para conduzi-lo até o ambiente já preparado para o que estava por vir.
- Senta aqui.
Ele sentou, tenso, mas ansioso para saboreá-las.
- Linda casa... - Ele falou. - Mas vocês duas são mais deliciosas ainda pessoalmente.
- Você acha? - Ah aquela voz rouca.
- Vamos brincar? - Ela era uma doce diaba com aquele cabelo curto.
Ele só acenou com a cabeça que sim... E foi dada a largada. 
Tudo que estava antes acontecendo pelo computador, agora acontecia ao vivo e a cores. Toques, carícias, beijos, gemidos... Tudo estava delicioso e o ambiente começara a esquentar.
Leon estava sentindo seu membro latejar, sentindo-o apertado dentro da calça jeans. Estava suando com sua blusa de lã e casaco de couro.
- Tá muito quente. vocês não acham?
- Achamos sim... Ou você acha que estamos assim, mas a vontade atoa? - Rose respondeu apoiada no sofá enquanto Vany beijava seu corpo. Tira essa jaqueta gatinho.
- Espera! - Disse Vany. - Eu quero tirar.
- Boa ideia amiga e eu te ajudo.
Então ambas partiram para cima dele, foram como felinas no cio, totalmente sedentas de prazer....


*****x*****


E ai... vale a pena continuar??? Espero os comentários de vocês viu...


Beijinhos!!! 

Roberta Farig - Escritora

Continuação... Final
19:26

Conto erótico - Tarada por prazer

Tarada por prazer


Ellen é uma mulher de trinta e poucos anos casada a mais de quinze anos com o advogado Giuliano. Tem uma vida boa, boa casa, bom carro, um bom marido que a banca, tudo que qualquer mulher gostaria de ter. O problema é que ela é uma mulher com instintos masculinos, uma mulher que não consegue se contentar apenas com uma boa noite de amor com seu marido. Ela busca em outros homens o perigo e o desconhecido do sexo, fazendo mil loucuras para satisfazer-se. 

Ellen aproveita-se sempre das viagens de trabalho de seu marido para buscar a realização de suas fantasias sexuais. O problema todo é que ela estava já cansada de ter que pagar homens para satisfaze-la, já estava perdendo a graça a emoção. Estava decidida a ter então uma vida amorosa e pacata com seu marido, mas cobraria dele mais presença em sua vida sexual. Só que Ellen deparou-se com algo inusitado, algo que vai mudar a vida de Ellen fazendo-a pensar que tinha muito o que aprender ainda e que então, não desistiria de seus desejos mais íntimos nunca.

Certo dia, era inverno e Ellen acabará de sair do Caffé Doce Vita, em que estava com algumas amigas. Sua tarde tinha sido proveitosa, apesar do papo que rolava entre as mulheres deixar Ellen estressada. Elas falavam muito em família, filhos e vidas futuras, isso a aborrecia. Ellen não pensava em ter filhos, em constituir família, ela tinha medo desse mundo e mantinha-se afastada dele. Giuliano, seu marido não concordava muito com Ellen, queria muito constituir uma família, mas respeitava a escolha de sua amada, torcendo para que no futuro ela mudasse de ideia.

Assim que saiu do café Ellen pediu a recepcionista para que o manobrista trouxesse seu carro, só que ela avisou que o manobrista acabara de ir buscar um outro veículo e que por isso demoraria um pouco.

- Sim, mas vocês só tem um manobrista disponível? - Questionou.

- Na verdade não senhora, temos dois, mas um esta no seu horário de intervalo.

Ellen compreendeu, mas mesmo assim não estava nem um pouco afim de esperar mais para sair daquele local. Decidida pediu para a recepcionista como fazia para chegar até seu carro e foi por onde a indicou.

Assim que Ellen adentrou o estacionamento do local sentiu um calafrio, imaginou que fosse por conta do frio que realmente fazia, mas logo perceberia que não.

O local estava pouco iluminado, tinham alguns carros estacionados e no canto esquerdo do local tinha uma porta aberta de onde uma luz se fazia perceber. Ao aproximar-se Ellen percebeu que se tratava da recepção do estacionamento, então seria lá o local indicado para que ela pegasse a chave do seu carro. Olhou em volta mais um vez estranhando a falta de movimento no local e tentando localizar seu carro. Avistou-o no lado oposto em que estava do estacionamento, então decidida foi até a porta para solicitar suas chaves.

Surpreendida Ellen encontrou o local vazio, o rádio ligado indicava que alguém certamente estaria por perto e logo percebeu uma outra porta que estava entre aberta. Ficou observando esta porta com um curiosidade acima do normal, mas preferiu tentar chamar educadamente por alguém que pudesse atender.

- Oi, tem alguém aqui? - Perguntou e não tendo resposta falou novamente. - Preciso apenas pegar as chaves do meu carro, é possível?

Ninguém respondeu, mas Ellen ouviu então um barulho que parecia vir de trás daquela porta. Ela estava estressada já por ter que esperar e ao mesmo tempo a curiosidade a atraia para a tal porta. Decidida, já que ninguém respondeu, Ellen resolveu abrir a segunda porta para quem sabe encontrar alguém que pudesse ajuda-la. O que Ellen não contava é que pela primeira vez na vida ela surpreenderia-se com uma cena totalmente inusitada, algo muito incomum.

- Nossa! - Pensou alto, tapando a boca para não ser percebida.

Ela vislumbrou um homem em pé, completamente nu masturbando-se em frente a uma televisão enquanto via filme pornô. Ele era alto, moreno claro, estilo Paul Wesley, com músculos de sobra para deixa-lo ainda mais sedutor. Elle é apaixonada por homens fortes e musculosos, era sua maior tentação. No inicio ficou horrorizada com a cena, afinal apesar de ser uma voraz apreciadora de atos sexuais, não era adepta ao uso de filmes para apimentar suas relações. Só que no momento estava sentindo-se excitada e logo percebeu que estava sedenta por ser ela a masturbar aquele homem. Ele então começou a intensificar seus movimentos, por conta do filme que começará a pegar fogo e Ellen logo se viu apalpando seu seio e gemendo baixinho, mas desta vez não tão baixo, ele a percebeu.

- Desculpe - Disse Ellen totalmente sem graça.

Tomado de surpresa, mas nem um pouco envergonhado, o cara parou de se tocar, mas em momento algum procurou esconder seu corpo ou o que estava fazendo. Ficou observando a mulher em sua frente, muito elegante em um vestido cor de vinho pouco acima do joelho, justo com sapatos de salto muito alto. Ele lambeu a boca, sentindo-se guloso pela visão que estava tendo.

Ellen percebeu que estava sendo observada de cabo a rabo e passou então a deixar seu rubor de lado, dando espaço apenas a excitação que estava sentindo a momentos atrás.

- Posso ajuda-la? - Ele perguntou.

- Na verdade pode, procuro pelas chaves do meu carro. - Disse ela tentando se fazer de difícil.

Ele sorriu e balançou a cabeça afirmando, sinal de que pouco acreditava que agora esse era o desejo de Ellen.

- Se a senhora aguardar um pouco termino o que eu estava fazendo e vou ajuda-la. - Disse ele sem vergonha alguma.

Ellen sentiu sua calcinha molhar com tal declaração e engoliu seco, nem se importando por ter sido chamada de senhora, algo que ela odeia. Apertou as pernas e gemeu mais uma vez, tirando um sorriso lago do homem a sua frente. Percebeu então que o sorriso era tão lindo quanto o resto do conjunto da obra. Totalmente tentada Ellen perdeu sua compostura e deu dois paços em direção ao homem.

- Agora sou eu quem te pergunto, posso ajuda-lo?

Ele levantou a sobrancelha e sorriu para Ellen, certamente assustado com a audácia da mulher em sua frente, mas também excitado com sua declaração.

- Se for de sua vontade venha, vamos ajudar um ao outro então.

Ele não precisou falar mais nada. Ellen colocou sua bolsa e casaco que estavam em seu braço na poltrona ao seu lado e andou, passos pequenos e sedutores, em direção ao homem nu que a convidava para fazer parte de sua pequena diversão particular.

Assim que ela se aproximou dele sentiu um novo calafrio, como se o local fosse alvejado por rajadas de ventos, mas não tinha como acontecer, certamente que eram as ondas magnéticas que emanavam dos corpos. Ele por sua vez, sem qualquer cerimônia agarrou a bainha do vestido de Ellen e puxou para cima, obrigando-a a despir-se.

- Nada mais justo que eu também ter uma bela visão de seus corpo, não é verdade?

Ela concordou com a cabeça e sorriu, mordendo o canto da boca assim que viu-se apenas de calcinha, pois não usava sutiã no momento.

- Que delícia de mulher - Declarou o homem completamente vidrado no que via.

Ellen era uma mulher alta, com curvas bonitas, nada avantajado demais, era mais estilo magra atlética, mas que tinha uma sensualidade notável.  Morena clara ela sempre chamava atenção por onde passava, com seu andar sensual e sua boca carnuda, convidativa a todos os homens desejarem-na.

Ele logo voltou a tocar-se totalmente ereto por conta da visão linda que acabara de ter. Ellen sentiu-se excitada, mas preferia ter ele a tocando e não a si próprio. Percebendo que o homem se divertia, resolveu então se divertir, tirou sua calcinha e sentou-se no sofá que estava de frente a televisão, ficando apenas de meias 7/8 e sapato. Ele olhou para a mulher totalmente febril e passou a se tocar mais calmamente, observando o que ela faria. Ellen observou o que passava na televisão, e naquele momento duas mulheres mantinham uma relação sexual enquanto um homem se masturbava. Ellen se excitou demasiadamente com aquela cena e pela primeira vez teve vontade de pratica-la. Logo ela estava acariciando o meio de suas pernas e apalpando seus seios, esquecendo-se até do homem que estava ao seu lado a observando.

- Gosta do que vê? - Perguntou ele chamando a atenção dela.

- Na verdade não sabia que gostaria, mas parece ser delicioso de fazer.

- Você esta se masturbando também, percebeu? - Ele perguntou.

- Sim. - Ellen disse - E logo vou gozar, porque estou molhada demais.

- Não, deixa eu te ajudar.

Foi então que ele sentou do lado dela no sofá e abocanhou, sem cerimônias um de seus seios, fazendo-a gemer. Subistituiu a mão dela pela dele e logo começou, habilmente, a massageá-la, impulsionando-a a beira de seu precipício sexual. Ellen mexia seus quadris no ritmo dos dedos do homem tocando seu corpo, e ele não era nada delicado, era forte e preciso.

- Ahhhh - Gemeu Ellen - Vou gozar.

Não demorou muito para que Ellen sentisse o torpor do prazer que emanou de seu corpo e relaxasse no sofá totalmente deliciada por ter sido tocada daquele jeito. Ele continuou tocando Ellen, mas sem movimentos bruscos, parecia mais uma massagem. Ela abriu os olhos que estava fechados para deliciar-se com o prazer sentido e falou.

- Você é hábil com as mãos. - Parou de falar e percebeu que nem sabia o nome dele. - Afinal, qual seu nome?

- Meu nome é Pedro, muito prazer. - Disse ele sorrindo.

- Bom o prazer foi todo meu até agora. - Disse ela divertida.

- Na verdade não, o prazer também foi meu, só que agora é a minha vez de gozar. - Ele era direto e isso excitava Ellen.

Ele levantou-se, desligou a televisão e olhou para Ellen que fez um beicinho em reprovação. Balançou a cabeça e foi até uma gaveta pegar um pacote, era de preservativo. Ellen então percebeu que estava em um local de abate de mulheres, totalmente preparado para as mais diferentes relações sexuais. Uma cadeira mais ao canto tinha os braços mais alongados e inclinados para cima, dando a impressão de que ali seria o lugar indicado para apoiar as pernas e não os braços. Acima da cedira tinha uma algema, um chicote e uma corda, que poderiam sim ser usados para apimentar a relação sexual. Ellen sentiu então um pulsar novamente no meio de suas pernas, sinal que já estava pronta para continuar.

Ele logo colocou o preservativo em seu grande membro, acariciou-o, exibindo-o para Ellen que colocou a mão em sua junção das pernas, indicando o lugar que gostaria de senti-lo.

- Já conheci mulheres que gostam de sexo, mas você esta superando todas com sua falta de timidez.

- Falta de vergonha, você quer dizer? - Ellen completou. - Na verdade eu amo sexo e vivo o sexo 24 horas por dia, então tudo ligado a isso, dentro dos meus limites é o que eu mais quero, é meu combustível para viver.

- Compreendo. Então vamos encher seu tanque com o melhor combustível que sua máquina já provou.

Ellen gargalhou, mas gostou da comparação, afinal ela era sim um máquina de fazer sexo. Pedro veio em sua direção e agarrou a cintura dela sem medo algum de machuca-la, na verdade ele sabia que ela estava lubrificada o suficiênte para ele penetra-la. E assim o fez, fazendo Ellen perder o fôlego.

- Respira delícia, sinta o poder dentro de você e aproveite, garanto que você vai adorar.

E Ellen adorou, a cada penetrada mais forte que Pedro dava ela gemia de tesão, ele era realmente poderoso e sabia como fazer sem machucar apenas dando prazer. Ele a pegou no colo, era forte o suficiente para isso e simplesmente movia os quadris, tendo Ellen sentada com ele dentro dela. Quando percebeu que estava prestes a gozar e que Ellen também estava chegando mais uma vez no clímax, Pedro tirou Ellen do seu colo e fez com que ficasse de quatro no sofá, com a bunda arrebitada para ele. Observou a imagem dela de costas, ainda vestida com as meias e o sapato e não aguantou apenas olhar adentrou-a mais uma vez com força, desta vez fazendo-a gritar de prazer. Ellen não esperava tanta força e sentiu uma leve dor, mas que com as estocadas firmes e fortes logo foi esquecida, pois o prazer era maior.



Não demorou muito para que os dois entrassem em combustão e gozassem, praticamente juntos, jogando-se um sobre o outro e sobre o sofá, completamente exaustos. Assim ficaram por algum tempo, até Ellen perceber que o local não era o mais indicado para um ato sexual as escondidas. Ela fez com que Pedro saisse de cima dela e sentasse no sofá. Começou então a vestir-se e quando terminou parou frente a ele, ainda nu, beijou, pela primeira vez sua boca de leve e disse.

- Tanque cheio, meu bem. Adorei o combustível, quem sabe um dia venho para recarregar-me novamente.

Jogou outro beijo no ar e saiu da sala, pegando a chave de seu carro que estava em um expositor na primeira sala e indo embora, deixando o pobre homem completamente extasiado e curioso, pois nem o nome da deliciosa mulher ele perguntou.

Ellen pensou que essa seria uma noite perdida, afinal depois de um fim de tarde chato com conversas sem sentidos para ela o que ela podia esperar? Bom, ela até poderia imaginar qualquer coisa, menos que transaria no estacionamento de um café, com um desconhecido e que essa seria uma experiência pra lá de marcante em sua vida.




Gostou??? Então comenta ai e deixe a escritora aqui feliz :D
Beijinhos
Roberta Farig
15:19

Personagens do livro - Descobrindo Todas as Formas de Amor.


As vezes fico pensando... de onde tirei essa ideia de ser escritora?

E olha, esta tem sido a pergunta de muitos que olham para mim admirados por EU, (uma ET de certo rsrsrs) ter escrito um livro... 
E mais admirados eu pensar em escrever mais... 
Pois é, mas aqui estou eu e esse é meu livro!

Nessa postagem vou contar um pouco de cada um dos principais personagens citados nesse primeiro livro da minha Trilogia "Apenas Amor". São personagens para todos os gostos e estilos, personagens que são marcantes em diferentes momentos do decorrer do enredo, mas que certamente fazem parte da montagem final deste "quebra cabeça literário", que é como classifico toda a minha Trilogia.



 Descobrindo Todas as Formas de Amor
Descobrindo todas as formas de Amor é um livro lindo que conta a história de Anabella Zommer. Uma mulher que aprendeu com a vida a importância do amor em suas diferentes formas e maneiras, entendendo então que cada um ama do seu jeito. Para ela tudo é válido por amor, principalmente no que diz respeito aos seus pais, que a adotaram quando ela ainda era uma pequena menina e a fizeram entender o real sentido da vida em família.

Anabella sempre procurou pensar antes de agir, perceber os dois lados da moeda e não joga-la a esmo, esperando que ela dê seu destino. Deus sempre foi muito bom, ensinando-a a importância de ser amada incondicionalmente mesmo quando estava perdida no desamor, cabendo agora a Anabella retribuir esse aprendizado. Sabendo lidar com a alegria e com a dor, descobrindo todas as formas de amor e sabendo com qual forma viver em cada momento, mas sem nunca duvidar do seu poder, o amor incondicional. 

Agora vamos conhecer um pouco da inspiração e história de cada personagem. 



(Inspirada fisicamente na atriz Fernanda Souza)
Minha personagem principal é Anabella Zommer, nascida no dia 1° de abril, com 22 anos, uma mulher movida pelo amor em suas diferentes formas, buscando sempre cuidar mais do que ser cuidada. Seus pais, Leonardo e Katia, são a razão maior do desabrochar deste amor em seu coração devotando por eles um amor e um cuidado extremo. Sorriso é sua marca registrada, cativando a todos a sua volta com seu otimismo e carinho. Recém formada em Administração trabalha no Escritório de Neon Advogados Associados e sente-se cada vez mais realizada profissionalmente. Em um determinado momento da vida ela passara por uma dor imensurável e vai ver-se sozinha, completamente vulnerável. Então perceberá o quão importante será ser cuidada e amada. Mudanças assim farão com que a cabeça de Anabella fique confusa, fazendo-a sentir-se desamparada e dolorosamente vulnerável, mas uma pessoa estará sempre ao seu lado dando direção e mostrando mais uma face do amor.




(inspirados fisicamente nos atores Bety Lago e Paulo José)
Os pais, Katia Zommer, 69 anos, e Leonardo Zommer, 74 anos, aposentados como funcionários do estado de Santa Catarina. Tem por Anabella um amor puro e sincero sendo ela uma filha adotada, pois eles perderam seu único filho de sangue, Jorge na época com 21 anos, em um acidente de moto há 30 anos. Para amenizar a dor adotaram Anabella com cinco anos de idade. Mudaram então do interior para a capital do estado buscando uma nova vida em família. Esse amor de pais e filha foi construído em bases tão fortes que nem o poder do tempo irá destruir, dando a Anabella o necessário para viver ou até mais.




(inspirado fisicamente no ator Rodrigo Santoro)
Samuel é um homem mais velho, muito charmoso em seus 40 anos, poderoso advogado e empresario muito bem sucedido. Tem uma bondade imensa que o faz ter forças para conviver com que não pode mudar e lutar pelo que deseja ter. Tem dois filhos, Cecília de 20 anos e Arthur de 22 anos, que dão bastante trabalho a esse pai que esta sempre fazendo de tudo pelo bem estar do que restou de sua família, após o falecimento de sua esposa Cássia 20 anos atrás. Esse foi um relacionamento regado por muitos dramas, mas que deixou a ele frutos que ele cuida com muito amor. Ele é um homem muito só que sempre viveu a vida sem se apegar aos amores que ela oferece, por saber que muitas vezes são inconstantes e traiçoeiros. Só que nem por isso deixou de aproveitar-se das situações criadas para seu bel prazer. O destino o faz buscar a felicidade em uma mulher que o permita faze-la feliz e vê em Anabella essa possibilidade, ou até quem sabe sua tábua de salvação. Mas os mistérios e inconsequências da vida de um homem sozinho podem faze-lo perder o sentimento que nasceu para mostra-lo o verdadeiro calor e a luz da vida, o amor.




(inspirada fisicamente na atriz Sthefany Brito)
Talita Peres, 23 anos, é a melhor amiga de Anabella, desde a infância são inseparáveis e mesmo cursando faculdades diferentes e tendo dado a vida rumos diferentes, estão sempre próximas. Ela é uma mulher sexy e muito audaciosa que não tem medo da vida e vive seus dias intensamente, sem pensar duas vezes em ser feliz. Apesar da perda de seu pai durante sua infância vive feliz com sua mãe e irmão tendo também nos pais da amiga o complemento perfeito para uma nova família feliz. O problema é que ela é inconsequente e muito ciumenta, o que vai cega-la e trazer a ela consequências que poderão ser dolorosamente eternizadas.



(inspirada fisicamente na atriz Fabiana Karla)
Barbara Santos tem 37 anos, é casada com Gustavo, mas não tem filhos. Uma doença de infância a tornou estéril e por isso ela não pode realizar o sonho de ser mãe. É uma mulher linda e especial que esta sempre de bem com a vida tirando das dores as lições para viver sempre melhor. Dentro de suas crenças na doutrina ela acredita que tudo é possível, basta ter fé e acreditar no amor. Trabalha na Neon Advogados Associados desde a sua fundação em Florianópolis tornando-se pouco tempo depois colega de Anabella. Na verdade o relacionamento delas será mais que um coleguismo, nascerá uma grande amizade entre elas que será de muita ajuda na vida de ambas.




(inspirada fisicamente na atriz Bianca Bin)
Daiane Araujo tem 21 anos, é orfã de pai e mãe, viveu desde a morte dos pais com a avó paterna no interior do Rio Grande do Sul, que foi quem a criou. Para estudar em Florianópolis teve que morar com seu tio e sua esposa, mas não foi nada fácil. Ao final de sua graduação ela se vê formada mais completamente sem rumo, sem realmente saber o que fazer. No inesperado ela encontra o auxilio que necessita, e a vida dá a ela o amor de Anabella. Sua gratidão logo poderá ser retribuída, pois a vida de sua amiga tomará novos rumos não tão felizes e só seu amor e carinho poderão auxilia-la nesse momento de dor.




(inspirado fisicamente no ator Dudu Azevedo)
André Tavares é um empresário, casado, mas vive em conflito conjugal constante com sua esposa. Conhece Anabella em um momento delicado para ela e a auxilia, mas algo nasce desta ajuda. Ele é um homem muito bonito e extremamente vaidoso, com seus 35 anos as vezes age como se ainda fosse um adolescente imaturo fazendo tudo sem pensar nas consequências. Mesmo assim é um homem de bom coração e logo terá que fazer uma escolha importante em sua vida, talvez a principal de todas.



(inspirado fisicamente no ator Cauã Reymond)
Bruno Lins, 23 anos, é um universitário de Administração, colega de turma de Anabella. Filho de uma família tradicional da cidade ele é um homem sem muitos limites que faz de tudo para conseguir o que deseja custe o que custar. Usa sua beleza e sua boa educação para ludibriar mulheres de várias maneiras, para satisfazer seus caprichos sexuais. Mas terá uma grande surpresa e aprenderá que nem tudo que queremos podemos, mas mesmo assim ira até o fim para conseguir o que, ou quem deseja.

                                         *****x*****

Mais personagens fazem parte de toda essa história, muitos de forma discreta, mas que também iram fazer você se apaixonar. Será um romance lindo onde poderemos entender que nada é por acaso, que na verdade só o amor é capaz de nos mostrar o que realmente importa e pelo o que realmente vale a pena lutar! 

Que adquirir seu livro??? Sabe como??? Aqui vai a dica!
Entre no site da Editora Percurso e adquira o seu!



Conheça também o livro "Só o Amor Pode Curar a Dor"
Que é a continuação da nossa trilogia...
Acesse a FãPage da escritora e confira!


Beijos no coração de todos vocês... 
Roberta Farig



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Uma vida, várias histórias, muitos sonhos... Delicie-se nas aventuras eróticas dos meus personagens e conheça um pouco mais da Betinha. Seja bem vindo e fique à vontade! ♥

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