"BETINHA" de bem com a vida!

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17:27

Felicidade ou sexo? (final)

As mãos dele ainda estavam dentro de mim, nem me deram uma trégua e já estavam lá massageando-me para me preparar, afinal muito ainda estava por vir. Essa era a promessa de suas mãos urgente e de seus batimentos acelerados. Pensei por um momento no que eu estava fazendo e nos riscos que eu corria, quem sabe até perder o emprego, que era a razão da minha felicidade, por conta dessa levianidade. Mas era tarde para me arrepender.
Logo eu já estava pronta para recomeçar, completamente estimulada e vibrando de tesão.
- Segure-se insaciável, quero sentir meu próximo orgasmo no meu pau. - Essa era a confirmação do que eu estava esperando. 
Ele então virou meu corpo para que encarasse ele de frente. Ele estava incrivelmente suado, também pudera, a copa era minuscula. Suas hábeis mãos logo fizeram meu vestido voar pelos ares e o restante de minhas lingeries o acompanharam. Isso foi muito exitante e olhei ele com uma cara que com certeza dizia que estava exitada.
- Pronta para o que ainda tens a receber minha pequena? - Com certeza, e ansiosa.
- Esperando! - Provoca-lo me dava sinal de controle.
Ele abocanhou um dos meus seios enquanto estimulou o outro com uma das mãos. Meu corpo se arcou em resposta e ele com a outra mão livre comandou meu quadril com seus dedos em minha menina já molhada e desejosa de algo mais do que seus dedos.
- Acho que ela espera algo mais do que seus dedos, Paulo. - Eu estava fora de mim.
- Estou de boca aberta com o tamanho do seu apetite sexual.
- Isso é ruim? - Perguntei em dúvida agora quanto a minha audácia, que era nova até para mim.
- Não, é ainda mais estimulante para mim, só me faz ter uma responsabilidade maior. Por que pelo jeito preciso me esmerar muito para te satisfazer.
Sorri em sinal de poder, estava no controle. Ledo engano.
Ele pegou minhas as abriu e com um pouco de força ergueu meu corpo me colocando sentada na bancada de mármore. Abriu bem minhas pernas expondo-me totalmente, segurou minhas mãos com uma só das suas mãos e as amarrou a trás com sua gravata que apareceu do nada. Imobilizada? Isso me deu um arrepio que era um misto de medo e tesão.
- Controlador você? Tá pensando em me dominar?
- Hum, então você conhece essa teoria? - Ele acha que vai conseguir, coitado. - Mas não se preocupe, vou saber domar você.
Abusado, mas vou dar corda, ver ele se enforcar. E ele começou a se preparar para me dominar, com minhas mãos presas tomou meu corpo como sendo o seu. Beijou minha boca devorando-a e puxando meus cabelos para ajudar a diminuir o espaço entre nós. Então ele continuou me beijando mas soltou meus cabelos, levando suas mãos aos meus dois mamilos, estimulando-os. Usei minhas pernas para prende-lo e aproximar seu corpo ao meu, era como uma sensação de segurança, de que ainda estava no controle. Ele deu uma leve risada. Esse desgraçado estava jogando comigo, não podia perder.
Ele afastou minhas pernas do seu corpo em uma dança erótica e logo supriu essa distância com uma de suas mãos em mim, dentro de mim. A outra ficou revesando com sua boca entre um seio e outro, me fazendo delirar de prazer. Ele parecia entorpecido e logo foi domado pelo desejo pois a urgência de sua boca em mim fazia com que eu sentisse uma leve dor que era reduzida pelo prazer. Gemi e afundei meu rosto em seus cabelos, cheirosos e úmidos.
Ele então já sedento por mais abandonou a atenção a minha menina e foi liberar seu pau que estava muito ereto, eu nunca tinha visto nada igual. Lambi meus lábios instintamente e ele gostou por que veio e lambeu minha boca em seguida. Minhas mãos presas começaram a me irritar,. mas o olhar dele divertido deu a entender que era essa a intenção.
- Se sentindo acuada minha gata?
- Não me provoque, afinal gatos não gostam de se sentir entocados.
- Saberei lidar com essa fera impaciente.
Ele se precaveu, o que já me deixou exitada mais uma vez. Acho que jatos eróticos saiam a todo o momento de minha menina que estava encharcada esperando por ele. O que era bom, tamanho o trabalho que ia me dar sustenta-lo dentro de mim por causa do tamanho. Ele depois de proteger-nos olhou-me nos olhos e foi delicadamente subindo suas mãos por minhas coxas, o que me causou cocegas.
- Esta se divertindo? Que bom. Essa é a minha intenção. 
Achei que pela direção que ele tomava ia liberar minhas mãos, mas me enganei. Ele grudou as mãos em minha bunda e levantou meu corpo. Logo eu estava em seu colo, e ele sustentando o peso do meu corpo com facilidade. Sua boca estava perdida entre meus seios e suas mãos estavam apertando minha bunda pressionando meu corpo contra o dele. Sentia o corpo dela com minha menina, era delicioso demais.
Logo ele levantou meu corpo e depois vagarosamente foi descendo-o para que acontecesse o encontro perfeito.
Quando eu senti a cabeça já entrando dentro de mim percebi que seria algo realmente que eu não estava acostumada a ter dentro de mim. Minhas mãos ainda estavam presas e eu mordi sua orelha em sinal de desagrado por isso. Ele mais uma vez riu e como uma castigo me penetrou, deixando eu sentir toda a extensão do seu pau grosso e ereto. 
Gemi alto, até demais, quando senti ele todo dentro de mim. Senti uma dor aguda com a percepção de tudo que ele era, mas ele logo, carinhosamente, voltou a me estimular através de meus seios e então meus sentidos foram ficando perdidos entre a dor e o prazer.
- Relaxa e aproveite. - Ele estava sentindo-se vitorioso.



Então começou suas investidas. mas desta vez usando suas mãos para dar o ritmo da dança de sobe e desce que meu corpo fazia. O sobe e desce ia rapidinho me levar a perdição, mas eu estava tentando controlar-me, afinal era tudo que ele queria, que eu me perdesse em tesão. Só que estava ficando insustentável, a cada investida ele mordiscava meus mamilos e apertava minha bunda, eu ia me perder.
- Você é um desgraçado! - Eu me perdi, gozei e desta vez quase perdi todas as minhas forças, tamanha a intensidade do prazer que ele me fez sentir.
Ele percebeu que eu estava completamente entregue e soltou a gravata liberando minhas mãos para que eu o abraçasse. Foi o que eu fiz, até para que eu pudesse ter um centro de apoio. Senti a parede gelada em minhas costas e esse choque me fez voltar aos meus sentidos.
- Estou quase acabando minha pequena. - Ele era demais.
Recomeçou sua dança dentro e fora, mas desta vez acompanhado por beijos quentes em minha boca. Logo me vi perdida de tesão novamente, não estava acreditando que conseguiria mais um orgasmo.
- Vamos lá, entregue-se para que eu me entregue a você.
Ele nem precisou dizer mais nada. Grudei em seus cabelos e devorei sua boca estimulando-o e exitando-o. ele deu um leve gemido entre meus lábios, sinal de que estávamos em sintonia total. A cada investida eu sentia que estávamos chegando perto, eu estava no abismo de mais uma orgasmo e ele percebendo intensificou o ritmo. 
Nos perdemos em um orgasmo compartilhado.
- Você é uma delícia Marcia. - Ele sussurrava em meu ouvido, completamente abalado.
Eu nada disse, apenas acarinhei seus cabelos, por que nem forças mais para falar eu tinha.
Logo percebemos que o horário de almoço estava chegando ao fim, e logo o escritório estaria cheio novamente.
- Nosso horário de lazer acabou gostosão. - Eu o fiz levantar a cabeça que ainda estava em meu colo.
- Infelizmente. Por mim ficaria aqui, dentro de você a vida toda. - Isso foi exitante.
Chega, controle-se Marcia, afinal você esta em seu local de trabalho. 
Ele sair de dentro de mim me trouxe uma sensação de abandono e para meu espanto ainda maior ele estava inda ereto, não tão endurecido, mas ainda exitado. 
Vesti meu vestido, abandonei a calcinha e as meias, ou o que restaram delas em uma sacola e trouxe comigo para minha mesa. 
- Ei, você esqueceu de se alimentar. - Ele disse parado na porta da copa, vestindo apenas suas calças e sapatos, a visão mais exitante que se pode ter de um homem.
- Eu já fui alimentada, obrigada.
Dei uma risada complementando minha resposta e fui para o banheiro me recompor.
Quando eu voltei o escritório já estava movimentado, mas não vi o Paulo por ali. Bom era hora de começar a trabalhar e esquecer o que aconteceu. Foi delicioso e certamente uma das melhores transas que já tive, mas eu sabia que seria somente aquilo, um momento e nada mais. Ele é casado, tem sua vida e não vai modifica-la por causa do que aconteceu, claro. Meu trabalho também era mais importante que um momento de prazer.
Abri meu e-mail e para minha surpresa tinha um e-mail dele.

De: Paulo Dias
Data: 15 de março  de 2013 12:55
Para: Marcia Carvalho

Assunto: Quero mais

Minha pequena, estou ainda exausto
por nossa pequena diversão. 
Sim pequena, pois quero mais,
muito mais.
Só que agora vai depender de você, 
pois eu estou entregue a satisfazer
seus desejos.

Sou teu escravo.

Paulo.


Agora eu percebi o tamanho da encrenca  que eu me meti. Isso não vai acabar por ai, e na verdade nem eu quero, afinal posso ser feliz unindo o trabalho com o sexo, não posso?



Fim!
Quero a opinião de vocês ein!



06:59

Felicidade ou sexo? (parte 1)

Já não sabia mais o que fazer para ficar longe das tentativas incansáveis do Paulo, ele estava me deixando louca.
Trabalhamos juntos desde que entrei na empresa, e como meu supervisor ele tinha diariamente contato direto comigo, o que nos aproximava conforme a sua vontade. Estava muito feliz em meu trabalho, realizada e sabia que ceder às tentações de Paulo seria uma sentença a minha felicidade.
Ele é casado, mas sua esposa mora na cidade vizinha, pois passou em um concurso que a obrigou a mudar-se para longe de seu marido. Eles por tanto só se encontram nos finais de semana, e deve ser por isso que ele vive assim necessitado.
Já estava se tornando notório a olhos nus o interesse dele por mim e consequentemente, diante de toda a sua insistência um desejo crescia dentro de mim. Ser dele, como ele me dizia, por pelo menos uma noite era algo que estava perturbando meu sono.
- Marcia, não adianta fugir de mim, sou brasileiro e não vou desistir. Até por que não costumo desistir de nada antes de conquistar. – Ele é impossível.
- Bom use sua força de vontade para conquistar outra coisa. E tem mais você deve saber a hora de desistir sim, pois às vezes o que desejamos não é para ser nosso.
- Olha minha querida esse jogo de gato e rato me instiga mais ainda. – Ele se aproxima ao meu ouvido para cochichar isso, o que faz meu corpo reagir mesmo eu tentando conte-lo.
- Chega Paulo, preciso trabalhar.
Tentei afasta-lo, mas ele tinha uma saída para tudo.
- Não adianta querida. Eu quero e vou ter o que eu quero. – Ergui minhas mãos para o céu em rendição.
Foquei no meu trabalho, era sempre a melhor opção. O horário de almoço estava chegando, meu estomago já reclamava por alimento. Quando tirei minha atenção do trabalho percebi que o escritório estava praticamente vazio. Peguei minha marmita e fui a copa aquecer meu alimento.
Estava totalmente distraída, cantando e planejando a balada que iria curtir a noite com amigos, sexta feira pede. Assim que minha comida ficou pronta me preparei para retira-la do micro ondas e levei um susto ao perceber que estava sendo observada. Meus talheres que estavam nas minhas mãos foram parar no chão e ele não se moveu, ficou observando cada movimento do meu corpo como um predador enquanto eu juntava tudo do chão. Levantei e encarei ele parado na soleira da porta, nada foi dito. Quando percebi que a energia estava se intensificando preferi desviar o olhar e me virei de costas para ele com a desculpa de pegar um copo de água. Foi minha sentença de morte.
- Agora você não me escapa.
Ele veio com uma velocidade tão grande que nem deu tempo de eu virar para protestar. Ele logo já estava com seu corpo colado no meu e sua ereção em meus quadris fizeram meu corpo se mover instantaneamente ao seu encontro.
- Por que você fugia? Você sabia que seria minha Marcia. – Ele falava isso ao pé do meu ouvido, entre lambidas e mordidas.
Arrepios se desencadearam por todo o meu corpo e quando suas mãos buscaram reconhecer meu corpo senti que resistir não era mais possível e me entreguei ao momento de prazer que se preconizava. Ofereci meu pescoço e pressionei ainda mais meus quadris como sinal de rendição, ele gemeu ao perceber e ai partiu para cima, como um animal faminto.
Me fez ficar, ainda de costas, completamente exposta a ele, debruçada sobre a bancada de mármore da copa com minha bunda empinada sendo acariciada por suas mãos.
- Eu sabia que você era gostosa, mas ter você em minhas mãos faz isso se intensificar em mil vezes. – Uma maneira grosseira de me elogiar, mas que certamente foi a mais excitante.
Ele desceu suas mãos pela minha coxa, era como uma massagem erótica e que fazia meu corpo se mexer inquieto esperando seu contato mais intimo, eu estava desejosa dele. Logo minhas meias 7/8 pretas foram arrancadas e desfiadas por suas mãos urgentes que não tiveram a paciência de retira-la.
- Meias, tão sedutoras, mas me atrapalham demais. – Ele retirou meus sapatos delicadamente para tirar o resto das meias, mas depois os colocou de volta.
Nossa isso estava ficando muito sexy.
- Fetiches Paulo? – Eu o provoquei.
- Muitos e alguns são apenas com você. – Ele sabia o que falar e me mostrava que também saberia como fazer.
Suas mãos voltaram sua jornada indo de encontro a minha menina, que já estava quente. O seu toque apenas intensificou esse calor a fazendo molhar de desejo.
- Nossa como você é receptiva Marcia, exatamente como imaginei. – Ele era um maníaco por sexo, só pode.
Começou a massagear-me por cima da calcinha, uma dança erótica que seus dedos faziam e meu quadril acompanhava. Ele tem o dom de excitar com os dedos, algo que me faz realmente gemer de prazer.
Incansavelmente ele queria me dar prazer e com a mão que estava passeando pelo meu corpo chegou por de baixo do meu vestido aos meus seios, agora sim me fazendo gemer alto. Seios certamente são a porta de entrada pro sexo para mim, minha parte mais sensível e exógena. Ele percebeu e se aproveitou disso beliscando levemente meu mamilo e apertando todo o seio.



- Eu acho que descobri uma coisa. – Fiquei calada. – Você também me desejava Marcia. Então por que demorou tanto para se entregar?
- Cala a boca Paulo. – Eu não sabia o que responder. – Use sua boca inteligente para outra coisa que não seja falar.
Ele riu gostosamente sexy com a minha pequena resposta mau educada.
- Esta certo minha pequena delícia, vamos começar os trabalhos.
Começar? Como assim?
Ele em um puxão rasgou a minha calcinha e a jogou no chão, aos nossos pés. E ai começou a tortura erótica de sua mão habilidosa em meu clitóris. Meu quadril se mexia conforme o ritmo de seu toque e ele pressionada ainda mais meu corpo insinuando sua ereção em minha bunda que estava completamente exposta e empinada para ele.
Comecei a sentir que meu corpo acelerava o seu ritmo, isso era com certeza ele se preparando para um orgasmo daqueles. Paulo percebeu e intensificou seu toque no lugar certo, meus seios. Demorou pouco segundos e eu estava entregue a uma orgasmos delicioso que me fez gemer alto de tesão.
- Ahh, que delícia! – Me atrevi a dizer depois de um orgasmos estimulado apenas por toque, nada mais.

Ele também gemeu satisfeito com o seu trabalho bem feito, mas não tão satisfeito ao ponto de parar por ai, o que me deixou novamente excitada.

Continua...
21:12

Conto Erótico - Linda e feliz! (continuação- parte 1)

A pedidos, depois de muitos pedidos, resolvi escreve a continuação de um conto que já escrevi a algum tempo e já postei aqui no blog chamando "Eu sou linda!"Espero que agrade aos que esperam por essa continuação!


Conto Erótico - Linda e feliz!



Depois de toda essa mudança na minha vida, roupas, casa, cabelo, tudo estava na hora de respirar novos ares, quem sabe conhecer pessoas, ou reencontrar antigas amizades. Fiz uma geral em meus contatos excluindo muitos que não faram falta e atualizando alguns que me trazem saudades. Um nome me chamou atenção, Julio Alves. Nossa a quanto tempo não vejo esse homem, desde a faculdade eu acho. Ele era tão especial, um amigo tão intimo e o engraçado e que mesmo sentindo atração por ele e perceber que ele sentia por mim nunca existiu nada entre nós. Fiquei vagando em lembranças e decidi ligar para ele. Só tinha o contato da casa da sua mãe, eramos solteiros na época e ainda morávamos com nossos pais. 
Liguei, quem atendeu foi a mãe dele que foi muito atenciosa, mas não me passou o contato alegando preferir falar com ele primeiro. Claro ele deve estar casado, ter família, filhos, que idiota eu sou. Mas mesmo assim deixei o número do meu telefone, quem sabe ele liga. 
Sábado, em casa eu não vou ficar. A Suzi já tinha me convidado para sair, estava bem empolgada em aceitar o seu convite, e agora vendo que o mundo tinha mudado e que provavelmente as pessoas que vivem nesse meu novo mundo não estão assim tão disponíveis acho melhor não dormir no ponto.
Coloquei um vestidinho novo, todo colado no corpo vermelho, umas bijus bem modernas, com um casaco de tricot preto aberto por cima, é junho e estava fazendo bastante frio. Uma meia preta e um sapato preto completaram meu look. 
Combinei de pega-la em sua casa as 22:00 horas e ela morava perto da minha casa.
- E ai poderosa, pronta para debutar? - ela é uma figura, muito espirituosa, mas as vezes um tantinho ousada demais para o meu gosto.
- Vamos lá né. O que você tem em mente para hoje? - precisava me preparar para tudo.
Paramos em um bar com música ao vivo chamado The Best Lounge Bar. Achei o nome bem sugestivo, e ao que parecia era um lugar mesmo muito bom, com algumas mesas e espaços para uma boa conversa e ao mesmo tempo disponibilizando espaço para quem estava afim de dançar ao som de uma boa música na voz e violão. Na parte superior tinha uma espécie de danceteria, a música eletrônica estava bombando lá em cima.
- Vamos? - Ela já estava subindo as escadas. Achei que íamos ficar um pouco ali em baixo, acho que me sentiria melhor ali, mais eu. Mas ela quem mandava nesta noite e lá fui eu rumo ao "tuch tuch" da música.
A música era variada, algumas eu conhecia de ouvir nas rádios, mas claro estavam remixadas. Peguei uma caipira de vodca, mas pedi para que ele fizesse mais fraca, afinal eu estava dirigindo. Comecei a balançar meu esqueleto, meu Deus a quanto tempo eu não dançava e o engraçado é que era algo que eu amava fazer, mas por causa do casamento com o Lucas eu abandonei muito do que me dava realmente prazer. Mas deixa pra lá agora era a hora de me divertir e não de seção melancolia. A música era boa, uma mistura de hip hop com eletrônico, casou muito bem e eu me deixei realmente envolver. Foi então que senti meu telefone vibrar na minha bolsa de mão, o que me assustou. O número era não identificado, mas resolvi atender mesmo assim. Fui em direção a uma sacada que tinha no lugar para poder ouvir a ligação.
- Alô.
- Larissa? É você? - era a voz de um homem.
- Sim, quem deseja? - a curiosidade me dominava.
- Ainda não estou acreditando. A quanto tempo minha Linda. - para tudo. Só uma pessoa me chamava assim, minha Linda, meu coração veio na boca.
- Julio, é você mesmo? Eu não tô acreditando nisso.
- Onde você esta Larissa?
- Estou num bar chamado The Best, você conhece?
- Claro. Estou indo encontrar você, beijos.
Tá e agora, banheiro sem pensar duas vezes, precisava ver como eu estava. Parei na frente do espelho, fiquei observando meu reflexo nele, o tempo passou. Mas eu não estava assim tão gasta por ele, afinal tinham se passado apenas sete anos. A ultima vez que o vi foi na nossa formatura em administração, estávamos muito felizes, ele estava já empregado em uma grande empresa e eu estava descobrindo o amor, ou achava que era. Depois disso eu passei a me dedicar ao Lucas e esqueci de viver. Maldito seja, mas é passado e não adianta me lamentar. E ele, o que será que fez da vida dele? Nossa estava exitada demais em revê-lo. 
- Onde você estava Larissa, já tinha achado que tinham te sequestrado. - Suzi estava já a tira colo de um homem quando retornei a pista de dança. - Esse é o Ricardo, um amigo. 
E que amizade, poderia chama-la de colorida tamanha a intimidade entre suas bocas.
Não consegui mais me concentrar em nada olhava o tempo todo para o telefone e em direção a saída onde quem sabe poderia ver ele se aproximar foi quando senti alguém segurar minha mão e tudo parou!
Nossos olhos se cruzaram e uma emoção nova tomou conta de mim, era um misto de excitação, saudade e amor e quando percebi estava abraçada a ele, ao meu amigo de sempre.
- Por favor, me diz que eu não estou sonhando minha Linda, é você mesma? - ele me segurava em seus braços como um tesouro precioso.
- Eu que ainda não acredito Julio. - eu olhei em seus olhos para ter certeza do que eu estava vivendo e foi quando um impulso tomou conta de nós. Como uma cena de novela nossos corpos se aproximaram e nossos lábios se encontraram travando um beijo quente e saudoso, regado a lágrimas de emoção. Não sei por quanto tempo durou, mas com certeza foi o suficiente para perceber que eu nunca tinha sido beijada de verdade, assim com tanto desejo e emoção. 
- Eu esperei por isso quase uma vida inteira, e vejo que valeu a pena esperar. - ele tinha folego? O meu tinha sumido, tinha sido tragado por seus lábios. Sorri em resposta.
- Vamos sair daqui, vem comigo. 
Não pensei duas vezes, olhei em direção a Suzi e ela estava bem acompanhada, enviaria um sms para ela depois, sei que entenderia. Segurei forte em sua mão e mais uma vez sorri, me permitindo ser levada por aquele homem, o meu melhor amigo. Descemos as escadas sorrindo, olhando um para o outro feito bobos, mas pelo canto do olho percebi que alguém se levantou como um susto. Era o Lucas, meu ex marido! Estaquei no chão como uma mula e o Julio parou no mesmo momento acompanhado a direção que meus olhos estavam olhando.
- Tá tudo bem Larissa? - o Julio estava preocupado e eu não sabia o que responder.
O Lucas me olhou de cima a baixo como quem admirava uma paisagem, boquiaberto. Percebi então que ele nunca tinha me olhado de verdade e claro a satisfação em ver que ele percebeu o que perdeu tomou conta de mim.
- Esta tudo bem sim querido, só precisava averiguar uma coisa. - olhei bem nos olhos do Lucas e sorri, um sorriso de vencedora. - Vamos? 
Não olhei para trás e sai seguindo meu querido amigo. O carro dele estava estacionado de uma maneira totalmente errada quase que no meio da pista em frente ao bar.
- Meu Deus, você fez isso? - eu estava achando tudo muito engraçado.
- Pois é, a necessidade de ver você foi maior que a minha paciência em achar um lugar para estacionar. - ele respondeu e eu lógico dei uma gargalhada. - Que saudades meus ouvidos estavam do som da sua voz minha linda e desta sua gargalhada maravilhosa. - eu nada respondi, apenas sorri bem boba com o elogio.
Entramos no carro e ele dirigiu feito um louco se afastando de qualquer jeito daquele lugar.
- Para onde vamos? - eu precisava saber o que ele tinha em mente.
- Você quem escolhe Larissa, só quero me afastar de tudo e ter você só para mim. - tá, agora eu precisava respirar de novo. Minha mente voou em várias possibilidades, e com certeza a mais quente tomou conta de meu desejo.
- Vamos para algum lugar mais intimo, onde possamos ficar a sós e matarmos a saudades querido. - nem eu acreditei que tinha dito isso, mas também que dane-se, eu precisava viver, me permitir ser feliz e algo me dizia que com o Julio eu conseguiria isso. 
- Linda, você leu meus pensamentos. 
Então ele entrou na rodovia que nos levava em direção as praias do sul e logo percebi que nos aproximávamos de um lugar lindo, parecia um hotel, mas na verdade era um motel. Tá e agora eu faço o que. Ele olhou para mim, a dúvida pairava em seu olhar, senti que ele estava me perguntando se eu topava entrar ali com ele. Sorri em resposta, caramba era só o que eu conseguia fazer, sorrir!
O lugar era lindo, tinha um pouco de romantismo, mas o lado sexy selvagem dominava o ambiente. Tinham espelhos por toda a parte, uma cadeira toda doida, mas bem convidativa, uma cama redonda mega grande com travesseiros, alguns acessórios totalmente novos para mim. 
- Fica a vontade, vou abrir um vinho para a gente e ligar o som, temos muito o que conversar. - a ta bom, conversar. Ele me trás para um motel, um lugar que exala sexo e quer me convencer que quer apenas conversar? Aproveitei para olha tudo, nunca tinha ido a um motel mas a curiosidade em saber como era sempre foi gigante. Fui adentrando ao quarto e ao fundo percebi um banheira enorme branca, ao lado um espaço todo fechado, parecia uma sauna, minha mente vagava em possibilidades. Só que de repente me peguei pensando se estava mesmo preparada para tudo aquilo, ou pior será que eu seria assim tão receptiva quanto o lugar propunha? 
- Tudo bem Larissa? - levei um susto quando o Julio me tirou dos meus medos.
- Tá sim. Só estava aqui pensando um pouco... na vida. - o que eu iria falar? Que eu estava com medo dele?
- Vem cá linda, senta aqui comigo, a cama parece bem confortável. Pegue sua taça de vinho, espero que você goste, a mim pareceu bem saboroso. 
Fiz o que ele me pediu e não me arrependi, foi uma ótima pedida, uma cama confortável e um vinho para relaxar minha tensão. Começamos a conversar sobre tudo, ou melhor sobre mim.
- Nunca acreditei que o Lucas fosse te fazer feliz Larissa, sempre tive a certeza que você merecia muito mais do que ele tinha para dar a você. - fiquei olhando ele falar e lembrei de vida que eu tinha levado por oito anos, uma vida vazia e sem nenhuma emoção.
- Não entendo hoje em dia o que me prendeu a ele, na verdade eu me sinto burra lembrando do que vivi.
- Não pense assim, acredite que você não errou. Quem perdeu foi ele a oportunidade de ser feliz. - ele não mudou em nada, sempre tão perfeito. - Só procure agora pensar mais antes de sair se entregando a alguém, de o valor que você merece Linda.
Opa, um sinal vermelho acendeu em minha cabeça, e acho que ele percebeu.
- A vida nos levou para caminhos contrários Larissa. - estava temendo a pausa que ele fez. - Sempre imaginei minha vida totalmente diferente do que tenho vivido, imaginava a vida ao seu lado. - agora sim, lágrimas eram inevitáveis. - Não chore, por favor!
Ele me abraçou e assim ficamos por algum tempo, e então eu me atrevi a deitar em seu colo como já tinha feito muitas vezes no passado.
- Você se foi e eu tive que aprender a viver com as possibilidades que eu tinha, e assim o fiz. Eu conheci alguém a uns dois anos, uma mulher legal que parecia ser uma boa companheira. - não sei se queria ouvir o que ele tinha a dizer, mas não me atrevi a interromper. - Casei fazem seis meses e achava que seria capaz de ser feliz ao lado dela. Ela parece apaixonada, se faz presente sempre e procura sempre me agradar. Eu faço de tudo que posso para retribuir, mas sinto que não é o suficiente, não é o que ela merece.
- Por favor Julio, não precisa falar mais nada querido. - o que eu estava fazendo? - Não se sinta pressionado a nada, estou aqui por que eu quero, por que adorei a possibilidade de reencontrar você.
O silêncio se fez presente e comecei a perceber que ter vindo a esse lugar com ele tinha sido um erro. Com um só movimento me vi deitada na cama tendo o corpo do Julio em cima do meu.
- Você não esta entendendo Larissa. Eu quero você, eu amo você! - eu nem respondi, nem deu tempo de raciocinar para isso na verdade fui tomada pelo susto de um beijo ardente e desejoso. Ele me beijava como se precisasse disso para viver e suas mãos percorriam meu corpo como se ele estivesse cego, tateando no escuro um caminho novo em busca da luz. Não fiquei parada e agarrei aquele homem com todo o meu desejo em ser naquele momento possuída por ele, independente do amanhã, eu o desejava ali e agora. 




Perdemos o folego tamanha a volúpia de nosso beijo mas nossos olhos ainda ardiam em resposta ao que tinha acontecido.
- Você precisa entender Linda. Quando eu soube que você tinha me procurado não pensei em mais nada, só em reencontrar você. Eu tinha um compromisso com ela, mas sem pensar duas vezes desmarquei tudo e fui ao seu encontro. - calma, preciso entender isso.
- Julio, por favor, tenha calma. Você esta confuso, não precisa disso querido. - eu não podia me sentir culpada por uma separação, não eu. - Estamos emocionados com esse reencontro tão esperado por nós dois, mas não vamos nos precipitar.
Ele olhou em meus olhos parecendo não entender o que eu estava falando por que minhas mãos ainda agarradas ao seu cabelo com certeza diziam o contrário.
- Larissa, eu... sinto muito. - ele foi se afastando do meu corpo e um sentimento de perda começou a invadir meu corpo. Não consegui permitir que ele se afastasse e antes de pensar demais eu puxei ele de volta ao encontro do meu corpo.
- Dane-se o que é certo e errado, o justo e o injusto. Já perdi tempo demais da minha vida achando que estava fazendo o certo. E se é assim, agora chegou a minha vez de errar. - eu o beijei totalmente convidativa a ele me possuir ali nesse momento esquecendo por esse tempo juntos tudo o que nos esperava lá fora.
"Que Deus me perdoe, mas era a minha vez de ser feliz!" - nada mais foi dito.


E ai... a Larissa se viu em uma situação tão complicada não é verdade? Depois de tanto sofrer por um amor que nunca existiu se viu perdendo o verdadeiro amor da sua vida. Será que a escolha dela foi a melhor?
Aguarde a continuação deste conto!
Beijinhossss



09:37

Conto Erótico - A Revelação (Final)

Ficamos ali entregues, um sobre o corpo do outro por algum tempo, era gostoso sentir o corpo dele em cima do meu. Era algo novo para mim, sentir o corpo de um homem sobre mim, sentir sua respiração ofegante e seu coração acelerado depois de um momento de intenso desejo e paixão. Tentei me mover para perceber onde eu estava, no chão, fomos parar no chão, na areia, fui obrigada a rir.


- Do que você tá rindo? - ele parecia preocupado. Levantou seu corpo e ficou apoiado nos cotovelos para observar meu rosto, vendo que eu estava sorrindo sorriu junto comigo.
- Não sei ao certo por que estou rindo, mas digamos que eu estou... feliz! - respondi soltando outra gargalhada boba e ele então começou a me fazer cosquinhas e eu retribui a ele então gargalhamos juntos. Até nossos olhos se cruzarem a pararem, vidrados um no outro, como um imã e ele me beijou fervorosamente. Nossos corpos logo reagiram ao beijo, minhas mãos apertando seus braços e as dele pressionando meu corpo para se aproximar mais do dele.
- Você me faz te desejar a cada segundo mais Barbara, e isso é delicioso! - tá pera ai, muita informação, preciso respirar, Fechei meus olhos e coloquei meus braços sobre ele, sim eu não sabia o que falar e estava com vergonha.
- Desculpe, ultrapassei algum limite, né? - tadinho, não era isso.
- Na verdade Nico eu que nunca ultrapassei os limites, sempre vivi cheia de regras e medos. - tirei meus braços dos olhos para olhar para ele. - Eu na verdade nunca soube o que era viver, meus medos e as regras impostas pelo Tales que sempre controlou cada passo meu. Ele sempre vivendo a vida da maneira que quis e eu obrigada a aceitar por achar que era certo, que ele era verdadeiro e hoje percebi que minha vida não passou de uma mentira.
- Não pense no passado Barbara, ou se pensar procure se lembrar do que foi bom em sua vida, - ele estava sendo tão delicado. - o que foi ruim deixa que fique apenas como lição, mas não deixa que isso interfira em sua felicidade.
Senti a verdade em cada palavra dele e busquei dentro de mim uma lembrança que a muito tempo tinha ficado esquecida, foi de um tempo muito feliz, em que eu era apenas eu. Então algo me veio a cabeça, aqueles olhos, aquele sorriso, eu sabia que não podia estar enganada eu o conhecia.
- Pera ai, eu conheço você. - eu falei e ele sorriu, mas era um sorriso triste.
- Sim Babi, você me conhece sim.
A muito tempo ninguém me chamava assim, na verdade só uma pessoa fazia isso, um menino muito especial que esteve comigo por toda a minha adolescência, o menino que roubou meu primeiro beijo.
- Nicolai!!!!!!! - falei em um frito tapando minha boca em seguida com minhas mãos, pois eu estava chocada agora e ele se assustou.
- Calma, shiu... fique calma Babi, temos muito o que conversar. - ele me abraçou e eu chorei.
Chorei por lembrar daquele dia, do meu aniversário de 15 anos.
Não era bem uma festa de aniversário, era apenas uma comemoração entre amigos, e entre eles estavam a Aninha, sempre comigo e o Nicolai, que eu chamava de "meu chatinho". Estávamos dançando quando o Nicolai disse que precisava falar comigo, lembro que não dei importância pedindo para  conversar depois e ele respeitou. dançamos juntos, ele até me roubou um beijo ou outro, eu gostava dele, ele era carinhoso e sempre estava comigo, achava que estava descobrindo o amor. Ai então chegou o Tales para virar minha vida de cabeça pra baixo. Ele tinha ido a festa com seus pais que eram amigos dos meus e assim que eu o vi fiquei intrigada. Ele era mais velho que eu alguns anos e era bonitão, chamou logo a minha atenção e de muitas na festa. Ele logo me notou e ficamos trocando olhares a noite inteira até que ele me chamou pra dançar e no meio da dança ele me beijou. Foi um beijo mais demorado dos que eu dava no Nicolai, algo mais quente. Lembro que fiquei sem folego, ele me olhou com uma cara de divertido e eu envergonhada olhei para o lado, quando vi o Nicolai saindo e antes deu uma olhada em minha direção, olhou uma caixinha que ele tinha nas mãos e se foi, pra nunca mais voltar. Doeu ver ele ir, mas o encantamento não me permitiu ir atras dele. Depois desse dia comecei a namorar o Tales e aqui estou eu, surpreendida pelo destino.
- Você sumiu, você se foi. - disse isso sentindo lágrimas nos meus olhos.
- Na verdade eu me afastei, esperando que você decidisse o que fazer da sua vida Babi. - ele estava com a voz embargada. - E quando você foi morar com o Tales eu preferi deixar que o destino se encarregasse de nós e segui minha vida.
- Mas pra onde você foi? Eu procurei você, mas ninguém queria me dizer o que tinha acontecido, só me diziam que você estava bem! - e era verdade, eu o procurei muito, sentia falta do meu amigo.
- Eu pedi para que fosse assim, para que eu pudesse seguir minha vida e você a sua. - ele agora se sentou para conversar e eu vendo que ficaria completamente exposta a ele, nua, tapei meu corpo com as mãos.
- Pegue, e não sinta vergonha, você é linda. - ele me entregou sua camisa para que eu pudesse vesti-la e não ficar completamente nua.
- Eu precisava viver a vida Barbara. Meus planos tinham sido feitos com você, mas quando você decidiu ficar com ele percebi que precisava buscar meu rumo.
- Mas eu não sabia, você nunca me disse nada.
- É verdade, eu nunca tive a oportunidade de te dizer. E quando tive a oportunidade deixei passar por falta de coragem. - agora isso doeu em meu peito, foi no meu aniversário, tenho certeza.
E agora o que dizer? Ficamos calados, eu olhando para meus dedos e ele acariciando meu cabelo enquanto apoiava meu corpo encostado no dele, Era como se ele precisasse de mim, naquele momento.
- Babi eu andei meio mundo tentando te esquecer, tentei de todas as maneiras, casei, estudei, viajei, fiz de tudo um pouco, mas tudo sempre me levou a você. - ele estava chorando? - Nada adiantava, tudo que eu sempre quis, tudo que eu sempre sonhei era ter minha vida com você.
- Eu não sei o que dizer Nicolai. - eu estava sendo sincera, estava sem ação.
- Não se preocupe, eu estou bem. Hoje foi o dia mais feliz de toda a minha vida até hoje. Esperei por esse dia com muita ansiedade, pois no fundo saberia que um dia te teria nos meus braços, nem que fosse apenas por uma noite.
Eu me senti amada nesse momento, me senti alguém realmente importante, como nunca havia me sentido.
- Nicolai, por que a vida foi tão cruel com a gente?
- Não pense no que passou gata, acredite que algum propósito tudo isso teve, e que agora devemos curtir nosso momento e o que tiver de ser será.
E com essas palavras ficamos mais um tempo abraçados, eu ouvindo seus batimentos cardíacos em seu peito, agora mais controlados enquanto minha cabeça repousava nele. Ele fazendo carinho e beijando meus cabelos.
- Mas agora olha para mim Babi. - ele me puxou para ficar de frente para ele. - não posso perder mais uma oportunidade, não sei se terei outra, então ai vai.
Ele esperou para respirar fundo, eu acho e me olhar dentro dos olhos, eu estava assustada.
- Barbara agora que tudo foi revelado, que nos reencontramos, conversamos e que tivemos esse momento maravilhoso e tão intimo, algo que eu realmente esperei minha vida toda. - eu estava sentindo meu corpo tremer. - Preciso fazer o pedido que deveria ter feito a alguns anos atras e assim, depois de ter sua resposta irei seguir minha vida.
Para tudo, o que ele estava pensando, em me deixar?
- Eu amo você Babi, sempre te amei. Em cada dia da minha vida acordava e dormia pensando em você. - eu não consegui conter minhas lágrimas. - Eu sempre quis viver a minha vida ao seu lado, ser seu amigo, ser seu namorado, ser seu homem, seu companheiro, ser seu amante, eu sempre quis ser tudo na sua vida, por que você sempre foi tudo na minha.
Ele fez uma pausa, estava emocionado e eu tentando absorver tudo o que ele me dizia, parecia um sonho.
- Barbara, eu sei que tudo isso pode te deixar confusa e você pode até ter medo ou duvidar, mas to sendo sincero quando digo que quero passar minha vida inteira ao seu lado, quero te fazer feliz, dar a você todo o amor, carinho e respeito que você merece, quero cuidar de você. Mas isso depende apenas de você agora.
Tá, eu estava sonhando, só pode. Como assim, ele me quer ainda na vida dele? Não era pra ser só uma noite? Deus, o que eu faço agora.
- Se você não quiser dividir sua vida comigo não se preocupe, eu vou sobreviver  - ele disse sorrindo. - Mas não voltarei mais Babi, seguirei minha vida e deixarei que você siga a sua.
Eu preciso responder isso agora, assim? Mas pera lá, o que eu espero ainda da vida? Depois de viver anos ao lado de um homem que nunca se fez presente, que sempre me tratou como um objeto decorativo que ele usava a seu bel prazer, que nunca me amou de verdade, que sempre mentiu, que sempre me machucou com suas palavras e ações me fazendo sentir a piro mulher do mundo, afinal do que eu tinha medo? De ser feliz? Ou de pelo menos tentar ser feliz?
- Nicolai, eu estou surpresa com tudo que você me revelou, e até no fundo me sinto injusta, pois acho que não sou merecedora de tudo que você me disse. - ele tentou contestar mais calei sua boca com um leve beijo. - Deixa eu terminar.
- Eu vivi até hoje achando que o que eu tinha era amor, que eu tinha o que merecia e você chegou bagunçando tudo isso no momento exato, me fazendo perceber que eu nunca tive nada, que me contentava com migalhas e que na verdade eu posso ser muito mais do que sou. - eu tentava conter as lágrimas mas elas teimavam em rolar de meus olhos.
- Você foi a melhor pessoa que eu conheci na minha vida, era o amigo mais fiel, o companheiro de todas as horas, me dava carinho, atenção, me fazia sorrir, me fazia feliz. Eu cega não percebia que você era especial, me deixei levar pela cobiça achando que ficando com o Tales eu seria feliz e me perdi num mundo de mentiras e dor. Hoje eu percebi que o amor nunca existiu, que eu fui iludida por uma paixão, por meia duzias de palavras e depois pelo medo de ficar só.
- Você nunca ficaria só Barbara, eu sempre estive ao seu lado, mesmo longe sempre procurei saber de você. - ele sempre soube de mim?
- Como?
- A Aninha sempre manteve contato comigo, ela era minha ponte de ligação a você. - claro como eu não pensei nisso antes. - Eu sempre soube de você através dela mas nunca deixei que ela falasse de mim a você, afinal você estava casada e eu não queria te prejudicar em nada.
Agora senti uma dor no peito forte, teria sido tudo diferente, por que ela nunca me contou? Mas no fundo ele estava certo, eu tinha feito a minha escolha e sempre me mantive cega. Meu Deus quantas vezes a Aninha tentou me alertar e eu achava que era implicância dela, até algumas vezes dizia que ela tinha ciumes, nossa como foi ingenua. Mas agora tudo fazia sentido, ela dizia que tinha algo melhor para mim no meu futuro, mas que eu precisava ver esse futuro, tirar a venda dos meus olhos, e ela estava certa.
- Nicolai, tudo agora muda de figura, você entende? Tudo mudou depois dessa revelação.
Ele me olhou assustado, permitiu que uma lágrima corresse em seu rosto e então respirou fundo para se recompor e disse:
- Babi tudo bem, eu entendo. - o que ele estava dizendo? - Você tem sua vida, e não vai ser por causa de uma revelação, como você diz, que você vai aceitar meu amor. - ele se levantou e colocou sua cueca, de costas para mim, ele era lindo demais, mas ele não entendeu nada, eu precisava encontrar uma maneira de falar o que eu estava sentindo o que eu queria para a minha vida.
- Não Nicolai, onde você vai?
- Fica tranquila gata, eu tô bem. Tinha esperanças que viver esse amor que eu sinto com você, mas entendo que tudo isso foi demais para você. - eita homem burro, agarrei ele pelo braço e o fiz olhar pra mim ali na frente dele.
- Cala a boca chatinho e me escuta. - ele me olhou agora sorrindo, mas ainda sim triste.
- Eu não posso negar que tudo isso me deixou assustada, nossa é muito forte o que você me disse. Mas ao mesmo tempo é tudo muito real, sincero e verdadeiro entende? Suas palavras fizeram algo dentro de mim renascer, algo que achei que tivesse perdido a muito tempo, a esperança. - eu estava tranquila, falando tudo olhando nos olhos dele.
- Se tudo que você disse for real mesmo, se você quer viver comigo esse amor eu preciso que você tenha paciência. Preciso reorganizar minha vida preciso refazer planos e resgatar velhos sonhos. Sonhos esses que você sempre fez parte, pois de uma maneira ou de outra sempre quis ter você em minha vida, só na época não entendia que o que eu sentia era amor, era o amor nascendo dentro de mim como uma sementinha que você plantão e que estava crescendo com a luz, o calor e o alimento do seu amor. Deixei que a escuridão fizesse a plantinha secar, mas ela não morreu eu posso sentir. - peguei a mão dele o coloquei em meu peito. - Você sente? Meu coração bate como antes, com esperança, com amor, com felicidade.
Ficamos ali olhando um para o outro, sem trocar uma palavras, tomados pela emoção e pelas lágrimas, eu precisava concluir o que tinha pra falar.
- Então Nicolai, agora sou eu que tenho uma proposta para te fazer. - segurei as mãos dele junto ao meu peito, tomei folego e disse. - Você quer ficar comigo para viver um dia após o outro buscando sempre a felicidade, me ensinando a perder meus medos e lidando com as minhas inseguranças e tendo paciência de me mostrar o que é o amor?
Ele se calou, fechou os olhos e suspirou, fui tomada pelo medo. "Burra de onde eu tirei essa ideia, ele ja me esperou demais, eu sou uma egoísta".
- Babi, eu quero só você, independente de qualquer coisa, pois só serei completo, só serei feliz com o seu amor. É claro que eu quero!
E então, tomados pela emoção de assumirmos um compromisso tão importante como esse, de fazer um ao outro feliz nos entregamos um ao outro para mais uma vez unir nossos corpos pelo desejo que sentíamos e vivermos o amor que o destino tinha deixado reservado a nós, deixando todo o passado para trás.




BOM SOU SUSPEITA EM FALAR... MAS EU ADORO ESSES FINAIS FELIZES!
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO... E NÃO DEIXEM DE COMETAR VIU!
BEIJINHOSSSSSSSSSSS
19:57

Conto Erótico - A Revelação (Parte 2)

Seguia os passos do meu sequestrador sem pensar no que poderia acontecer, ele andava e me olhava com um olhar de cobiça, desejo, sei lá que olhar era aquele, parecia um bicho faminto.
- Não tenha medo, só vem comigo gata! - ele falava sorrindo e me derretia pelo seu sorriso, foi quando percebi algo familiar nele. Observei aqueles olhos, aquele sorriso, algo nele me dava paz. Paramos em frente a uma moto dessas de modelo grande, não me preocupei em saber o nome, só me senti poderosa em cima dela.
-Segura firme gata, vamos voar. - era tudo que eu precisar.
Com ele na moto me senti livre, como se nada pudesse me impedir de ser feliz e com a certeza que algo iria acontecer, algo que mudaria a minha vida. Chegamos numa praia deserta tendo apenas a lua como moradora oficial iluminando as palmeiras e rochedos que existiam ali. Logo nos aproximamos de uma cabana de pescadores, dentro tinham alguns barcos ou botes e redes de pescas por toda a parte. Ele desligou a moto e me fez descer tirei o sapato de salto para andar na areia, deixei perto da moto e o segui caminhando descalça para a tal cabana. Quando entramos minha curiosidade me fez observar tudo que tinha em volta, apesar de ser uma cabana aberta e por isso eu já ter visto tudo o que tinha dentro procurei me apegar a detalhes, a essa altura um pouco receosa pelo que estava pra acontecer. Ele ficou parado, encostado a um dos pilares de madeira que sustentavam a cabana me observando, quando nossos olhares se encontraram eu fiquei envergonhada mas não me atrevi a desviar o olhar dele.
- Nunca entendi como você podia se esconder do mundo como fazia. - ele agora desviou seu olhar para meu corpo, mas logo voltando aos meus olhos. - Barbara por onde você andava que eu nunca consegui te encontrar.
Nossa, achei tão forte o que ele disse, me deu vontade de chorar, como se eu tivesse ficado realmente encarcerada por todos esse anos e só agora estivesse livre para a vida, mas isso me doía.
- Na verdade, Nico né? Então eu realmente tinha me fechado ao mundo por um motivo que eu achava especial, mas que na verdade não passava de uma doença. - eu já nem sabia o que falar. Ele me observou por um tempo até que pouco a pouco foi diminuindo a distancia que existia entre nós.
- Você sabe que essa doença pode ser curada por algo muito fácil, não sabe gata? - ele estava chegando perto, muito perto e eu já não conseguia falar.
- Barbara, não se reprima, se permita ser feliz. - ele estava parado em minha frente e eu não conseguia mais olhar em seus olhos, então ele pegou meu rosto para encara-lo. - Me permita, nem que seja por essa noite te fazer feliz gata, prometo me empenhar ao máximo para isso. Ele tinha um sorriso sacana nos lábios, mas não me causava medo, na verdade olhar em seus olhos enquanto ele falava isso deu uma mexida em meu corpo, uma mudança repentina, meus hormônios estavam a flor da pele. Elçe acariciou meu rosto, como se eu fosse uma boneca de porcelana mas logo mudou de atitude agarrando meus braços e unindo nossos corpos.
- Não sei se vou conseguir resistir a você gata, por isso você precisa me dizer agora. - ele tinha a respiração acelerada e a minha acho que não existia nesse momento. - Eu quero você, quero possuir seu corpo aqui e agora, Deus sabe o quanto te desejo, mas só vou fazer isso se você quiser, é você quem decide Barbara.
Meu Deus onde eu me seguro, meu mundo estava girando, deve ser culpa das cervejas ou era apenas a proximidade de nossos corpos, de nossas bocas e do calor que irradiava do corpo dele, o fato é que eu estava perdida. Olhei em seus olhos, eles estavam intensos focados em mim, em minhas reações e logo percebi que estava sendo hipnotizada por aquele olhar, mas não por qualquer motivo, tinha algo especial, mas o que era? Sem perceber, enquanto me questionava ao que estava sentindo e ao que eu realmente queria naquele momento, mordi meus lábios e isso foi o mesmo que dizer "me tome, sou sua".
Esse homem foi tomado por uma volúpia incontrolável e devorou minha boca como se precisasse dela naquele momento mais do que a própria vida e suas mãos sustentaram minha nuca e corpo como se tivessem medo que eu fugisse  Não nego que com o susto desse contato tive uma pontinha de medo, mas logo ele foi substituído por desejo e eu me entreguei aos beijos desse homem. Suas mãos começaram a passear pelo meu corpo enquanto eu ainda me detinha em grudar nos seus cabelos até que me virou para ficar de costas para ele.


Suas mãos eram hábeis e meu vestido logo já estava no chão e me vi apenas de lingeries, cheguei a ficar com vergonha mas nem tive tempo para isso, ele com todo o seu desejo e carinho não me davam tempo para pensar.
- Sabia que você era ainda mais lindo do que eu esperava, você é demais! - nessa hora ele ja tinha me virado para encara-lo e suas mãos já estavam em meu sutiã acariciando e provocando meus seios, meu corpo reagiu imediatamente arcando-se e precipitando-o para o encontro de suas mãos. Ele deu um sorriso de arrasar corações e eu não resisti mordi minha boca mais uma fez para conter um risinho safado diante do que minha imaginação estava me proporcionando.
- Você gosta de me provocar né gata, deixa que eu faço isso.
Ele mordeu minha boca e logo foi descendo para meu pescoço, colo, seios, nossa isso estava me deixando enlouquecida e meu corpo começou a entrar em uma combustão, um calor novo que vinha de lá, das minhas partes mais intimas. Ele se deteve em minha cintura, me olhou como quem pedia autorização para prosseguir. Eu não tinha como dizer não se meu corpo dizia sim, sim a ele e tudo que ele quisesse fazer comigo.
- Não me pergunta nada, apenas faça, eu tô aqui e isso vale mais que mil palavras.
Nada mais foi dito eu dai em diante apenas senti esse homem explorando meu corpo e eu o dele, pois não me fiz de rogada e logo estava tirando sua blusa, desabotoando sua calça jeans e quando me vi despindo ele totalmente percebi o quanto eu estava cega para as belezas do mundo, ele era a reencarnação do homem perfeito, deliciosamente sexy. Não tive muito tempo para admira-lo e nem ele a mim pois o desejo falava mais alto, ele me pegou pelas pernas fazendo meu corpo se deitar em cima de um dos barcos que estava virando arcando meu corpo em cima dele me deixando completamente aberta a ele. Ele então pegou a camisinha e se precaveu, o que me deixou assustada e grata ao mesmo tempo, pois eu não tinha nem lembrado de proteção, tomada pelo desejo do desconhecido me permiti esquecer disso, mas graças aos céus ele lembrou. E então ele adentrou ao meu corpo, invadindo suavemente cada espaço de mim mas com uma delicadeza digna de um amante perfeito o que me fez aceitar seu corpo e membro dentro de mim com mais facilidade mas não com menos tesão, foi perfeito o encaixe de corpos, perfeito!
Logo ele assumiu um ritmo mais forte, mais duro e meu corpo continuou respondendo a ele, suas mãos acarinhavam e provocavam meus seios e sua boca dançava por meu corpo, ora mordendo ora beijando, mas sempre em mim. Foi quando ele assumiu um ritmo mais enlouquecido e eu me perdi sem perceber num orgasmo mais que desejado, necessário. Foi uma loucura, gemi completamente envolvida pelo tesão daquele momento. Ele parou por um instante suas investidas como quem observava minha reação deliciando-se e eu sorri em resposta sentindo meu corpo relaxar.
- Você é deliciosa quando goza gata, só que ainda não terminamos  - Ele tomou minha boca e a devorou fazendo com que sua língua explorasse a minha, então me virou de quatro apoiando meu corpo no barco e eu empinei minha bunda provocando esse homem, meu Deus eu o queria mais e mais.
Logo senti ele dentro de mim novamente e suas investidas eram ainda mais fortes e suas mãos mais urgentes em meu quadril até que elas desceram encontrando meu ponto G e me estimulando a mais um momento intenso de prazer.
- Goza de novo pra mim gata.
Ele não precisou mandar duas vezes, meu quadril passou a dançar no ritmo de suas investidas e logo eu estava lá entregue a outro orgasmo perfeito e avassalador e ele logo me seguiu gozando e demonstrando isso sonoramente.
- Barbara você é demais! - então caiu sobre meu corpo, deixando esse momento durar um pouco mais!


Nossa que quente foi isso gente, um encontro cheio de desejo... mas não acabou por ai viu... aguardem as cenas dos próximos capítulos!
Beijinhosss
16:06

Conto Erótico - A Revelação (Parte 1)

Era sábado, mais um final de semana, mais um pagodão no bairro, mas desta vez eu não iria ficar em casa. O Tales estava muito engando se achava que eu ia ficar em casa, feito uma escrava enquanto mais uma vez ele amanhecia na farra, desta vez ele iria se surpreender!
Ele saiu cedo, não eram nem seis da tarde ainda, isso que o pagode começava depois das oito da noite, mas ele sempre tinha a desculpa de que iria ajudar a organizar tudo, pois sim! Hoje eu vou tirar toda essa história a limpo, afinal se ele só vai para tocar e levar a alegria para as pessoas que o escutam, como ele diz, por que não fazer isso por mim que sou sua esposa, não é verdade?
Separei um vestidinho estampado que comprei na lojinha do bairro, era simples mas caiu bem no meu corpo, modelo tomara que caia e rodadinho na barra e claro uma bela sandália de cor nude, eu adorei meu visual. Fiz uma maquiagem leve, mas caprichei no batom, um tom de vermelho para realçar minha boca que é bem carnuda. Eu sou uma morena bonita, com meu um metro e sessenta e nove e sessenta e seis quilos bem distribuídos que faziam meu corpo ser elogiado por minhas amigas, e as vezes por outros homens, o que me deixava muito envergonhada. A Aninha chegou as oito em ponto,eu e ela somos amigas desde sempre, tava toda toda num shorts curtinho e uma blusinha que mostra a barriga, alem de claro um saltão poderoso e uma super maquiagem, tava toda gostosona.
- Pronta amiga? Nossa você esta linda Bah! - achei uma graça a cara de espanto que ela me olhou. Eu não costumo mesmo me produzir, sempre de calça jeans e blusinha, as vezes de rasteira outras de tênis  o negocio era que eu não saia para lugar nenhum, só ia do salão de beleza que eu trabalhava pra casa.
- Ah tem graça né amiga, olha para você toda poderosa, lindona como sempre! - ela deu uma voltinha, a Aninha era uma figura, a mais divertida, minha fonte de alegria em todos os momentos.
- Tá, vamos então amiga? Assim poderosas como estamos vamos ter vários gostosões nos pés.
- Vamos sim amiga, mas nada de bagunça tá, quero ir ver o que rola nesse pagode e surpreender meu marido, acho que ele vai gostar do meu visual, né? - ela me olhou de um jeito que eu sabia bem, lá vem ela com o papinho de "ele não te merece".
- Bom amiga, hoje você vai ter grandes revelações e eu so quero estar lá para te fazer feliz! Vamos curtir! - estranhei, sem o bla bla bla de que o tales é um safado, galinha e tudo mais? Bom então tá, isso era sinal que ela percebeu que estava enganada e agora vai apoiar meu casamento, o que me deixa muito feliz afinal o Tales é o homem que eu vivo desde os meus 16 anos e eu o amo!
Saímos para o pagode e percebi que quando passávamos a vizinhança toda ficou olhando, como se vissem uma aberração. A Aninha dava mil sorrisos e acenava para todos, alguns riam em respostas outros me encaravam e olhavam de cima a baixo do meu corpo, poxa o que é tô cagada? Seguimos em frente e logo ouvíamos o som da música que já estava rolando, sorri satisfeita, hoje a noite prometia muitas emoções.
Cheguei lá e olhei direto para a banda buscando o olhar do meu marido mas ele não estava lá, Aninha só me olhou e nada falou. Estranhei afinal ele disse que nem saia direito da roda de samba, pois tocava o tempo todo, que esse era o motivo dele nunca me levar junto, que ele não poderia me dar atenção. Logo percebi que dois dos componentes da banda me olharam assustados, eles eram amigos do Tales, iam sempre la em casa assistir os jogos de futebol. A Aninha me puxou para sentar numa mesa vazia, foi quando eu vi saindo do bar o Tales, o meu marido e grudado nele, a tira colo uma mulher. Ele beijava ela o tempo todo, fazia carinho em seu rosto e, nossa, ele apertou a bunda dela, não acredito! Comigo ele era todo cheio de nove horas, beijos só no quarto e raramente, sempre fazíamos amor com as luzes apagadas e ele nunca me tocou assim, com carinho e também com desejo. Fui tomada por uma dor imensurável, algo que me fez ficar em choque, não conseguia fala, nem chorar e muito menos me mexer.
- Amiga volta a respirar por favor! - minha amiga estava tocando a minha mão. - Vamos embora, eu não deveria ter concordado com isso, que merda.
Nesse momento ele chegou perto da banda e os amigos fizeram sinal para ele olhar em minha direção. Ele levou um susto, deu pra ver, mas fez cara feia de reprovação e para o meu desespero não afastou a mulher pendurada em seu pescoço, ao contrário deu um puta beijo na boca dele, que raiva!
Despertei nesse momento do meu transe e surpreendentemente apenas sorri! Lembrei de tudo que já tinha ouvido a respeito do Tales, de todas as pessoas que tentaram me avisar e então olhei para a minha amiga que estava assustada com a minha reação.
- Você esta bem Barbara? Por favor, fala comigo, quer uma água  - ela ainda segurava a minha mão e estava com lágrimas nos olhos.
- Eu quero uma cerveja amiga, afinal de contas viemos para curtir e uma cerveja vai me ajudar muito a me soltar. - eu não sabia o que estava dizendo, - Eu quero me divertir!
Era um fato, estava fora de mim, tendo uma reação totalmente diferente do que em meu estado normal eu faria, mas foi melhor assim, não me perdoaria se começasse a chorar ou quisesse ir embora. Logo a Aninha veio com a minha latinha de cerveja, tomei ela quase que em um gole só, coisa que nunca fiz na vida, mas ela desceu redondinha como dizem refrescando minha garganta e levando embora qualquer nós que teimava em se formar.
- Nossa amiga, vamos com calma ta bom.
- A amiga, pera lá, você me trouxe para curtir ou para ficar me regulando? - Aninha parou, olhou nos meus olhos e eu sorri para que ela se tranquilizasse, então ela sorriu e me abraçou.
- Tá bom amiga, vamos nos divertir, você merece mais do que ninguém ser feliz!
E foi o que fizemos, o pagode era muito bom e eu sempre adorei dançar, estava enferrujada por que a muito tempo não saia, mas era como andar de bicicleta a gente nunca esquece. A Aninha conhecia todo mundo e logo estávamos rodeadas de pessoas bem divertidas e animadas e logo percebi um certo olhar azul em cima de mim. Já tinha tomado três latinhas de cerveja, então estava em dúvida se era para mim mesmo que ele estava olhando, mas quando nossos olhares se cruzaram ele sorriu.
- Hum tem gente sendo paquerada né amiga, que delícia! - Aninha sabia me deixar envergonhada e lógico já estava vermelha como um pimentão, mas não parei de olhar para ele.
- Para amiga, não inventa coisa, foi só uma olhadinha. - eu respondi, - e de mais a mais eu sou... - ia dizer que era casada mas olhei na direção do Tales e ele agora estava com a tal mulher sentada em seu colo trocando beijos e amassos. - Eu quero outra cerveja!
Continuei dançando e curtindo a minha noite, estava realmente me divertindo, ou pelo menos tentando, já que as vezes olhava na direção do Tales e ele sempre estava acompanhando dela, por que ele fez isso comigo? Percebi que uma onda de tristeza iria tomar conta de mim, para ajudar a banda de pagode fez uma pausa sinal que a música iria acabar por um tempo, foi ai que uma nova música começou a tocar.
- O que é isso Aninha? - a música tinha um bom ritmo, era gostosa de dançar, mas a letra era um tanto vulgar demais.
- Isso é funk Bah, em que mundo você vive?
Fiquei observando o jeito que a Aninha e sua amiga dançavam se requebrando toda e indo até o chão. Nossa isso era estranho demais, ela me puxou para dançar com ela, até arrisquei umas reboladas, mas nada de ficar dançando até o chão. Riamos muito do meu jeito de dançar, muito diferente do delas que se entregavam ao que a musica sugeria, eu dava gargalhadas. Então percebi que tinha alguém muito perto de mim, perto demais, era ele. Ele segurou minha cintura e encostou seu corpo no meu, nossa que calor eu senti instantaneamente. Pensei em afasta-lo de mim, mas ai a Aninha que não é boba percebeu a aproximação e me olhou de um jeito que eu sabia muito bem, ela dizia com o olhar "aproveita que vale a pena". Tá bom então, olhei na direção do Tales, ele estava parado agora olhando para mim, mas ainda com a mulher em seu colo, eu tive medo do que ele poderia fazer, mas para minha surpresa uma voz me encorajou.
- Não tenha medo de mim gata, só vamos nos divertir um pouco. - ele falava ao meu ouvido, - e tem mais, você é gostosa demais para perder tempo com aquilo ali. - Eu estava arrepiada, mas não me atrevi a afastar um centímetro se quer o corpo dele do meu. Ficamos dançando ao som do tal funk com nossos corpos um colado no outro até a banda começar a tocar novamente e ele virar meu corpo para encara-lo. Eu então percebi o quanto ele era lindo, loiro, muito alto, corpo malhado e muito sexy, fiquei encantada. Dançamos agora frente um ao outro, nossos corpos unidos quase como um, era maravilhoso dançar com ele. Pouco tempo depois ele sussurrou em meu ouvido.
- Você quer vir comigo? - como assim ir? Pra onde? Não sabia o que responder, apenas sorri e olhei para baixo.
- Não tenha medo, não quero te fazer mau algum, ao contrário, quero te fazer bem, mas longe deste agito.
Longe, onde? Um calafrio percorreu meu corpo.
Olhei em seus olhos e ele me olhava fundo nos meus olhos, então olhei na direção da Aninha que percebeu tudo e veio em nossa direção, ufa que bom ela iria me salvar.
- Nico cuide bem da minha amiga, ela vale ouro! - estava chocada, minha amiga estava  me dando de bandeja a ele. Nico, esse era o nome! Nada falei, nem sabia o que falar, não sabia nem se eu iria, mas para minha surpresa minhas pernas bandidas me traíram e foram bem saltitantes acompanhando a esse homem que estava me levando Deus sabe para onde. Seja o que Deus quiser!


Ai meu Deus... o que será que o Nico vai fazer com a Barbara??
Depois de todas essas revelações ela merecia ser feliz né??

Vamos ver no que vai dar! Aguardem a continuação!
Beijinhossss

15:55

Conto Erótico - A primeira vez a gente nunca esquece (Final)

Logo senti suas mãos em minhas pernas, achei que ele fosse retirar meus sapatos de salto alto, mas não ele os manteve em meus pés, mas não deixou de beija-lo. Meu Deus era uma sensação única ser beijada nos pés, algo muito erótico e romântico ao mesmo tempo, me deixou arrepiada!
- Pés, considerados o simbolo da feminilidade, antes tão escondidos, - ele retirou um dos meus sapatos, eu soltei um suspiro - mas deliciosamente sedutores, tão macios e cheirosos, mas os quero calçados por enquanto. Ele abandonou meus pés e seguiu sua peregrinação por minhas pernas, ainda as acariciando e beijando, que delícia! Logo chegou em minhas coxas, elas são bem torneadas, orgulho-me delas.
- Tão definidas, e ainda sim tão macias, tuas pernas são um convite a perdição minha menina. - fui obrigada a rir, achei o máximo a sua colocação.
- Rindo de mim menina? - puta merda - Não creio que você fez isso!
Agora já era, tinha feito, aguente as consequências Milla, a e eu estava ansiosa por isso!
- Levanta Milla, quero ver você em pé! - nossa que voz grossa e ameaçadora  Ele me pegou pela cintura e me ajudou a ficar em pé, afinal minhas mãos ainda estavam presas nas costas com algemas. Ele soltou minhas mãos nesse instante, beijou cada uma delas, como quem se desculpava por ter me prendido.
- Agora você vai virar de costas para mim, e se apoie na poltrona. - Senhor... ia ser agora! Fiz o que ele disse, antes prendi melhor meu cabelo com o coque no alto da cabeça. Apoiei minhas mãos no sofá e me posicionei, empinando bem minha bunda e dei uma leve olhada para traz e não resisti, mordi minha boca em resposta ao meu desejo pelo que estava por vir.
- Atrevida demais, muito mais do que eu imaginava Milla. - ele ficou com certeza excitado. Logo senti suas mãos em min ha bunda, levantando minha mini saia e então ouvi um "NOSSA!" Eu usava uma lingerie preta com detalhes em dourado e a traz um lacinho como se eu fosse um presente. Senti um aroma delicioso e doce, percebi que ele passava algo nas mãos. Então, "Aiiiiiiiiiii", a primeira palmada na bunda. Sua mão estava quente, sinal que o aroma era algum tipo de gel que em contato com a pele aquecia, e então outra e mais uma, mas desta vez me mantive calada, soltando apenas um leve gemido.
- Que valente essa menina, gostou das palmadas? - nem eu acreditava que seria assim tão bom levar umas palmadas na bunda, foi realmente revelador e excitante.
- Sim! - foi o que eu respondi, mas no fundo estava louca para provoca-lo novamente, mais uma ou duas palmadas daquela seriam tudo de bom, mas me contive.
Ele então me puxou para seu encontro me colocando de pé, mas ainda de costas para ele. senti seu corpo no meu, senti sua ereção em mim, nossa era demais. Sua boca percorreu minha nuca e foi descendo, meu corpo se arrepiava ao caminho que sua boca fazia em meu corpo. Quando ele chegou em minha bunda se deteve.
- Ficou vermelhinha, do jeito que eu gosto. - e beijou minha bunda uma, duas, várias vezes até que.
- Nossa! - ele me deu uma mordida. Meu corpo se jogou de volta apoiado ao sofá, essa eu não esperava.
- Se assustou minha menina? Pois eu adorei o gosto que sua bunda tem. - ele tava de brincadeira? Não sabia ainda o que pensar daquilo, não conseguia distinguir se tinha sentido apenas dor ou também prazer, fui pega realmente de surpresa. Vendo que fiquei ali recostada e quieta no sofá o Luiz veio e me resgatou virando meu corpo para o dele e retirando a minha venda.
- Esta tudo bem querida? - ele estava preocupado, e isso me deixou emocionada. - Oh por favor Milla, me desculpe, eu deveria ter tido mais paciência com você.
Olhei nos seus olhos e uma lágrima dos meus correu, ele rapidamente beijou a minha lágrima. Oh não, ele não podia estar fazendo isso, não estava nos meus planos ele ser assim tão especial, era pra ser apenas sexo, minha primeira vez perfeita. Não, eu não posso estragar tudo.
- Luiz tudo bem, eu apenas não esperava, mas eu estou bem. - disse esboçando um leve sorriso. Ele ainda ficou ressabiado e eu resolvi que teria que dar continuidade ao nosso jogo de sedução. Olhei nos olhos dele, minhas mãos envolveram seu pescoço e então agarrei seus cabelos curtos arranhando seu couro cabeludo com as unhas. Foi perfeito, uma jogada de mestre, ele me agarrou pela bunda e me chocou contra a parede que estava atras dele. Minhas pernas envolveram sua cintura e nossas bocas se encontraram para um beijo perfeito. Bocas que tinha desejo uma pela a outra a muito tempo, que se diziam ansiosas por seu contato e que contato, foi realmente como uma peça se encaixando na outra. Ele me colocou no chão e então foi a minha saia para livrar-me dela e eu o auxiliei a retirar sua camisa que estava praticamente aberta. Que peitoral lindo, não muito malhado, algo mais natural só que extremamente firme e forte. minhas unhas logo passearam por tudo aquilo, e então me detive, lembrei que ele não podia ficar marcado e olhando em seus olhos soltei um "OPA". Ele sorriu mas não me advertiu de nada, fiquei na minha, será que era algo liberado? Eu com certeza teria vontade de arranhar aquelas costas. Assim que ele me viu apenas de lingerie e salto alto parou e ficou me observando, e eu me permiti isso, envaidecida.


- O que eu vou fazer com você Milla, tão linda e sedutoramente sexy.
- Faça o que você quiser, afinal os planos foram feitos por você, lembra? - eu e a minha mania de provoca-lo. Virtualmente era tranquilo, mas pessoalmente era algo desconhecido para mim e ele claro não deixou por menos. Ainda me pressionando contra a parede, só que agora eu já estava de costas, ele me provocou, suas mãos começaram a massagear minhas coxas e logo elas afastaram minhas pernas dando espaço para que elas pudessem chegar onde queriam.
- Meu Deus menina, você esta excitada demais! - claro que sim,o que ele esperava? Eu sentia meu corpo ardendo por ele e isso era bom, novo e me dava realmente certeza de que eu tinha feito a escolha certa, meu corpo clamava por ele. Logo senti seus dedos e uma nova sensação me invadiu, o que era aquilo? Olhei para ele com cara de assustada, mas não temerosa e sim divertida, era bom o que eu sentia.
- Sente meus dedos em você Milla? Isso é apenas uma ideia do que te espera querida. - e meu corpo reagindo aos seus dedos e ao que ele falava parecia cada vez mais aquecer fazendo com que suas mãos ficassem molhadas lá onde estavam, fiquei envergonhada e ele notou.
- Minha menina, tão excitada! - ele beijou minha orelha e logo deu leves mordidas, esse homem tem tara por mordidas isso é fato. Eu fiz questão que empinar minha bunda em direção ao corpo dele, estava cada vez mais ansiosa por sentir ele dentro de mim e ele percebeu. Retirou as mãos então abriu meu sutiã e me virou para encara-lo de frente. Ele apagou as luzes, mas agora já não tinha mais vergonha alguma e o encarei mostrando com o olhar o quanto eu o desejava, o quanto meu corpo clamava pelo dele, irresistivelmente mordi mais uma vez minha boca. Ele olhou boquiaberto mais uma vez e então me puxou para seu corpo nos fazendo caminhar juntos em direção a lareira e as almofadas que as cercavam. paramos e eu me atrevi a livra-lo das suas calças, ele permitiu minha ousadia. Agora ele estava de cueca branca box, muito gostoso e eu apenas de calcinha, os dois iluminados pela luz que vinha da lareira e das velas, lindos.
- Você é tão linda menina, tão perfeita e hoje tão minha. - doeu ouvir aquilo, mas o que eu esperava, ele avisou que seria apenas uma noite. Lutei contra a emoção a apenas toquei seus lábios com meus dedos, indicando para que ele se calasse. Ele entendeu e reduziu a distancia entre nossos corpos retirando o restante de minha roupa e eu a dele desvendando o resto de nossos corpos agora totalmente nus. Ele me envolveu em um abraço quente e beijou a minha boca com vontade e desejo. Nossos corpos foram se adaptando e pareciam um só, quando ele nos fez deitar sobre as almofadas, me fazendo ficar em baixo de seu corpo. Ele ajeitou meu cabelo atras de minha orelha e me olhou nos olhos, bem no fundo de meus olhos.
- Quero que essa noite seja especial e inesquecível para nós Milla, mas especialmente para você. - essa promessa era perfeita para o momento, sim eu estava nervosa.
- Não tenha medo, eu vou fazer com carinho e prometo te dar todo o prazer que você merece. - e então beijou minha boca mais uma vez, agora com mais carinho, só que logo esse carinho foi transformado em um tipo de urgência, ele tomou minha boca como sua. Quando senti minha boca amortecida ele deixou-a por alguns instantes dando agora a devida atenção ao que suas mãos acabaram de tocar. Ele gemeu com o encontro.
- Você é tão sedutora Milla, chega a ser perigosa! - perigosa, eu? Adorei saber que ele me achava um perigo.
- Me tome como sua Luiz, por essa noite eu sou somente sua! - a sinceridade em minha voz nos contagiou e então nos envolvemos em mais carinhos, beijos e logo o desejo, o tesão tomou conta de nós. Ele tinha mãos hábeis que me levaram ao meu primeiro orgasmo em pouco tempo.
- Luiz isso foi perfeito! - eu estava estasiada, foi realmente muito bom ser excitada pelas mãos dele em mim e meu orgasmo ser guiado pelo poder de sua boca na minha.
- Que bom, tenho muito mais para nós! - dito isso ele me tomou em seus braços e me fez sentar em seu colo. - Aos poucos, ao seu sinal vamos fazer com que nossos corpos se encaixem Milla, você é quem vai comandar isso!
Me senti poderosa em cima desse homem, sua boca na minha, e depois em meus seios, facilitando o relaxamento do meu corpo para o encontro com o dele.
E aconteceu, pouco a pouco nossos corpos foram encaixando de uma maneira majestosa e muito prazerosa. Temia a tal dor que as mulheres diziam sentir mas não a senti, talvez a adaptação do encaixe seja algo desconfortável, mas foi tão minimo em relação ao prazer desse encontro que logo percebi que tinha conseguido ir até o final.
- Nossa, fomos feitos um para o outro menina, perfeitamente encaixados. - realmente era o que eu sentia, como se eu pertencesse a ele e ele a mim. Então ele começou suas carícias, apertões e beijos novamente estimulando meu corpo a mover-se, e logo consegui manter um ritmo delicioso que me dava um intenso prazer. Ele era estimulante demais, com sua boca que vagada de um seio para outro e as vezes ia até a minha, com suas mãos habilidosas que vagavam pelo meu corpo ora com carinho ora com volúpia me fazendo de pouco em pouco tempo, a cada movimento mais intenso de meu corpo gemer de tesão. Então ele com toda a sua força ergueu nossos corpos sem quebrar o encaixe perfeito entre eles me colocando deitada nas almofadas enquanto ele estava em cima de mim. Ai começaram as investidas dele, eu agarrava as almofadas para sustentar a pressão de nossos corpos se movendo e me deliciava em um intenso prazer, não demorou muito para que eu entrasse em outro, e desta vez muito mais intenso orgasmo.
- Oh Meu Deus! - gritei ao gozar puxando os cabelos dele para aproximar nossas bocas, selando com um beijo esse orgasmo tão perfeito! Ele desta vez ficou quietinho me observando enquanto em conseguia conter a minha respiração que estava acelerada!
- É tão lindo ver você gozar Milla! - eu que o digo, estava sendo a noite perfeita, mas eu queria muito mais e logo meu corpo já voltou a demonstrar isso, principalmente quando percebi que ele ainda estava dentro de mim.
- Já esta pronta para continuar insaciável mulher? - rimos juntos da colocação dele. Mas sim eu ja estava pronta, desta vez ele quebrou o contato entre nossos corpos e foi até a mesinha dos brinquedinhos trazendo consigo um jogo de bolinhas de tamanho decrescente unidas por um tipo de cordão, tudo feito de silicone.
- Vamos brincar minha menina? - eu sorri em resposta, espero por isso a vida toda. - Agora vamos ver como seu corpo vai reagir a várias estimulações de prazer. Ele veio e me fez ficar virada de bunda pra ele, com as mãos apoiadas no chão.
- Agora relaxe Milla, vou te fazer sentir um outro tipo de prazer. - ele pegou as bolinhas e foi pouco a pouco introduzindo-as em meu traseiro, fazendo com que a cada bolinha colocada eu desse um tipo de gritinho, e junto riamos da minha reação. Quando percebi estava com todas elas dentro de mim, e não tinha sido nada doloroso, estava se tornando prazeroso na verdade, agora que eu consegui perder o medo e sentir elas dentro de mim, claro que estimulada pelas mãos poderosas dele.
- Agora minha menina eu vou retirar isso de você e vou substituir por mim. - senti cada bolinha saindo de meu corpo, foi excitante, e me deixou ainda mais pronta para o que estava por vir. Ele encostou a extremidade dele em mim e logo, pouco a pouco o introduziu me fazendo, agora sim, gemer alto com a mistura de dor e prazer. Ele me acarinhava, sabia que era algo desconfortável no inicio, mas ele sabia o que fazia e logo fez com que a dor sumisse deixando espaço apenas para o prazer que ele estava me proporcionando. A cada investida um choque de prazer percorria meu corpo, algo muito novo e excitante, mas sempre estimulado por sua boca em minhas costas e suas mãos habilidosas em todas as partes do meu corpo. Estávamos num ritmo louco de tesão quando ele cessou as investidas e virou nossos corpos para ficarem um frente ao outro.
- Me dê um minuto minha menina. - ele foi ao banheiro e meu corpo ficou tremendo sentindo a falta do dele, mas logo ele estava de volta. ele veio, derramou sobre meu corpo um liquido que cheirava uva e com a sua língua espalhou pelo meu ventre me fazendo ir ao delírio.
- Luiz, isso ta me deixando louca! - e eu estava mesmo, a língua dele em mim com o calor que aquele líquido fazia em sentir me dava uma sensação de tesão ao máximo.
- Essa é a intensão Milla, te fazer delirar de prazer. - só que ele não contava com a minha reação.
Tomada pelo desejo incontrolável de ter ele dentro de mim novamente eu pulei em cima dele, fazendo com o o corpo dele se chocasse nas almofadas e me posicionei de uma maneira que ele ficasse entre as minhas pernas.
- Milla! - ele exclamou boquiaberto.
- Agora é a minha vez querido, eu quero te dar prazer! - depois disso comecei a cavalgar seu corpo num ritmo louco e selvagem e percebi que ele ainda estava surpreso, mas estava realmente se deliciando com minha investida sobre ele. Ele passou a segurar munha bunda com força, apertando as vezes e eu não me contive cravando minhas unhas nele assim que percebi que estava perto do meu orgasmo. Olhei para ele com um desejo incontrolável e beijei a sua boca, ele entendeu o que eu estava tentando dizer.
- Estou pronto minha menina, vamos fazer isso juntos desta vez.
E então mais algumas investidas e chegamos a um orgasmo perfeito, unidos em um sonoro gemido de prazer. Ficamos ali, eu deitada sobre o corpo dele por alguns instantes, mas logo depois escorreguei para o lado ficando apenas com a cabeça apoiada em seu peito.
- Obrigada Luiz! Foi realmente perfeito e inesquecível, em tudo! - eu estava emocionada e desta vez não contive minhas lágrimas. Ele estava também tomado pela emoção mas conteve-se deixando transparecer apenas na sua voz.
- Milla, acredite menina eu nunca tive uma noite como essa, por tanto quem deve agradecer sou eu. - ele beijou o alto de minha cabeça e ficou ali, abraçado em meu corpo por um longo tempo, acho até que eu adormeci e acordei com ele fazendo carinho em mim.
- Ei minha menina atrevida, vamos comer alguma coisa? - nossa assim que ele disse isso meu corpo reagiu a fome que estava sentindo.
- Sim, por favor! - Então ele se levantou e nu foi para a cozinha pegar uma bandeja já pré preparada para a nossa refeição pós prazer. Fiquei olhando aquele homem e desejando que aquela não fosse a unica vez que estávamos juntos, mas sim a primeira de muitas, e para isso eu estava disposta a tudo.




A primeira vez da Milla foi melhor do que ela esperava, ao que parece. 
O que vocês acharam?
Espero que tenham gostado... a Milla e o Luiz são especiais para mim!
Beijinhossss

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