"BETINHA" de bem com a vida!

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22:38

Conto erótico - Sexo totalmente casual.

Momentos difíceis são necessários para darmos valor a momentos mágicos que muitas vezes passam despercebidos. Tá, eu concordo, mas algo aconteceu comigo, e foi no mínimo bizarro.

Meus pais faleceram a 3 anos, um seguido do outro. Hoje é dia 2 fevereiro, dia do aniversário de falecimento de minha mãe e dia 4 é o do meu pai. Nunca entendi como aconteceu, mas acreditando em almas gêmeas percebi que um não viveria sem o outro, então foram juntos. Fiquei órfã, e nada tem sido muito fácil. Por mais que tenham deixado uma vida cômoda para mim, sinto-me sozinha a cada noite que deito na cama que foi deles e durmo chorando tentando terminar uma prece para que eles possam cuidar de mim, de onde quer que eles estejam.
Acordei cedo e por intuição senti minha mãe ali, ao meu lado enquanto eu penteava meus cabelos, senti seu perfume, seu carinho. Emocionada troquei o tradicional traje preto e busquei algo que condizia com a temperatura, um vestidinho tomara que caia floral. Minha mãe adorava ele. Prendi meu cabelo com um rabo de cavalo bem alto, calcei uma sapatilha branca e após me olhar no espelho resolvi que estava pronta para ir visitar o local onde estavam os corpos dos meus pais.
Senti algo diferente assim que adentrei o cemitério, como se algo me dissesse - prepare-se.
O dia estava nublado, bem típico, nunca visitei o cemitério em um dia que estivesse ensolarado. Os túmulos dos meus pais ficavam num canto bem reservado rodeado por grandes construções mortuárias que sempre me causaram curiosidade e medo au mesmo tempo. Ajoelhei-me como de costume e foquei meus pensamentos neles. Entre lagrimas e orações percebi que estava sendo observada. atrevi a olhar para o lado que me perturbava e avistei um homem todo trajado de preto. Ele olhava para mim obstinado, causando-me calafrios. olhei para o outro lado procurando por alguém mais e percebi que estávamos só. 
- Meu Deus, quem será esse? - Pensei em voz alta, mas ainda discreta.
Um trovão ecoou no céu acompanhado com grossos pingos de chuva que logo se intensificaram formando um temporal.
- Vem comigo! - Uma voz grossa. O estranho estendeu a mão já ao meu lado.
Levei um susto, pois ele estava um tanto longe de mim a poucos instantes e de repente ao meu lado. Recusava-me a aceitar o convite, mas seus olhos verde esmeralda era hipnotizantes e quando percebi estava o acompanhando a passos largos. 
Adentramos um dos castelos mortuários para nos abrigarmos da chuva. Ele estava todo iluminado por velas e tinham muitas flores vermelhas que o adornavam. Era um local tão grande para apenas uma lápide, aproximei-me dela para saber quem era o corpo morador daquele espaço.

"Julian, filho amoroso, homem ímpar em toda a sua curta vida, usurpada pela morte tão precocemente.Descanse em paz. Saudades da família!"


Um clima estranho pairava no ar e me perguntava se toda aquela energia era pelo lugar que eu tinha entrado ou pela companhia física ao meu lado. Aquele clima foi se aquecendo e para disfarçar meu nervosismo e ansiedade, sei lá eu o por que, resolvi puxar assunto.
- Conheceste ele?
- Digamos que sim. Ele foi um homem bastante presente em minha vida. 
Calafrios se intensificavam e transformaram-se em tremores quando ele se aproximou de mim, se deixando iluminar pela luz das velas do local.
- Isso tudo é frio ou medo?
Estátua! Assim o fiz com tamanha indiscrição deste homem para comigo. E ao ver-me parada ele aproximou-se ainda mais, ficando a apenas um passo de mim.
- Se for frio, permita-me que te aqueça agora se for medo, sinto em dizer-te que não deves o sentir, a não ser que temas ao prazer.
- Atrevido! - Disse essa unica palavra ao sair de meu transi e ele apenas sorriu, um sorriso largo e lindo, convidando a minha boca para a sua boca, assustadoramente.
- Posso ser, mesmo? - Ele era ousado demais, o que me fez sentir raiva, afinal quem ele pensa que é.
- Não ouses aproximar-se mais de mim. - Em sinal de rendição elevou aos mãos. 
Senti um pontada de decepção, como se meu coração ficasse aliviado, mas meu corpo esperasse por esse contato.
Ele deve ter percebido minha reação, meu corpo deixou isso perceptível em nível máximo.
- Hoje eu vou curar suas dores e suas tristezas, confie em mim. - Aqueles olhos novamente hipnotizavam os meus, fazendo-me travar totalmente assistindo ao conflito interno de permitir ou não a aproximação deste desconhecido.
A corrente elétrica entre nossos corpos começou a agir como imã, não deixando que a razão falasse mais alto, permitindo meu corpo a se entregar a aquele momento tão inusitado.
Logo suas mãos seguravam meu rosto dos dois lados intensificando o poder de seu olhar sobre mim.
- Tão bela e deliciosamente convidativa ao sexo. Hoje viverei o banquete dos deuses.
Minha boca foi tomada pela sua como posse e suas mãos passaram a me reconhecer com urgência. O beijo era quente como o inferno e suas mãos geladas como a morte. Esse misto de temperaturas aquecia meu corpo e gelava meu coração que abriu espaço para o prazer desregrado, pois era isso que me sugeria tudo aqui, sexo totalmente casual.
Logo fui sentada na lapide, sentindo a pedra gelada em minha bunda, um choque térmico com meu corpo aquecido e desejoso de ter mais daquele homem. Ele fez suas mãos deslizarem pelas minhas pernas fazendo o caminho do meu prazer. Encarava aquele homem agora sem medo algum, apenas tentando decifrar o que ele tinha em mente. Aqueles olhos era fora do comum, emanando um brilho que jamais vi.
Ele começou seu jogo perfeito com suas mãos hábeis em meu sexo, fazendo em soltar um leve grito ao primeiro contato.
- Quente como o inferno. Será perfeita para sentir o meu prazer.
Eu apenas sorri e agora agarrei aquela nuca lisa, pois seus cabelos eram raspados não permitindo que eu os agarra-se com força como tinha vontade naquele momento. Com a velocidade de seus dedos dentro de mim meu quadril bailava, como uma música que incentivava ao sexo. Aquela boca deliciosamente quente era deliciosa e sua língua era rápida como os dedos, fazendo-me quase gozar com o trabalho eficiente de ambas.
- Não resista, se entregue bela. - Ele pedi ainda dentro de mim.
Intensificou então sua boca na minha e seus dedos no meu sexo, fazendo-me não mais resistir ao prazer de um orgasmo.
- Ahhh - Gritei alto, sem medo demonstrando o quanto eu estava excitada.
- Isso mesmo mulher, assim estarás pronta para mim.
Essas palavras aqueceram ainda mais meu corpo, ignorando o orgasmo a pouco sentido. Ele retirou-me da lapide fazendo-me ficar em pé de frente para ele. Beijou-me outra vez e suas mãos sujas de mim percorreram minhas costas até chegarem na minha bunda reduzindo o espaço entre nós.
Sentir aquele pau foi assustadoramente excitante, fazendo-me gemer de prazer. Ele deu um leve sorriso em meus lábios, beijou-me mais uma vez e me fez virar de costas para ele, empurrando-me contra a lápide que antes eu estava sentada.
- Tens coragem de se entregar para mim?
Calei-me por alguns segundos, fazendo meu cérebro captar a intensidade de sua pergunta. Ele aquietou-se, como se tivesse esperando minha resposta. Pensei que nesse momento a razão venceria a emoção, mas tocada por tudo isso, todos os sentimentos que me acompanhavam nos últimos tempos resolvi que era tudo ou nada.
Olhei para trás sem virar meu corpo, por cima do ombro e encontrei os olhos dele em mim, queimando de tesão.
- Simplesmente me tome como sua.
- Seu pedido é um ordem bela dama.
Ele agarrou meu rabo de cavalo abrindo espaço para sua boca devorar meu pescoço dando leves mordiscadas acompanhadas por beijos, que certamente ficariam marcados. A outra mão invadiu-me novamente fazendo meus quadris balançarem ao ritmo que ele ordenava. Então minha calcinha foi habilmente retirada com um puxão, sendo dividida em dois pedaços. A mão que segurava meu cabelo agora o ajudava a preparar-se para o contato mais íntimos de nossos corpos e eu estranhamente ainda me movia, mesmo seus dedo não estando mais em mim, esperando por isso. Ele então apoiou uma das mãos em minhas costas fazendo-me deitar na lapide, ficando completamente com minha bunda exposta para ele.
- Respire e sinta o meu prazer. - Disse ele em meus ouvidos causando um arrepio intenso demais enquanto ia entrando calmamente dentro de mim.
- Ohhh - Gemi outra vez, não pela intensidade mas pela grossura daquele pau entrando dentro da minha singela abertura.
- Apertada como o inferno. Eu não vou conseguir ser delicado bela, impossível.
Então ele saiu e entrou com força, e mais uma, e outra, e outra, formando um ritmo forte e bruto, fazendo-me gemer. De incio foi um misto de dor e prazer, onde até lágrimas saíram dos meus olhos, mas depois, com as investidas meu corpo se adaptou ao dele e passou a esperar cada investida.
Empinei minha bunda dando total acesso a ele.
- Sua diaba, assim eu não aguentarei por muito tempo, gostosa. - Ele estava bravo, bruto, muito sexy e eu muito safada o provocada dançando com meus quadris para provoca-lo.
Então sua tortura começou e suas mãos passaram a ajuda-lo no serviço de me dar prazer.
- Assim quem não aguenta sou eu. - Disse com a voz tremida por suas investidas e o prazer que eu estava sentindo.
Ele intensificou tudo e realmente entreguei-me a outro orgasmo audível, gemendo de prazer.
Ele muito sacana apenas intensificou suas investidas aumentando a duração do meu prazer. E quando eu pensei que ele se entregaria por suas investidas frenéticas levei um susto ao sentir a falta dele dentro de mim.
Respirei fundo, ainda de olhos fechados, esperando o que ele estava por fazer. Então suas mãos viraram-me para encara-lo e ele me beijou outra vez, um pouco mais doce, mas ainda quente.
Suas mãos agarraram meu corpo e apertaram minha bunda fazendo meu corpo se erguer e minhas pernas o abraçarem. 
Pela primeira vez não tive medo de estar assim, no colo de um homem, até por que ele fazia isso com uma facilidade que me fazia sentir ainda mais confortável. Logo ele me carregou até uma parede próxima e me encostou nela, fazendo mais uma vez meu corpo reagir ao choque térmico.
Com um puxão ele baixou meu vestido expondo meus seios a seu bel prazer.



- Deliciosa.  - Abocanhou um dos seis enquanto estimulava o outro, levando-me ao delírio. 
Nossos corpos ia pouco a pouco se encaixando, sem a ajuda das mãos, simplesmente me preenchendo.
Enlouquecidos nossos quadris passaram a mover-se completamente ritmados, entregues ao prazer com encaixe perfeito. Uma das mãos apertou minha bunda enquanto a outra ainda me estimulava pelos seios e sua boca passou a devorar a minha, combinação perfeita para o prazer.
E assim foi, nos entregamos ao tesão que nos envolvia e gozamos sonoramente juntos após algumas investidas muito fortes dele dentro de mim.
- Eva, a deusa do pecado. - Ele falou meu nome ao meu ouvido, como ele sabia meu nome?
Não dei tanta importância, estava exausta e ele foi gentil dando-me espaço para repousar meu rosto em seu ombro.
Só agora pude perceber o quão cheiroso aquele homem era. Um conjunto perfeito da obra. 
Senti que ele me retirou da parede, e logo senti a lápide gelada em minhas costas. O contato novamente do calor de meu corpo com o gelado da superfície me causou arrepios, mas eu acredito que adormeci.

Acordei com raios de sol iluminando o lugar fazendo-me despertar do meu sono pós sexo. Lembrei-me de onde eu estava e um sentimento de medo tomou conta de mim.
Olhei para todos os lados buscando por ele, mas para meu desespero ele não mais estava lá. Olhei para meu corpo, lembrando-me que estava completamente exposta e percebi que estava completamente vestida, inclusive de sapatilha. Uma confusão se fez em minha cabeça e já não sabia mais o que fazer. 
Sai daquele lugar o mais rápido possível, completamente atordoada com tudo que eu tinha vivido, se é que eu tinha vivido realmente. Já nem sabia mais se tudo aquilo tinha sido real ou fruto de minha imaginação fértil. Sexo em um mortuário foi algo que jamais esperei para minha vida. Olhei para o túmulo de meus pais e mandei um beijo, completamente abalda pela confusão que se fazia agora dentro de mim. 
Sai do cemitério e fui direto para meu carro, desejando sair logo dali. Ao abrir a bolsa para pegar as chaves percebi algo estranho. Mexi para ver o que era e identifiquei os restos de minha calcinha e dentro dela um cartão. "Serafim Conder - Psicologo". No verso do cartão os dizeres:

Perfeição te define minha bela Eva. Aguardo ansioso por outra seção como esta.
Certamente ficará registrada como sendo a melhor terapia que já fiz a alguém em toda a minha carreira.
Beijos
Serafim.

Voltei a respirar. Um psicólogo! Parecia-me mais um deus grego totalmente criado para o pecado. Ele sabia meu nome, sabia de minha necessidade em relação a uma terapia, ele sabia muito de mim, e eu nada dele. Perfeito era pouco para descreve-lo e certamente conhecia o melhor daquele homem. Mas não sei se gostaria de mais terapias, afinal o desconhecido foi o mais excitante de tudo, fazendo-me sair do meu mundinho tão certo para o incerto mundo do prazer. Sexo casual era a terapia ideal a toda a minha vida, mas certamente, ele seria o sexo perfeito no lugar mais incerto para sempre.



Espero que não tenha sido estranho, mas completamente exitante para todos 
a terapia sexual de Eva e seu psicologo misterioso.
Beijinhossssssssss 
18:20

Conto Erótico - Linda e feliz! (continuação-final)

As mãos dele ainda estavam dentro de mim, nem me deram uma trégua e já estavam lá massageando outra vez preparando-me para outro momento de intenso tesão e amor entre nós.
Ele é maravilhoso, foi mais que perfeito dando a mim e ao meu corpo tudo que sempre desejei ter e sentir. Sentir ele entrar dentro de mim, suas investidas e nossos gemidos de prazer davam o ritmo aos nosso corpos que naquela momento pareciam um só. Foi um momento muito intimo, um papai e mamãe perfeito, nunca vivi nada tão intenso. Resumindo ele foi mais que perfeito.
- Julio você é... - Me faltavam palavras.
- O que linda, pode falar. - Ele estava tirando sarro de mim, pois sabia do seu potencial sexual. 
Dei um tapa em seu ombro e ele me olhou com fogo nos olhos.
- Você quer brincar Larissa? 
- Do que você esta falando? - Suas mãos cessaram a brincadeira com meu clitóris.
Ele foi se afastando me deixando sozinha na cama, abandonada, foi assim que me senti. Ele foi até seu carro ainda completamente nu e a visão dele de costas era pra lá de afrodisíaca. Logo ele voltou com uma gravata e um lenço preto, eu não estava entendendo nada.
- Levante-se minha linda, quero te mostrar um lado mais escuro do prazer.
Dei uma gargalhada, pois para mim ele estava querendo brincar comigo e eu estava desejosa de algo mais do que brincar.
- Ria bastante agora Larissa, pois eu vou dar gargalhadas depois. - Sua risada foi sinistra, gelei.
- E se eu não te obedecer? - Precisava ganhar tempo para entender o que estava acontecendo.
- Sem problemas, só tornará a brincadeira ainda mais deliciosa para mim e dolorosa para você.
- Dolorosa? - Eu estava assustada.
- Sim minha linda, o prazer pode ser ocasionado com um pouco de dor. - Ele só podia estar brincando. - Agora vem aqui vem.
Exitei um pouco a ir, mas ele estendeu a mão perto de mim, e meus instintos me diziam para eu ir, como se um lado oculto de meu ser tivesse despertado das profundezas de minhas consciência e estivesse agora pronto para desfrutar do que estava por vir. Não adiantava agora pedir ajuda a Deus depois de ter pecado, apesar de não me sentir pecadora por ter me entregado a um momento tão gostoso com alguém que a muito eu sonhava ter.
- Vamos jogar querido. - Entrei no jogo dele, mas não estava disposta a perder. - Só quero saber do que se trata.
- Trata-se de um jogo dos sentidos, onde eu vou fazer você conhecer seus sentidos mais profundos aguçando os que já são conhecidos.
Fiquei em pé, completamente nua na frente dele. 
- Coloque seus sapatos linda. -  Isso era sexy, dava-me uma impressão de poder. - Agora vire-se e coloque as mãos no seu belo bumbum.
Assim eu fiz, mas da maneira mais provocante o possível, o que me deu um enorme desejo de te-lo novamente dentro de mim.
- Você me trouxe aqui para brincar é?
- Que menina mais impaciente, devo castiga-la por isso?
Agora um botão vermelho de alerta soou em minha mente. Já tinha lido isso em algum lugar e não estava acreditando que estava prestes a ser submetida a uma seção de submissão. Tentei voltar a trás, mas minhas mãos já estavam presas por sua gravata preta, eu estava de mãos atadas, literalmente.
- Você esta mesmo pensando que vou ser sua submissa Julio?
- Quieta. 
Nesse momento meus olhos foram vendados, escuridão e medo tomaram conta de mim, mas certamente temperados com uma pitada de excitação. 
Ele empurrou meu corpo contra a parede que estava em minha frente e o contado com algo gelado fez meu corpo todo arrepiar. sua boca aterrizou em meu pescoço fazendo com que ele emanasse por todo meu corpo correntes elétricas que eram sentidas com mais intensidade lá, na minha menina que estava quieta e assustada, mas que agora estava latejando pelo que poderia acontecer. Não entendia como isso, afinal eu estava presa e a merce do que ele quisesse.
- Preste atenção as respostas do seu corpo linda e perceba em você tudo que és capaz. Agora afaste as pernas.
- Não. 
- Não me faça abrir suas pernas Larissa. - Seu tom era desafiador.
- Não me faça gritar Julio.
Ele não tinha medo de mim então não teria medo dele. Suas mãos hábeis afastaram minhas pernas erguendo meu corpo do chão.
- Ai! - Meu grito o fez sorrir.
- Não tenha medo, jamais irei te machucar meu anjo. Confie em mim.
Ele agora era doce em meus ouvidos, mas ainda sim seu tom de macho alfa era impetuoso.
Logo as mãos que separaram minhas pernas estavam massageando-as e sua boca mordiscava minha bunda, sem perceber meus quadris começam a se mover.
- Quieta. - Ele alertou.
Procurei me controlar, mas quanto mais ele avançava pernas a cima mais meu corpo queria esse encontro de seus dedos e ela. Encostei minha cabeça na parede fria para me refrescar pois meu corpo estava aquecido demais, febril. Levei um tama na bunda e apenas gemi, mas não de dor e sim te desejo, empinando minha bunda para outro tapa. Eu devo estar surtada!
- Ousada! - Ele declarou e deu outro tapa mais forte, me fazendo sentir seus dendos na minha bunda.
Percorreu meu corpo apertando meus mamilos e fazendo mais uma vez meu corpo mover-se desejoso dele.
- Quieta teimosa. 
Dei uma risada debochada, eu estava gostando daquele jogo de sedução. Sua boca logo estava em minha orelha lambendo e mordiscando ela e enquanto ele abria caminho em outro lugar. Ate que ele chegou lá e entrou docemente dentro de mim com seus dedos.
- Tão deliciosamente molhada. Você não sabe o quanto eu esperei por ter você assim em meus braços e amar você como sempre desejei.
Meus instintos me cegaram e me vi por segundos voltando no tempo e olhando para o Lucas parado em minha frente numa noite fria dizendo que eu era tudo que ele nunca desejou e que ele tinha pena de mim, por isso mantinha nosso casamento. Uma frase dele me marcou muito, "Uma mulher tão fria, tão sem atributos sexuais só faz meu desejo morrer Larissa."
- O que foi linda? Machuquei você? - Eu estava soluçando sem perceber.
Julio me sentou em uma cadeira e tirou a venda de meus olhos para poder ler o que se passava em mim.
- É que me vi em outra situação onde ouvi totalmente o contrário de tudo que você acabou de me dizer. - estava tentando controlar minhas lágrimas.
- Larissa, olhe para mim. - Ele segurava meu rosto com ternura. - Não quero que você lembre de um passado que só te trás dor, não foi para isso que te trouxe até aqui. Quero te dar um presente do qual te faça fazer planos felizes para o futuro, e desejo mesmo fazer parte deste futuro.
Ele queria ficar comigo? Como assim?
- Não fale nada que você desconhece só impulsionado pelo tesão do momento Julio. - Não estava disposta a novas decepções, não enquanto a ferida ainda estava aberta.
- Não fale você besteiras Larissa. - Ele parecia magoado. - Eu espero por você a mais de 10 anos, ainda antes de você casar e deixei você escapar de mim. mas não pretendo cometer o esmo erro Larissa, eu não quero perder você de novo.
- Você é casado Julio, não seja bobo. Acha mesmo que eu permitiria que você estrague sua vida por minha causa? - Pronto já estava eu tendo pena de mim mesma de novo.
Fui calada por um beijo, um beijo regado a lágrimas minhas e agora dele também. Estava amarrada e sendo apenas tocada e acarinhada dando apenas minha boca em troca.
- Não fale isso nunca mais, pois você será a minha salvação. - Eu estava ser ar. - E se me perder na vida é estar com você para sempre prefiro ser mais um perdido de amor do que mais um homem na multidão.
Esqueci o passado como num passe de mágica assim que ele soltou minhas mãos e me pegou no colo, levando-me para a cama, nisso ninho de amor e perdição.
Ele deitou-me com cuidado, como se eu fosse um cristal, e eu simplesmente agarei seus cabelos trazendo ele para mim e invadindo sua boca, dando a ele total abertura para me possuir mais uma vez.
Ele desta vez parecia mais urgente, menos doce e mais animal, totalmente desesperado e acuado necessitado de me possuir. Na verdade eramos dois seres desejosos pelo corpo, amor, carinho tudo um do outro. Ele me penetrou com vontade e suas investidas eram fortes fazendo meu corpo se mover para se adaptar ao que me invadia. Logo ele virou meu corpo para que eu ficasse com minha bunda totalmente exposta a ele, de quatro. Uma posição que nunca tinha sentido prazer, mas que ao que parece era exitante.
- Você é uma droga para mim Linda, viciante e estimulante. Dependo de você para viver. - Essas palavras foram ditas ao meu ouvido dando o sinal de que ele me penetraria por trás, e assim o fez.
- Oh! - Gemi ao sentir ele penetrar minha vagina mais uma vez.
Ele não teve pena e meteu em mim com vontade, com volúpia e eu me perdi entre o tesão e a dor de suas primeiras estocadas. Era uma posição deliciosa, que sabia misturar a dor e o prazer de uma maneira totalmente satisfatória. Seus dedos logo estavam junto de seu delicioso órgão de prazer massageando-me e incentivando outro orgasmo que na verdade já se aproximava.
- Goza para mim Linda. - Não precisou mandar duas vezes. 
Gozei e gemi como uma louca, sexualmente estimulada pelo desejo. Ele virou mais uma vez meu corpo que ainda estava entorpecido pelo prazer que eu senti e fez com que eu sentasse em seu colo. O encaixe agora mais que perfeito dos nossos corpos me acendeu. Ele era enorme e grosso mas não me intimidei e logo, sem ele nem perceber estava pulando em seu colo pronta para mais, muito mais prazer. 
Assim quicando em seu colo, tendo sua boca em meus mamilos e mãos acariciando minha extremidade ainda intacta me vi pronta para outro orgasmo, ele é bom demais.
- Você esta me acostumando mau. - Eu disse entre um beijo e outro.
- Digo o mesmo de você meu anjo. - Ele mordeu minha boca e eu gemi. - Agora vai, entregue-se para mim mais uma vez. 
Com uma das mãos ele me invadiu por trás, sua boca tomou um dos meus seios enquanto a outra mão estimulava o outro e eu me vi entregue ao mais intenso e gostoso dos orgasmos que já senti em minha vida.
- Oh Julio, eu te amo! - Me perdi no momento e deixei meus sentimentos escondidos a muito fluírem junto com o prazer.
Ele tomado pelo impulso da emoção de minhas palavras deitou-me na cama e terminou nossa maravilhosa transa de amor me invadindo com seu tesão e me deixando aquecida ainda mais por dentro por senti-lo todo meu dentro de mim.
Ficamos deitados até adormecer, juntos e protegidos do mundo que nos aguardava lá fora.
Mas não nos importava mais nada, juras de amor tinham sido feitas e estávamos dispostos a cumpri-las.
- Preciso voltar para casa meu amor. - Eu olhei no relógio e eram cinco e quarenta da madrugada. - preciso resolver minhas pendencias para voltar o quanto antes aos seus braços minha Linda.
Eu nada disse e nem pensei só queria ele para sempre comigo, custe o que custasse.
Fomos em silêncio para a minha casa apenas trocando carinhos e beijos quando a estrada nos permitia.
Ao chegar na porta do meu apartamento vi que o carro do Lucas estava estacionado, senti que teria problemas.
- Te vejo ainda hoje meu amor. - Lucas estava se despedindo e eu estava já saudosa dele.
- Não demore muito meu bem, sentirei sus falta. 
Nos beijamos com muito amor e carinho e ele se foi. Eu respirei fundo pois sabia que teria um problemão a resolver pela frente. Ao passar pela portaria o porteiro me avisou que o Lucas estava sentado na porta do meu apartamento e se negou a ir embora. Pedi para que ele ficasse de sobre aviso e ele concordou.
Ao chegar no meu andar vi um homem enorme todo enrolado sentado no tapete de entrada do meu aprtamento. A cena só me fez perceber o quão superior eu sempre fui a ele e me permiti por tanto tempo ser capacho dele. Ainda bem que tudo isso passou.
- Lucas acorda! - bati no ombro dele, despertando-o facilmente.
- Larissa! Que horas são? - Ele não mudou. - Isso são horas de uma mulher casada chegar em casa?
- Casada? Você esta bêbado Lucas. 
- Casada sim! Ou você acha que pode se livrar assim de mim? Eu decido quando terminar.
Estava entendendo tudo, como fui eu quem sai de casa, eu quem dei o ponto final ele sempre achou que eu ainda estaria disponível a ele. Que ele ia aprontar todas e depois voltaria para o calor dos meus braços, doce ilusão.
- Acorda pra vida Lucas, acabou!
- Não acabou merda nenhuma. - Ele veio em minha direção e eu pega de surpresa só tive tempo de empurra-lo.
- Não encoste suas mãos em mim nunca mais.
El se viu surpreendido por minha recusa e a vermelhidão no seu rosto indicava sua raiva.
- Se é uma trepada que você quer é só me procurar Larissa, mas não permitirei nunca mais que você se encontre com nenhum outro homem que não seja eu.
Isso era apelar demais para a minha inteligencia, ele acha que me manda.
- Vai embora Lucas, é melhor para você.
- Não vou a lugar nenhum, você é minha. - La veio ele mais uma vez em minha direção, mas desta vez eu estava preparada.
Fechei minha mão e acertei um soco com a minha mão direita. Depositei na pancada toda a minha ira, magoa, dor e mandei tudo direto na cara dele. Nem eu acreditei na minha força quando o vi caindo igual a uma jaca podre no chão.
Senti-me vitoriosa vendo aquele homem que sempre me subestimou ali completamente nocauteado por todos os sentimentos que ele despertou em mim.
Chamei o porteiro para que ele contactasse um dos amigos do Lucas e o tirasse daqui. Não esperei para ver, entrei no meu apartamento e fui direto para o banho.
Um banho era tudo que eu precisava agora, apesar de estar com a alma lavada e completamente livre de todo o meu passado dando total vazão a felicidade que o futuro ao lado de Julio me proporcionaria.


UIA... espero que tenham gostado... 
Eu particularmente amei... 
A Larissa merecia ser feliz!
Beijinhossssss


17:27

Felicidade ou sexo? (final)

As mãos dele ainda estavam dentro de mim, nem me deram uma trégua e já estavam lá massageando-me para me preparar, afinal muito ainda estava por vir. Essa era a promessa de suas mãos urgente e de seus batimentos acelerados. Pensei por um momento no que eu estava fazendo e nos riscos que eu corria, quem sabe até perder o emprego, que era a razão da minha felicidade, por conta dessa levianidade. Mas era tarde para me arrepender.
Logo eu já estava pronta para recomeçar, completamente estimulada e vibrando de tesão.
- Segure-se insaciável, quero sentir meu próximo orgasmo no meu pau. - Essa era a confirmação do que eu estava esperando. 
Ele então virou meu corpo para que encarasse ele de frente. Ele estava incrivelmente suado, também pudera, a copa era minuscula. Suas hábeis mãos logo fizeram meu vestido voar pelos ares e o restante de minhas lingeries o acompanharam. Isso foi muito exitante e olhei ele com uma cara que com certeza dizia que estava exitada.
- Pronta para o que ainda tens a receber minha pequena? - Com certeza, e ansiosa.
- Esperando! - Provoca-lo me dava sinal de controle.
Ele abocanhou um dos meus seios enquanto estimulou o outro com uma das mãos. Meu corpo se arcou em resposta e ele com a outra mão livre comandou meu quadril com seus dedos em minha menina já molhada e desejosa de algo mais do que seus dedos.
- Acho que ela espera algo mais do que seus dedos, Paulo. - Eu estava fora de mim.
- Estou de boca aberta com o tamanho do seu apetite sexual.
- Isso é ruim? - Perguntei em dúvida agora quanto a minha audácia, que era nova até para mim.
- Não, é ainda mais estimulante para mim, só me faz ter uma responsabilidade maior. Por que pelo jeito preciso me esmerar muito para te satisfazer.
Sorri em sinal de poder, estava no controle. Ledo engano.
Ele pegou minhas as abriu e com um pouco de força ergueu meu corpo me colocando sentada na bancada de mármore. Abriu bem minhas pernas expondo-me totalmente, segurou minhas mãos com uma só das suas mãos e as amarrou a trás com sua gravata que apareceu do nada. Imobilizada? Isso me deu um arrepio que era um misto de medo e tesão.
- Controlador você? Tá pensando em me dominar?
- Hum, então você conhece essa teoria? - Ele acha que vai conseguir, coitado. - Mas não se preocupe, vou saber domar você.
Abusado, mas vou dar corda, ver ele se enforcar. E ele começou a se preparar para me dominar, com minhas mãos presas tomou meu corpo como sendo o seu. Beijou minha boca devorando-a e puxando meus cabelos para ajudar a diminuir o espaço entre nós. Então ele continuou me beijando mas soltou meus cabelos, levando suas mãos aos meus dois mamilos, estimulando-os. Usei minhas pernas para prende-lo e aproximar seu corpo ao meu, era como uma sensação de segurança, de que ainda estava no controle. Ele deu uma leve risada. Esse desgraçado estava jogando comigo, não podia perder.
Ele afastou minhas pernas do seu corpo em uma dança erótica e logo supriu essa distância com uma de suas mãos em mim, dentro de mim. A outra ficou revesando com sua boca entre um seio e outro, me fazendo delirar de prazer. Ele parecia entorpecido e logo foi domado pelo desejo pois a urgência de sua boca em mim fazia com que eu sentisse uma leve dor que era reduzida pelo prazer. Gemi e afundei meu rosto em seus cabelos, cheirosos e úmidos.
Ele então já sedento por mais abandonou a atenção a minha menina e foi liberar seu pau que estava muito ereto, eu nunca tinha visto nada igual. Lambi meus lábios instintamente e ele gostou por que veio e lambeu minha boca em seguida. Minhas mãos presas começaram a me irritar,. mas o olhar dele divertido deu a entender que era essa a intenção.
- Se sentindo acuada minha gata?
- Não me provoque, afinal gatos não gostam de se sentir entocados.
- Saberei lidar com essa fera impaciente.
Ele se precaveu, o que já me deixou exitada mais uma vez. Acho que jatos eróticos saiam a todo o momento de minha menina que estava encharcada esperando por ele. O que era bom, tamanho o trabalho que ia me dar sustenta-lo dentro de mim por causa do tamanho. Ele depois de proteger-nos olhou-me nos olhos e foi delicadamente subindo suas mãos por minhas coxas, o que me causou cocegas.
- Esta se divertindo? Que bom. Essa é a minha intenção. 
Achei que pela direção que ele tomava ia liberar minhas mãos, mas me enganei. Ele grudou as mãos em minha bunda e levantou meu corpo. Logo eu estava em seu colo, e ele sustentando o peso do meu corpo com facilidade. Sua boca estava perdida entre meus seios e suas mãos estavam apertando minha bunda pressionando meu corpo contra o dele. Sentia o corpo dela com minha menina, era delicioso demais.
Logo ele levantou meu corpo e depois vagarosamente foi descendo-o para que acontecesse o encontro perfeito.
Quando eu senti a cabeça já entrando dentro de mim percebi que seria algo realmente que eu não estava acostumada a ter dentro de mim. Minhas mãos ainda estavam presas e eu mordi sua orelha em sinal de desagrado por isso. Ele mais uma vez riu e como uma castigo me penetrou, deixando eu sentir toda a extensão do seu pau grosso e ereto. 
Gemi alto, até demais, quando senti ele todo dentro de mim. Senti uma dor aguda com a percepção de tudo que ele era, mas ele logo, carinhosamente, voltou a me estimular através de meus seios e então meus sentidos foram ficando perdidos entre a dor e o prazer.
- Relaxa e aproveite. - Ele estava sentindo-se vitorioso.



Então começou suas investidas. mas desta vez usando suas mãos para dar o ritmo da dança de sobe e desce que meu corpo fazia. O sobe e desce ia rapidinho me levar a perdição, mas eu estava tentando controlar-me, afinal era tudo que ele queria, que eu me perdesse em tesão. Só que estava ficando insustentável, a cada investida ele mordiscava meus mamilos e apertava minha bunda, eu ia me perder.
- Você é um desgraçado! - Eu me perdi, gozei e desta vez quase perdi todas as minhas forças, tamanha a intensidade do prazer que ele me fez sentir.
Ele percebeu que eu estava completamente entregue e soltou a gravata liberando minhas mãos para que eu o abraçasse. Foi o que eu fiz, até para que eu pudesse ter um centro de apoio. Senti a parede gelada em minhas costas e esse choque me fez voltar aos meus sentidos.
- Estou quase acabando minha pequena. - Ele era demais.
Recomeçou sua dança dentro e fora, mas desta vez acompanhado por beijos quentes em minha boca. Logo me vi perdida de tesão novamente, não estava acreditando que conseguiria mais um orgasmo.
- Vamos lá, entregue-se para que eu me entregue a você.
Ele nem precisou dizer mais nada. Grudei em seus cabelos e devorei sua boca estimulando-o e exitando-o. ele deu um leve gemido entre meus lábios, sinal de que estávamos em sintonia total. A cada investida eu sentia que estávamos chegando perto, eu estava no abismo de mais uma orgasmo e ele percebendo intensificou o ritmo. 
Nos perdemos em um orgasmo compartilhado.
- Você é uma delícia Marcia. - Ele sussurrava em meu ouvido, completamente abalado.
Eu nada disse, apenas acarinhei seus cabelos, por que nem forças mais para falar eu tinha.
Logo percebemos que o horário de almoço estava chegando ao fim, e logo o escritório estaria cheio novamente.
- Nosso horário de lazer acabou gostosão. - Eu o fiz levantar a cabeça que ainda estava em meu colo.
- Infelizmente. Por mim ficaria aqui, dentro de você a vida toda. - Isso foi exitante.
Chega, controle-se Marcia, afinal você esta em seu local de trabalho. 
Ele sair de dentro de mim me trouxe uma sensação de abandono e para meu espanto ainda maior ele estava inda ereto, não tão endurecido, mas ainda exitado. 
Vesti meu vestido, abandonei a calcinha e as meias, ou o que restaram delas em uma sacola e trouxe comigo para minha mesa. 
- Ei, você esqueceu de se alimentar. - Ele disse parado na porta da copa, vestindo apenas suas calças e sapatos, a visão mais exitante que se pode ter de um homem.
- Eu já fui alimentada, obrigada.
Dei uma risada complementando minha resposta e fui para o banheiro me recompor.
Quando eu voltei o escritório já estava movimentado, mas não vi o Paulo por ali. Bom era hora de começar a trabalhar e esquecer o que aconteceu. Foi delicioso e certamente uma das melhores transas que já tive, mas eu sabia que seria somente aquilo, um momento e nada mais. Ele é casado, tem sua vida e não vai modifica-la por causa do que aconteceu, claro. Meu trabalho também era mais importante que um momento de prazer.
Abri meu e-mail e para minha surpresa tinha um e-mail dele.

De: Paulo Dias
Data: 15 de março  de 2013 12:55
Para: Marcia Carvalho

Assunto: Quero mais

Minha pequena, estou ainda exausto
por nossa pequena diversão. 
Sim pequena, pois quero mais,
muito mais.
Só que agora vai depender de você, 
pois eu estou entregue a satisfazer
seus desejos.

Sou teu escravo.

Paulo.


Agora eu percebi o tamanho da encrenca  que eu me meti. Isso não vai acabar por ai, e na verdade nem eu quero, afinal posso ser feliz unindo o trabalho com o sexo, não posso?



Fim!
Quero a opinião de vocês ein!



06:59

Felicidade ou sexo? (parte 1)

Já não sabia mais o que fazer para ficar longe das tentativas incansáveis do Paulo, ele estava me deixando louca.
Trabalhamos juntos desde que entrei na empresa, e como meu supervisor ele tinha diariamente contato direto comigo, o que nos aproximava conforme a sua vontade. Estava muito feliz em meu trabalho, realizada e sabia que ceder às tentações de Paulo seria uma sentença a minha felicidade.
Ele é casado, mas sua esposa mora na cidade vizinha, pois passou em um concurso que a obrigou a mudar-se para longe de seu marido. Eles por tanto só se encontram nos finais de semana, e deve ser por isso que ele vive assim necessitado.
Já estava se tornando notório a olhos nus o interesse dele por mim e consequentemente, diante de toda a sua insistência um desejo crescia dentro de mim. Ser dele, como ele me dizia, por pelo menos uma noite era algo que estava perturbando meu sono.
- Marcia, não adianta fugir de mim, sou brasileiro e não vou desistir. Até por que não costumo desistir de nada antes de conquistar. – Ele é impossível.
- Bom use sua força de vontade para conquistar outra coisa. E tem mais você deve saber a hora de desistir sim, pois às vezes o que desejamos não é para ser nosso.
- Olha minha querida esse jogo de gato e rato me instiga mais ainda. – Ele se aproxima ao meu ouvido para cochichar isso, o que faz meu corpo reagir mesmo eu tentando conte-lo.
- Chega Paulo, preciso trabalhar.
Tentei afasta-lo, mas ele tinha uma saída para tudo.
- Não adianta querida. Eu quero e vou ter o que eu quero. – Ergui minhas mãos para o céu em rendição.
Foquei no meu trabalho, era sempre a melhor opção. O horário de almoço estava chegando, meu estomago já reclamava por alimento. Quando tirei minha atenção do trabalho percebi que o escritório estava praticamente vazio. Peguei minha marmita e fui a copa aquecer meu alimento.
Estava totalmente distraída, cantando e planejando a balada que iria curtir a noite com amigos, sexta feira pede. Assim que minha comida ficou pronta me preparei para retira-la do micro ondas e levei um susto ao perceber que estava sendo observada. Meus talheres que estavam nas minhas mãos foram parar no chão e ele não se moveu, ficou observando cada movimento do meu corpo como um predador enquanto eu juntava tudo do chão. Levantei e encarei ele parado na soleira da porta, nada foi dito. Quando percebi que a energia estava se intensificando preferi desviar o olhar e me virei de costas para ele com a desculpa de pegar um copo de água. Foi minha sentença de morte.
- Agora você não me escapa.
Ele veio com uma velocidade tão grande que nem deu tempo de eu virar para protestar. Ele logo já estava com seu corpo colado no meu e sua ereção em meus quadris fizeram meu corpo se mover instantaneamente ao seu encontro.
- Por que você fugia? Você sabia que seria minha Marcia. – Ele falava isso ao pé do meu ouvido, entre lambidas e mordidas.
Arrepios se desencadearam por todo o meu corpo e quando suas mãos buscaram reconhecer meu corpo senti que resistir não era mais possível e me entreguei ao momento de prazer que se preconizava. Ofereci meu pescoço e pressionei ainda mais meus quadris como sinal de rendição, ele gemeu ao perceber e ai partiu para cima, como um animal faminto.
Me fez ficar, ainda de costas, completamente exposta a ele, debruçada sobre a bancada de mármore da copa com minha bunda empinada sendo acariciada por suas mãos.
- Eu sabia que você era gostosa, mas ter você em minhas mãos faz isso se intensificar em mil vezes. – Uma maneira grosseira de me elogiar, mas que certamente foi a mais excitante.
Ele desceu suas mãos pela minha coxa, era como uma massagem erótica e que fazia meu corpo se mexer inquieto esperando seu contato mais intimo, eu estava desejosa dele. Logo minhas meias 7/8 pretas foram arrancadas e desfiadas por suas mãos urgentes que não tiveram a paciência de retira-la.
- Meias, tão sedutoras, mas me atrapalham demais. – Ele retirou meus sapatos delicadamente para tirar o resto das meias, mas depois os colocou de volta.
Nossa isso estava ficando muito sexy.
- Fetiches Paulo? – Eu o provoquei.
- Muitos e alguns são apenas com você. – Ele sabia o que falar e me mostrava que também saberia como fazer.
Suas mãos voltaram sua jornada indo de encontro a minha menina, que já estava quente. O seu toque apenas intensificou esse calor a fazendo molhar de desejo.
- Nossa como você é receptiva Marcia, exatamente como imaginei. – Ele era um maníaco por sexo, só pode.
Começou a massagear-me por cima da calcinha, uma dança erótica que seus dedos faziam e meu quadril acompanhava. Ele tem o dom de excitar com os dedos, algo que me faz realmente gemer de prazer.
Incansavelmente ele queria me dar prazer e com a mão que estava passeando pelo meu corpo chegou por de baixo do meu vestido aos meus seios, agora sim me fazendo gemer alto. Seios certamente são a porta de entrada pro sexo para mim, minha parte mais sensível e exógena. Ele percebeu e se aproveitou disso beliscando levemente meu mamilo e apertando todo o seio.



- Eu acho que descobri uma coisa. – Fiquei calada. – Você também me desejava Marcia. Então por que demorou tanto para se entregar?
- Cala a boca Paulo. – Eu não sabia o que responder. – Use sua boca inteligente para outra coisa que não seja falar.
Ele riu gostosamente sexy com a minha pequena resposta mau educada.
- Esta certo minha pequena delícia, vamos começar os trabalhos.
Começar? Como assim?
Ele em um puxão rasgou a minha calcinha e a jogou no chão, aos nossos pés. E ai começou a tortura erótica de sua mão habilidosa em meu clitóris. Meu quadril se mexia conforme o ritmo de seu toque e ele pressionada ainda mais meu corpo insinuando sua ereção em minha bunda que estava completamente exposta e empinada para ele.
Comecei a sentir que meu corpo acelerava o seu ritmo, isso era com certeza ele se preparando para um orgasmo daqueles. Paulo percebeu e intensificou seu toque no lugar certo, meus seios. Demorou pouco segundos e eu estava entregue a uma orgasmos delicioso que me fez gemer alto de tesão.
- Ahh, que delícia! – Me atrevi a dizer depois de um orgasmos estimulado apenas por toque, nada mais.

Ele também gemeu satisfeito com o seu trabalho bem feito, mas não tão satisfeito ao ponto de parar por ai, o que me deixou novamente excitada.

Continua...
21:12

Conto Erótico - Linda e feliz! (continuação- parte 1)

A pedidos, depois de muitos pedidos, resolvi escreve a continuação de um conto que já escrevi a algum tempo e já postei aqui no blog chamando "Eu sou linda!"Espero que agrade aos que esperam por essa continuação!


Conto Erótico - Linda e feliz!



Depois de toda essa mudança na minha vida, roupas, casa, cabelo, tudo estava na hora de respirar novos ares, quem sabe conhecer pessoas, ou reencontrar antigas amizades. Fiz uma geral em meus contatos excluindo muitos que não faram falta e atualizando alguns que me trazem saudades. Um nome me chamou atenção, Julio Alves. Nossa a quanto tempo não vejo esse homem, desde a faculdade eu acho. Ele era tão especial, um amigo tão intimo e o engraçado e que mesmo sentindo atração por ele e perceber que ele sentia por mim nunca existiu nada entre nós. Fiquei vagando em lembranças e decidi ligar para ele. Só tinha o contato da casa da sua mãe, eramos solteiros na época e ainda morávamos com nossos pais. 
Liguei, quem atendeu foi a mãe dele que foi muito atenciosa, mas não me passou o contato alegando preferir falar com ele primeiro. Claro ele deve estar casado, ter família, filhos, que idiota eu sou. Mas mesmo assim deixei o número do meu telefone, quem sabe ele liga. 
Sábado, em casa eu não vou ficar. A Suzi já tinha me convidado para sair, estava bem empolgada em aceitar o seu convite, e agora vendo que o mundo tinha mudado e que provavelmente as pessoas que vivem nesse meu novo mundo não estão assim tão disponíveis acho melhor não dormir no ponto.
Coloquei um vestidinho novo, todo colado no corpo vermelho, umas bijus bem modernas, com um casaco de tricot preto aberto por cima, é junho e estava fazendo bastante frio. Uma meia preta e um sapato preto completaram meu look. 
Combinei de pega-la em sua casa as 22:00 horas e ela morava perto da minha casa.
- E ai poderosa, pronta para debutar? - ela é uma figura, muito espirituosa, mas as vezes um tantinho ousada demais para o meu gosto.
- Vamos lá né. O que você tem em mente para hoje? - precisava me preparar para tudo.
Paramos em um bar com música ao vivo chamado The Best Lounge Bar. Achei o nome bem sugestivo, e ao que parecia era um lugar mesmo muito bom, com algumas mesas e espaços para uma boa conversa e ao mesmo tempo disponibilizando espaço para quem estava afim de dançar ao som de uma boa música na voz e violão. Na parte superior tinha uma espécie de danceteria, a música eletrônica estava bombando lá em cima.
- Vamos? - Ela já estava subindo as escadas. Achei que íamos ficar um pouco ali em baixo, acho que me sentiria melhor ali, mais eu. Mas ela quem mandava nesta noite e lá fui eu rumo ao "tuch tuch" da música.
A música era variada, algumas eu conhecia de ouvir nas rádios, mas claro estavam remixadas. Peguei uma caipira de vodca, mas pedi para que ele fizesse mais fraca, afinal eu estava dirigindo. Comecei a balançar meu esqueleto, meu Deus a quanto tempo eu não dançava e o engraçado é que era algo que eu amava fazer, mas por causa do casamento com o Lucas eu abandonei muito do que me dava realmente prazer. Mas deixa pra lá agora era a hora de me divertir e não de seção melancolia. A música era boa, uma mistura de hip hop com eletrônico, casou muito bem e eu me deixei realmente envolver. Foi então que senti meu telefone vibrar na minha bolsa de mão, o que me assustou. O número era não identificado, mas resolvi atender mesmo assim. Fui em direção a uma sacada que tinha no lugar para poder ouvir a ligação.
- Alô.
- Larissa? É você? - era a voz de um homem.
- Sim, quem deseja? - a curiosidade me dominava.
- Ainda não estou acreditando. A quanto tempo minha Linda. - para tudo. Só uma pessoa me chamava assim, minha Linda, meu coração veio na boca.
- Julio, é você mesmo? Eu não tô acreditando nisso.
- Onde você esta Larissa?
- Estou num bar chamado The Best, você conhece?
- Claro. Estou indo encontrar você, beijos.
Tá e agora, banheiro sem pensar duas vezes, precisava ver como eu estava. Parei na frente do espelho, fiquei observando meu reflexo nele, o tempo passou. Mas eu não estava assim tão gasta por ele, afinal tinham se passado apenas sete anos. A ultima vez que o vi foi na nossa formatura em administração, estávamos muito felizes, ele estava já empregado em uma grande empresa e eu estava descobrindo o amor, ou achava que era. Depois disso eu passei a me dedicar ao Lucas e esqueci de viver. Maldito seja, mas é passado e não adianta me lamentar. E ele, o que será que fez da vida dele? Nossa estava exitada demais em revê-lo. 
- Onde você estava Larissa, já tinha achado que tinham te sequestrado. - Suzi estava já a tira colo de um homem quando retornei a pista de dança. - Esse é o Ricardo, um amigo. 
E que amizade, poderia chama-la de colorida tamanha a intimidade entre suas bocas.
Não consegui mais me concentrar em nada olhava o tempo todo para o telefone e em direção a saída onde quem sabe poderia ver ele se aproximar foi quando senti alguém segurar minha mão e tudo parou!
Nossos olhos se cruzaram e uma emoção nova tomou conta de mim, era um misto de excitação, saudade e amor e quando percebi estava abraçada a ele, ao meu amigo de sempre.
- Por favor, me diz que eu não estou sonhando minha Linda, é você mesma? - ele me segurava em seus braços como um tesouro precioso.
- Eu que ainda não acredito Julio. - eu olhei em seus olhos para ter certeza do que eu estava vivendo e foi quando um impulso tomou conta de nós. Como uma cena de novela nossos corpos se aproximaram e nossos lábios se encontraram travando um beijo quente e saudoso, regado a lágrimas de emoção. Não sei por quanto tempo durou, mas com certeza foi o suficiente para perceber que eu nunca tinha sido beijada de verdade, assim com tanto desejo e emoção. 
- Eu esperei por isso quase uma vida inteira, e vejo que valeu a pena esperar. - ele tinha folego? O meu tinha sumido, tinha sido tragado por seus lábios. Sorri em resposta.
- Vamos sair daqui, vem comigo. 
Não pensei duas vezes, olhei em direção a Suzi e ela estava bem acompanhada, enviaria um sms para ela depois, sei que entenderia. Segurei forte em sua mão e mais uma vez sorri, me permitindo ser levada por aquele homem, o meu melhor amigo. Descemos as escadas sorrindo, olhando um para o outro feito bobos, mas pelo canto do olho percebi que alguém se levantou como um susto. Era o Lucas, meu ex marido! Estaquei no chão como uma mula e o Julio parou no mesmo momento acompanhado a direção que meus olhos estavam olhando.
- Tá tudo bem Larissa? - o Julio estava preocupado e eu não sabia o que responder.
O Lucas me olhou de cima a baixo como quem admirava uma paisagem, boquiaberto. Percebi então que ele nunca tinha me olhado de verdade e claro a satisfação em ver que ele percebeu o que perdeu tomou conta de mim.
- Esta tudo bem sim querido, só precisava averiguar uma coisa. - olhei bem nos olhos do Lucas e sorri, um sorriso de vencedora. - Vamos? 
Não olhei para trás e sai seguindo meu querido amigo. O carro dele estava estacionado de uma maneira totalmente errada quase que no meio da pista em frente ao bar.
- Meu Deus, você fez isso? - eu estava achando tudo muito engraçado.
- Pois é, a necessidade de ver você foi maior que a minha paciência em achar um lugar para estacionar. - ele respondeu e eu lógico dei uma gargalhada. - Que saudades meus ouvidos estavam do som da sua voz minha linda e desta sua gargalhada maravilhosa. - eu nada respondi, apenas sorri bem boba com o elogio.
Entramos no carro e ele dirigiu feito um louco se afastando de qualquer jeito daquele lugar.
- Para onde vamos? - eu precisava saber o que ele tinha em mente.
- Você quem escolhe Larissa, só quero me afastar de tudo e ter você só para mim. - tá, agora eu precisava respirar de novo. Minha mente voou em várias possibilidades, e com certeza a mais quente tomou conta de meu desejo.
- Vamos para algum lugar mais intimo, onde possamos ficar a sós e matarmos a saudades querido. - nem eu acreditei que tinha dito isso, mas também que dane-se, eu precisava viver, me permitir ser feliz e algo me dizia que com o Julio eu conseguiria isso. 
- Linda, você leu meus pensamentos. 
Então ele entrou na rodovia que nos levava em direção as praias do sul e logo percebi que nos aproximávamos de um lugar lindo, parecia um hotel, mas na verdade era um motel. Tá e agora eu faço o que. Ele olhou para mim, a dúvida pairava em seu olhar, senti que ele estava me perguntando se eu topava entrar ali com ele. Sorri em resposta, caramba era só o que eu conseguia fazer, sorrir!
O lugar era lindo, tinha um pouco de romantismo, mas o lado sexy selvagem dominava o ambiente. Tinham espelhos por toda a parte, uma cadeira toda doida, mas bem convidativa, uma cama redonda mega grande com travesseiros, alguns acessórios totalmente novos para mim. 
- Fica a vontade, vou abrir um vinho para a gente e ligar o som, temos muito o que conversar. - a ta bom, conversar. Ele me trás para um motel, um lugar que exala sexo e quer me convencer que quer apenas conversar? Aproveitei para olha tudo, nunca tinha ido a um motel mas a curiosidade em saber como era sempre foi gigante. Fui adentrando ao quarto e ao fundo percebi um banheira enorme branca, ao lado um espaço todo fechado, parecia uma sauna, minha mente vagava em possibilidades. Só que de repente me peguei pensando se estava mesmo preparada para tudo aquilo, ou pior será que eu seria assim tão receptiva quanto o lugar propunha? 
- Tudo bem Larissa? - levei um susto quando o Julio me tirou dos meus medos.
- Tá sim. Só estava aqui pensando um pouco... na vida. - o que eu iria falar? Que eu estava com medo dele?
- Vem cá linda, senta aqui comigo, a cama parece bem confortável. Pegue sua taça de vinho, espero que você goste, a mim pareceu bem saboroso. 
Fiz o que ele me pediu e não me arrependi, foi uma ótima pedida, uma cama confortável e um vinho para relaxar minha tensão. Começamos a conversar sobre tudo, ou melhor sobre mim.
- Nunca acreditei que o Lucas fosse te fazer feliz Larissa, sempre tive a certeza que você merecia muito mais do que ele tinha para dar a você. - fiquei olhando ele falar e lembrei de vida que eu tinha levado por oito anos, uma vida vazia e sem nenhuma emoção.
- Não entendo hoje em dia o que me prendeu a ele, na verdade eu me sinto burra lembrando do que vivi.
- Não pense assim, acredite que você não errou. Quem perdeu foi ele a oportunidade de ser feliz. - ele não mudou em nada, sempre tão perfeito. - Só procure agora pensar mais antes de sair se entregando a alguém, de o valor que você merece Linda.
Opa, um sinal vermelho acendeu em minha cabeça, e acho que ele percebeu.
- A vida nos levou para caminhos contrários Larissa. - estava temendo a pausa que ele fez. - Sempre imaginei minha vida totalmente diferente do que tenho vivido, imaginava a vida ao seu lado. - agora sim, lágrimas eram inevitáveis. - Não chore, por favor!
Ele me abraçou e assim ficamos por algum tempo, e então eu me atrevi a deitar em seu colo como já tinha feito muitas vezes no passado.
- Você se foi e eu tive que aprender a viver com as possibilidades que eu tinha, e assim o fiz. Eu conheci alguém a uns dois anos, uma mulher legal que parecia ser uma boa companheira. - não sei se queria ouvir o que ele tinha a dizer, mas não me atrevi a interromper. - Casei fazem seis meses e achava que seria capaz de ser feliz ao lado dela. Ela parece apaixonada, se faz presente sempre e procura sempre me agradar. Eu faço de tudo que posso para retribuir, mas sinto que não é o suficiente, não é o que ela merece.
- Por favor Julio, não precisa falar mais nada querido. - o que eu estava fazendo? - Não se sinta pressionado a nada, estou aqui por que eu quero, por que adorei a possibilidade de reencontrar você.
O silêncio se fez presente e comecei a perceber que ter vindo a esse lugar com ele tinha sido um erro. Com um só movimento me vi deitada na cama tendo o corpo do Julio em cima do meu.
- Você não esta entendendo Larissa. Eu quero você, eu amo você! - eu nem respondi, nem deu tempo de raciocinar para isso na verdade fui tomada pelo susto de um beijo ardente e desejoso. Ele me beijava como se precisasse disso para viver e suas mãos percorriam meu corpo como se ele estivesse cego, tateando no escuro um caminho novo em busca da luz. Não fiquei parada e agarrei aquele homem com todo o meu desejo em ser naquele momento possuída por ele, independente do amanhã, eu o desejava ali e agora. 




Perdemos o folego tamanha a volúpia de nosso beijo mas nossos olhos ainda ardiam em resposta ao que tinha acontecido.
- Você precisa entender Linda. Quando eu soube que você tinha me procurado não pensei em mais nada, só em reencontrar você. Eu tinha um compromisso com ela, mas sem pensar duas vezes desmarquei tudo e fui ao seu encontro. - calma, preciso entender isso.
- Julio, por favor, tenha calma. Você esta confuso, não precisa disso querido. - eu não podia me sentir culpada por uma separação, não eu. - Estamos emocionados com esse reencontro tão esperado por nós dois, mas não vamos nos precipitar.
Ele olhou em meus olhos parecendo não entender o que eu estava falando por que minhas mãos ainda agarradas ao seu cabelo com certeza diziam o contrário.
- Larissa, eu... sinto muito. - ele foi se afastando do meu corpo e um sentimento de perda começou a invadir meu corpo. Não consegui permitir que ele se afastasse e antes de pensar demais eu puxei ele de volta ao encontro do meu corpo.
- Dane-se o que é certo e errado, o justo e o injusto. Já perdi tempo demais da minha vida achando que estava fazendo o certo. E se é assim, agora chegou a minha vez de errar. - eu o beijei totalmente convidativa a ele me possuir ali nesse momento esquecendo por esse tempo juntos tudo o que nos esperava lá fora.
"Que Deus me perdoe, mas era a minha vez de ser feliz!" - nada mais foi dito.


E ai... a Larissa se viu em uma situação tão complicada não é verdade? Depois de tanto sofrer por um amor que nunca existiu se viu perdendo o verdadeiro amor da sua vida. Será que a escolha dela foi a melhor?
Aguarde a continuação deste conto!
Beijinhossss



09:37

Conto Erótico - A Revelação (Final)

Ficamos ali entregues, um sobre o corpo do outro por algum tempo, era gostoso sentir o corpo dele em cima do meu. Era algo novo para mim, sentir o corpo de um homem sobre mim, sentir sua respiração ofegante e seu coração acelerado depois de um momento de intenso desejo e paixão. Tentei me mover para perceber onde eu estava, no chão, fomos parar no chão, na areia, fui obrigada a rir.


- Do que você tá rindo? - ele parecia preocupado. Levantou seu corpo e ficou apoiado nos cotovelos para observar meu rosto, vendo que eu estava sorrindo sorriu junto comigo.
- Não sei ao certo por que estou rindo, mas digamos que eu estou... feliz! - respondi soltando outra gargalhada boba e ele então começou a me fazer cosquinhas e eu retribui a ele então gargalhamos juntos. Até nossos olhos se cruzarem a pararem, vidrados um no outro, como um imã e ele me beijou fervorosamente. Nossos corpos logo reagiram ao beijo, minhas mãos apertando seus braços e as dele pressionando meu corpo para se aproximar mais do dele.
- Você me faz te desejar a cada segundo mais Barbara, e isso é delicioso! - tá pera ai, muita informação, preciso respirar, Fechei meus olhos e coloquei meus braços sobre ele, sim eu não sabia o que falar e estava com vergonha.
- Desculpe, ultrapassei algum limite, né? - tadinho, não era isso.
- Na verdade Nico eu que nunca ultrapassei os limites, sempre vivi cheia de regras e medos. - tirei meus braços dos olhos para olhar para ele. - Eu na verdade nunca soube o que era viver, meus medos e as regras impostas pelo Tales que sempre controlou cada passo meu. Ele sempre vivendo a vida da maneira que quis e eu obrigada a aceitar por achar que era certo, que ele era verdadeiro e hoje percebi que minha vida não passou de uma mentira.
- Não pense no passado Barbara, ou se pensar procure se lembrar do que foi bom em sua vida, - ele estava sendo tão delicado. - o que foi ruim deixa que fique apenas como lição, mas não deixa que isso interfira em sua felicidade.
Senti a verdade em cada palavra dele e busquei dentro de mim uma lembrança que a muito tempo tinha ficado esquecida, foi de um tempo muito feliz, em que eu era apenas eu. Então algo me veio a cabeça, aqueles olhos, aquele sorriso, eu sabia que não podia estar enganada eu o conhecia.
- Pera ai, eu conheço você. - eu falei e ele sorriu, mas era um sorriso triste.
- Sim Babi, você me conhece sim.
A muito tempo ninguém me chamava assim, na verdade só uma pessoa fazia isso, um menino muito especial que esteve comigo por toda a minha adolescência, o menino que roubou meu primeiro beijo.
- Nicolai!!!!!!! - falei em um frito tapando minha boca em seguida com minhas mãos, pois eu estava chocada agora e ele se assustou.
- Calma, shiu... fique calma Babi, temos muito o que conversar. - ele me abraçou e eu chorei.
Chorei por lembrar daquele dia, do meu aniversário de 15 anos.
Não era bem uma festa de aniversário, era apenas uma comemoração entre amigos, e entre eles estavam a Aninha, sempre comigo e o Nicolai, que eu chamava de "meu chatinho". Estávamos dançando quando o Nicolai disse que precisava falar comigo, lembro que não dei importância pedindo para  conversar depois e ele respeitou. dançamos juntos, ele até me roubou um beijo ou outro, eu gostava dele, ele era carinhoso e sempre estava comigo, achava que estava descobrindo o amor. Ai então chegou o Tales para virar minha vida de cabeça pra baixo. Ele tinha ido a festa com seus pais que eram amigos dos meus e assim que eu o vi fiquei intrigada. Ele era mais velho que eu alguns anos e era bonitão, chamou logo a minha atenção e de muitas na festa. Ele logo me notou e ficamos trocando olhares a noite inteira até que ele me chamou pra dançar e no meio da dança ele me beijou. Foi um beijo mais demorado dos que eu dava no Nicolai, algo mais quente. Lembro que fiquei sem folego, ele me olhou com uma cara de divertido e eu envergonhada olhei para o lado, quando vi o Nicolai saindo e antes deu uma olhada em minha direção, olhou uma caixinha que ele tinha nas mãos e se foi, pra nunca mais voltar. Doeu ver ele ir, mas o encantamento não me permitiu ir atras dele. Depois desse dia comecei a namorar o Tales e aqui estou eu, surpreendida pelo destino.
- Você sumiu, você se foi. - disse isso sentindo lágrimas nos meus olhos.
- Na verdade eu me afastei, esperando que você decidisse o que fazer da sua vida Babi. - ele estava com a voz embargada. - E quando você foi morar com o Tales eu preferi deixar que o destino se encarregasse de nós e segui minha vida.
- Mas pra onde você foi? Eu procurei você, mas ninguém queria me dizer o que tinha acontecido, só me diziam que você estava bem! - e era verdade, eu o procurei muito, sentia falta do meu amigo.
- Eu pedi para que fosse assim, para que eu pudesse seguir minha vida e você a sua. - ele agora se sentou para conversar e eu vendo que ficaria completamente exposta a ele, nua, tapei meu corpo com as mãos.
- Pegue, e não sinta vergonha, você é linda. - ele me entregou sua camisa para que eu pudesse vesti-la e não ficar completamente nua.
- Eu precisava viver a vida Barbara. Meus planos tinham sido feitos com você, mas quando você decidiu ficar com ele percebi que precisava buscar meu rumo.
- Mas eu não sabia, você nunca me disse nada.
- É verdade, eu nunca tive a oportunidade de te dizer. E quando tive a oportunidade deixei passar por falta de coragem. - agora isso doeu em meu peito, foi no meu aniversário, tenho certeza.
E agora o que dizer? Ficamos calados, eu olhando para meus dedos e ele acariciando meu cabelo enquanto apoiava meu corpo encostado no dele, Era como se ele precisasse de mim, naquele momento.
- Babi eu andei meio mundo tentando te esquecer, tentei de todas as maneiras, casei, estudei, viajei, fiz de tudo um pouco, mas tudo sempre me levou a você. - ele estava chorando? - Nada adiantava, tudo que eu sempre quis, tudo que eu sempre sonhei era ter minha vida com você.
- Eu não sei o que dizer Nicolai. - eu estava sendo sincera, estava sem ação.
- Não se preocupe, eu estou bem. Hoje foi o dia mais feliz de toda a minha vida até hoje. Esperei por esse dia com muita ansiedade, pois no fundo saberia que um dia te teria nos meus braços, nem que fosse apenas por uma noite.
Eu me senti amada nesse momento, me senti alguém realmente importante, como nunca havia me sentido.
- Nicolai, por que a vida foi tão cruel com a gente?
- Não pense no que passou gata, acredite que algum propósito tudo isso teve, e que agora devemos curtir nosso momento e o que tiver de ser será.
E com essas palavras ficamos mais um tempo abraçados, eu ouvindo seus batimentos cardíacos em seu peito, agora mais controlados enquanto minha cabeça repousava nele. Ele fazendo carinho e beijando meus cabelos.
- Mas agora olha para mim Babi. - ele me puxou para ficar de frente para ele. - não posso perder mais uma oportunidade, não sei se terei outra, então ai vai.
Ele esperou para respirar fundo, eu acho e me olhar dentro dos olhos, eu estava assustada.
- Barbara agora que tudo foi revelado, que nos reencontramos, conversamos e que tivemos esse momento maravilhoso e tão intimo, algo que eu realmente esperei minha vida toda. - eu estava sentindo meu corpo tremer. - Preciso fazer o pedido que deveria ter feito a alguns anos atras e assim, depois de ter sua resposta irei seguir minha vida.
Para tudo, o que ele estava pensando, em me deixar?
- Eu amo você Babi, sempre te amei. Em cada dia da minha vida acordava e dormia pensando em você. - eu não consegui conter minhas lágrimas. - Eu sempre quis viver a minha vida ao seu lado, ser seu amigo, ser seu namorado, ser seu homem, seu companheiro, ser seu amante, eu sempre quis ser tudo na sua vida, por que você sempre foi tudo na minha.
Ele fez uma pausa, estava emocionado e eu tentando absorver tudo o que ele me dizia, parecia um sonho.
- Barbara, eu sei que tudo isso pode te deixar confusa e você pode até ter medo ou duvidar, mas to sendo sincero quando digo que quero passar minha vida inteira ao seu lado, quero te fazer feliz, dar a você todo o amor, carinho e respeito que você merece, quero cuidar de você. Mas isso depende apenas de você agora.
Tá, eu estava sonhando, só pode. Como assim, ele me quer ainda na vida dele? Não era pra ser só uma noite? Deus, o que eu faço agora.
- Se você não quiser dividir sua vida comigo não se preocupe, eu vou sobreviver  - ele disse sorrindo. - Mas não voltarei mais Babi, seguirei minha vida e deixarei que você siga a sua.
Eu preciso responder isso agora, assim? Mas pera lá, o que eu espero ainda da vida? Depois de viver anos ao lado de um homem que nunca se fez presente, que sempre me tratou como um objeto decorativo que ele usava a seu bel prazer, que nunca me amou de verdade, que sempre mentiu, que sempre me machucou com suas palavras e ações me fazendo sentir a piro mulher do mundo, afinal do que eu tinha medo? De ser feliz? Ou de pelo menos tentar ser feliz?
- Nicolai, eu estou surpresa com tudo que você me revelou, e até no fundo me sinto injusta, pois acho que não sou merecedora de tudo que você me disse. - ele tentou contestar mais calei sua boca com um leve beijo. - Deixa eu terminar.
- Eu vivi até hoje achando que o que eu tinha era amor, que eu tinha o que merecia e você chegou bagunçando tudo isso no momento exato, me fazendo perceber que eu nunca tive nada, que me contentava com migalhas e que na verdade eu posso ser muito mais do que sou. - eu tentava conter as lágrimas mas elas teimavam em rolar de meus olhos.
- Você foi a melhor pessoa que eu conheci na minha vida, era o amigo mais fiel, o companheiro de todas as horas, me dava carinho, atenção, me fazia sorrir, me fazia feliz. Eu cega não percebia que você era especial, me deixei levar pela cobiça achando que ficando com o Tales eu seria feliz e me perdi num mundo de mentiras e dor. Hoje eu percebi que o amor nunca existiu, que eu fui iludida por uma paixão, por meia duzias de palavras e depois pelo medo de ficar só.
- Você nunca ficaria só Barbara, eu sempre estive ao seu lado, mesmo longe sempre procurei saber de você. - ele sempre soube de mim?
- Como?
- A Aninha sempre manteve contato comigo, ela era minha ponte de ligação a você. - claro como eu não pensei nisso antes. - Eu sempre soube de você através dela mas nunca deixei que ela falasse de mim a você, afinal você estava casada e eu não queria te prejudicar em nada.
Agora senti uma dor no peito forte, teria sido tudo diferente, por que ela nunca me contou? Mas no fundo ele estava certo, eu tinha feito a minha escolha e sempre me mantive cega. Meu Deus quantas vezes a Aninha tentou me alertar e eu achava que era implicância dela, até algumas vezes dizia que ela tinha ciumes, nossa como foi ingenua. Mas agora tudo fazia sentido, ela dizia que tinha algo melhor para mim no meu futuro, mas que eu precisava ver esse futuro, tirar a venda dos meus olhos, e ela estava certa.
- Nicolai, tudo agora muda de figura, você entende? Tudo mudou depois dessa revelação.
Ele me olhou assustado, permitiu que uma lágrima corresse em seu rosto e então respirou fundo para se recompor e disse:
- Babi tudo bem, eu entendo. - o que ele estava dizendo? - Você tem sua vida, e não vai ser por causa de uma revelação, como você diz, que você vai aceitar meu amor. - ele se levantou e colocou sua cueca, de costas para mim, ele era lindo demais, mas ele não entendeu nada, eu precisava encontrar uma maneira de falar o que eu estava sentindo o que eu queria para a minha vida.
- Não Nicolai, onde você vai?
- Fica tranquila gata, eu tô bem. Tinha esperanças que viver esse amor que eu sinto com você, mas entendo que tudo isso foi demais para você. - eita homem burro, agarrei ele pelo braço e o fiz olhar pra mim ali na frente dele.
- Cala a boca chatinho e me escuta. - ele me olhou agora sorrindo, mas ainda sim triste.
- Eu não posso negar que tudo isso me deixou assustada, nossa é muito forte o que você me disse. Mas ao mesmo tempo é tudo muito real, sincero e verdadeiro entende? Suas palavras fizeram algo dentro de mim renascer, algo que achei que tivesse perdido a muito tempo, a esperança. - eu estava tranquila, falando tudo olhando nos olhos dele.
- Se tudo que você disse for real mesmo, se você quer viver comigo esse amor eu preciso que você tenha paciência. Preciso reorganizar minha vida preciso refazer planos e resgatar velhos sonhos. Sonhos esses que você sempre fez parte, pois de uma maneira ou de outra sempre quis ter você em minha vida, só na época não entendia que o que eu sentia era amor, era o amor nascendo dentro de mim como uma sementinha que você plantão e que estava crescendo com a luz, o calor e o alimento do seu amor. Deixei que a escuridão fizesse a plantinha secar, mas ela não morreu eu posso sentir. - peguei a mão dele o coloquei em meu peito. - Você sente? Meu coração bate como antes, com esperança, com amor, com felicidade.
Ficamos ali olhando um para o outro, sem trocar uma palavras, tomados pela emoção e pelas lágrimas, eu precisava concluir o que tinha pra falar.
- Então Nicolai, agora sou eu que tenho uma proposta para te fazer. - segurei as mãos dele junto ao meu peito, tomei folego e disse. - Você quer ficar comigo para viver um dia após o outro buscando sempre a felicidade, me ensinando a perder meus medos e lidando com as minhas inseguranças e tendo paciência de me mostrar o que é o amor?
Ele se calou, fechou os olhos e suspirou, fui tomada pelo medo. "Burra de onde eu tirei essa ideia, ele ja me esperou demais, eu sou uma egoísta".
- Babi, eu quero só você, independente de qualquer coisa, pois só serei completo, só serei feliz com o seu amor. É claro que eu quero!
E então, tomados pela emoção de assumirmos um compromisso tão importante como esse, de fazer um ao outro feliz nos entregamos um ao outro para mais uma vez unir nossos corpos pelo desejo que sentíamos e vivermos o amor que o destino tinha deixado reservado a nós, deixando todo o passado para trás.




BOM SOU SUSPEITA EM FALAR... MAS EU ADORO ESSES FINAIS FELIZES!
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO... E NÃO DEIXEM DE COMETAR VIU!
BEIJINHOSSSSSSSSSSS
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"Foi como se uma chama dentro de mim acendesse, um calor indescritível, um desejo incontrolável. O beijo do Edu era uma experiência completamente nova para mim, e era algo que realmente me consumiu naquele momento. Eu retribui tal ósculo como fome desenfreada. Não sei dizer se foi longo ou não, mas durou o tempo necessário para roubar-me o ar". (Entre o sonho e a realidade)

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